segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Esporte Clube Bahia


E.C. Bahia
Com poucas novidades, elenco tricolor se reapresenta no Fazendão
Jogadores são esperados a partir das 14h; colombiano Armero é a principal atração
Bruno Queiroz (bruno.queiroz@redebahia.com.br)
02/01/2017 04:57:00Atualizado em 02/01/2017 08:21:09
 
Reforços ainda virão e ajustes muito provavelmente serão feitos durante a temporada, mas hoje, oficialmente, o Bahia inicia 2017. O elenco se reapresentará no Fazendão às 14h e começará a preparação para as quatro competições que terá pela frente: Campeonato Baiano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série A.
Como parte do treinamento na pré-temporada, o tricolor vai disputar a Flórida Cup, em Orlando, nos Estados Unidos, onde enfrentará o Wolfsburg, da Alemanha, no dia 12 e o Estudiantes, da Argentina, no dia 15 de janeiro. Parte dessa delegação será composta por jogadores recém-promovidos, como o zagueiro Rodrigo Becão, o volante Júnior Ramos e os atacantes Kaynan e Matheus Peixoto. 
O elenco ainda carece de algumas peças e o único setor que não será reforçado inicialmente é a zaga. Até então, apenas o lateral-esquerdo Armero foi contratado e anunciado oficialmente. A renovação do lateral-direito Eduardo por mais um ano e a compra de parte dos direitos econômicos de Edigar Junio, que fez um novo contrato com três anos de duração, também foram concretizadas. 
Do time base que terminou jogando no ano passado, permanecem Tiago, Jackson, Juninho, Régis, Renato Cajá, Edigar e Hernane, todos com contrato em vigor. O volante Renê Júnior também terá seu contrato renovado e o anúncio depende apenas de detalhes burocráticos para ser feito. 
Outras duas caras novas, além de Armero, também vão aparecer no Fazendão até dia 5. O meia Zé Rafael, que se destacou na Série B pelo Londrina, já acertou com o tricolor e depende apenas da assinatura do contrato para ser oficializado. Na mesma situação está o centroavante Gustavo, o “Gustagol”, que vem por empréstimo junto ao Corinthians até o final do ano.
Outro que está muito perto de concretizar a vinda para Salvador é o lateral-direito Wellington Silva, que disputou a Série A de 2016 pelo Fluminense.   
Dificilmente ficam
Existem alguns casos de jogadores também com contrato em vigor, mas que não interessam ao tricolor para a sequência da temporada e devem ser emprestados, negociados ou até mesmo liberados para buscar outros clubes. 
Os jovens Marlon e Mayron, do sub-20, estavam no Bahia por empréstimo e retornaram aos seus clubes de origem. Sávio e Rodrigo Rodrigues, que estouraram a idade e não podem mais atuar pela base, também devem sair. O goleiro Douglas Pires, com mais um ano de contrato, está fora dos planos e terá sua situação resolvida internamente. 
O lateral-direito Hayner, o volante Gustavo Blanco e o atacante João Paulo Penha têm propostas de Náutico, América-MG e CSA, respectivamente. O zagueiro Dedé, o meia Rômulo e o atacante João Paulo são nomes que ainda serão discutidos entre diretoria e a comissão técnica.
Confira os 23 atletas que estão nos planos para 2017: 
Goleiros: Jean
Laterais: Armero, Eduardo e Tinga
Zagueiros: Rodrigo Becão, Tiago, Jackson, Lucas Fonseca e Eder
Volantes: Feijão, Yuri, Junior Ramos, Juninho e Renê Junior*
Meias: Renato Cajá, Régis e Zé Rafael**
Atacantes: Kaynan, Hernane, Mário, Edigar Junio, Gustavo** e Matheus Peixoto
*Renê Junior ainda não renovou oficialmente, mas permanecerá no tricolor
**Zé Rafael e Gustavo foram contratados e serão oficializados em breve. O primeiro já deve se apresentar nesta segunda-feira. 
Fonte:Correio24horas

Pensargrande : Opinião.

