sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Todo esporte coletivo segue principios e fundamentos para obtenção de exito...

Evidente que não é nenhuma novidade que os esportes coletivos como futebol, futsal, voley, basquete,pólo aquático e tantos outros são diferenciados das práticas esportivas individuais.

A assistência técnica, física, médica em suas várias especialidades e laboratorial deve ser a pauta das atenções para que a capacidade do atleta seja desenvolvida e sua produtividade atinja ao máximo para que os resultados sejam uma consequencia lógica embasada e amparada pela ciência.

Entretanto o atleta tem que ter como respaldo o cumprimento profissional de seu empregador, mantendo todas suas obrigações em dia com os pagamentos dos salários e outras vantagens acertadas em contrato, além é claro com todos os encargos devidamente pagos e quitados.

Tudo em ordem os objetivos são mais fáceis de serem conquistados.
Esse lenga-lenga todo tem o intuito de focar o Bahia, clube de massa que não respeita a vontade da maioria da torcida e as resultantes decorre principalmente da falta de transparência, de uma administração ultrapassada, calcada em parâmetros de tempos idos, que muito se assemelha a Dinastias, feudalismo ou até em governo processado nos tempos das Capitanias Hereditárias e a torcida que se dane.

Entretanto a direção do Bahia nos tempos atuais não deve só satisfações a seu reduzidissimo corpo associativo( quantos foram lesados quando ainda no tempo de Osório compraram títulos patrimoniais com promessas escritas no verso do próprio título e que foram modificados com perda de direitos por um tal Conselho do Amém), mudança de um estatuto que mais pareceu uma piada de envergonhar até homens profissionais de picadeiros, a imprensa séria que tanta ajuda( não estou contando com os bajuladores de carteirinha), os patrocinadores e por fim pela empresa que vai administrar a Arena Fonte Nova, com contrato e tudo para uso do equipamento por cinco anos.

O Bahia precisa de uma diretoria que haja com seriedade com a sociedade de uma forma geral, pois até pessoas que amam nosso maior rival o Vitoria, estão preocupados com o destino claudicante e sem futuro ou esperança dos time das três cores.

A péssima situação financeira tem um inicio em passado recente quando jogadores de baixo nível técnico foram contratados com elevados salários e por longo tempo e a contra prestação não se deu por não jogarem ou até por já serem aposentados em último suspiro de atividades.

E o técnico tem culpa? Em parte sim, pois entendemos que a baixa qualidade do elenco faça com que  adote atitudes de mudar o time buscando encaixar peças para que o conjunto no futuro possa responder de forma abrangentemente positiva.

Entretanto como todo esporte coletivo precisa de conjunto, harmonia, força, vontade, empenho e tranquilidade de bolso, não era esse o momento para tentar ou melhor dizendo sonhar encontrar as peças para dotar o time de condições de melhor produzir e ter resultados compensadores.

Hoje o Bahia é decididamente um dos time de maior folha salarial do nordeste e norte, e um dos piores em resultados.
Há muito tempo o Bahia só tem defesa e linha média, todos com boas ações defensivas e o ataque é uma calamidade pública.
Qual a esperança? O Conselho Deliberativo do Amém tentar mudar a situação calamitosa em que se encontra esse time de massa? Não acredito.

É tempo do Gestor de futebol saber que sua experiência não deu certo, é tempo de Marcelo Filho perceber que ou ele muda seu comportamento diretivo ou faça um favor a torcida, peça sua demissão.

O Bahia precisa dispensar, transferir, ceder alguns jogadores e contratar outros de capacidade reconhecida e de forma mais rápida possível.

Se isso não acontecer na Copa do Brasil, nosso futuro é incerto e tenebroso e no Campeonato baiano e brasileiro vai ser difícil suportar.

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