Teoricamente o Bahia até o momento tem um elenco mais fraco em comparação ao apresentado em 2016, quando não ganhou nada, auferindo apenas sua classificação para disputar a série "A" do brasileiro de 2017.
A lentidão nas ações é do conhecimento de toda nação tricolor que impaciente não aceita o tempo passar e basicamente nada ser feito.
Considero como maior destaque do Bahia o jogador Juninho, vindo do Macaé e é certamente um exemplo vivenciado de que na série "B" tem muitos jogadores que poderiam ser contratados para integrar o elenco do Bahia. Aliás, o centro avante Gustavo demonstrou qualidades de goleador jogando pelo Criciúma, embora noticias dão conta de que o Corinthians que o contratou estaria repassando para o Bahia e outros tantos são melhores de que muitos que estão na primeira divisão e a questão é de oportunidade.
Fato é que o Bahia precisa de goleiros, um volante e um meio campista, dois atacantes de velocidade, bom controle de bola, boa visão de jogo, e que sejam bons finalizadores ou que tenham facilidade em cruzamentos para a área do adversário.
Em 2016 inúmeros foram os erros praticados nas contratações e em verdade qual o índice de aprovação para jogadores como Allano, Misael, João Paulo, para só citar alguns? Colocando melhor o questionamento: quais os jogadores que efetivamente tiveram aprovação do torcedor, da imprensa, do associado e do corpo diretivo do clube?
Fato é, difícil de entender, mais uma vez a morosidade, a falta de observação e a falta  de rápida decisão que poderá já na competição a ser realizada nos EUA, refletir negativamente na preparação para os jogos que virão com o Campeonato  baiano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, e  Brasileiro da série "A".
Tempo perdido, não tem como ser recuperado e os lamentos podem ser as consequências plausíveis para a historia que volta a repetir.
Espero que o Zé Rafael do Londrina realmente seja contratado e tenha atuações festejadas como as que acorreram no Londrina, e tem gente boa de bola no Luverdense, no Joinville e no rebaixado América -MG e em tantas outras equipes da série "b".

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Tenho faz muito tempo opinado sobre as contratações equivocadas durante o período em que o diretor Nei Pandolfo era o Diretor de Futebol do Bahia.

Ainda hoje em meu comentário sobre o atual elenco do Bahia fiz afirmações e questionamentos a cerca da lentidão na tomada de posição do Bahia no que concerne a requalificação de sua equipe que terá que enfrentar quatro importantes competições.

Por essa razão fiquei satisfeito com a noticia oficial dada pela Diretoria do clube como segue abaixo:


A diretoria executiva do Esporte Clube Bahia comunica à torcida e sócios que chegou a um entendimento com Nei Pandolfo e este profissional deixa de ser o diretor de futebol do Esquadrão.


Agradecemos pelos serviços prestados e desejamos sucesso no prosseguimento de sua carreira.


O atual gerente, Diego Cerri, passará a responder pelo departamento de futebol profissional tricolor


Em tempo declaro não conhecer e nem poder avaliar o Sr. Diego Cerri se teria condições de assumir tão importante cargo, mas o Bahia tem muita gente de gabarito, profissionais da bola que poderão em trabalho em conjunto colocar os pontos nos iis



domingo, 1 de janeiro de 2017

Opinião

Colunistas convidados
  • Descrição: bernardo mello franco
    Jornalista, assina a coluna Brasília. Na Folha, foi correspondente em Londres e editor interino do 'Painel'. Escreve de terça a sexta e aos domingo




Divulgação e Pedro Ladeira/Folhapress
Saudades da Guanabara

Divulgação e Pedro Ladeira/Folhapress
Descrição: http://f.i.uol.com.br/folha/opiniao/images/16365206.jpeg
Tancredo Neves (à esq.) e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes

01/01/2017 02h00






BRASÍLIA - Villas-Bôas Corrêa, o velho repórter que morreu em dezembro, nunca engoliu a transferência da capital para Brasília. Veterano da cobertura política no Rio, dizia que a mudança cortou os laços entre os políticos e a vida real do país.
No livro "Conversa com a Memória" (Objetiva, 2002), ele lembra os tempos em que a classe dirigente era vigiada de perto. O Congresso funcionava de segunda a sexta, e os cariocas lotavam a Câmara e o Senado para acompanhar os debates.
"A presença espontânea de populares, a participação do que se podia qualificar como opinião pública, não sobreviveu ao trauma da mudança da capital", escreveu. "Em Brasília, foi substituída pela pressão organizada de claques (...) que viajam de ônibus fretados."
Antes de se isolarem no cerrado, os congressistas eram obrigados a gastar os sapatos na rua, sem a proteção de marqueteiros. Isso permitiu a Villas lançar os Comandos Parlamentares, que marcariam época no jornal "O Dia" a partir de 1951.
Toda semana, deputados e senadores eram recrutados para incursões de surpresa em escolas, hospitais ou presídios do Rio. Os convidados só conheciam o itinerário ao deixar a redação. "Nunca ninguém protestou. Viramos a cidade pelo avesso", contava o jornalista.
Numa das reportagens, o então ministro da Justiça, Tancredo Neves, foi levado a um abrigo em que meninas eram submetidas a maus-tratos. Na saída, os visitantes flagraram instrumentos de tortura. O ministro transferiu as internas, demitiu a diretora e fechou a espelunca.
Acostumado a Tancredo, o velho repórter se espantaria com as bravatas do atual ministro, Alexandre de Moraes. Há pouco tempo, ele se deixou filmar em trajes de samurai enquanto desferia golpes de facão em pequenos pés de maconha. Depois da façanha, prometeu erradicar a droga no continente —algo mais improvável que ir a pé à lua. Seria melhor voltar ao gabinete refrigerado.
 
 

Fala de solidariedade no Ano Novo, mas quer que os pobres paguem pela crise



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Fala de solidariedade no Ano Novo, mas quer que os pobres paguem pela crise

Leonardo Sakamoto

01/01/2017 10:30

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Para muita gente, solidariedade é uma palavra que significa ''entrega de calças velhas para vítimas de enchente”, “brinquedos usados repassados a orfanatos no Natal”, ''uma moeda entregue no semáforo'', “um doc limpa-consciência feito a algum orfanato” ou ''doação dos restos da ceia da virada do 31/12 para o 01/01 a algum morador de rua''.

Nada sobre um esforço coletivo de buscar a dignidade para todos o ano inteiro de forma estrutural.

Existe maior hipocrisia do que desejar fraternidade a um país atolado em uma gigantesca crise econômica e ficar em silêncio quando apenas os mais pobres pagam para sairmos do atoleiro? Ou, pior: defender abertamente que os ricos sejam poupados?

A já aprovada limitação dos gastos públicos por 20 anos, o que afetará a educação e a saúde públicas, e as reformas previdenciária e trabalhista, propostas de forma draconiana e sem discussão com a sociedade, inundam a casa dos brasileiros e das brasileiras via milionárias propagandas oficiais. Querem te convencer que é legal ficar mais pobre ainda.

Mas nada se fala sobre a necessidade de passar a fatura da crise também aos mais ricos, por exemplo, com a volta de um imposto sobre os dividendos recebidos de empresas, taxação de grandes fortunas e grandes heranças e uma reforma decente da tabela do imposto de renda – isentando a maior parte da classe média e cobrando faixas de 35% e 40% junto aos mais ricos.

Isso não resolve os problemas econômicos. Mas seriam ótimas ações para que o governo federal e o Congresso Nacional demonstrassem que suas prioridades de curto prazo não são apenas com as classes sociais e empresas que os colocaram lá, mas também com o povão que não foi às ruas, nem a favor, nem contra o impeachment, e assistiu a tudo bestializado.

Democratizar a redução de direitos em um país desigual em Justiça é um ato civilizatório.

O problema é que muita gente – no governo e fora dele – não consegue ser fraterna com os mais pobres porque não os enxerga como irmãos. Nem solidária, por não reconhecer neles semelhantes com direitos iguais. Aliás, para muitos, o deficit de empatia é tão grande que já seria uma vitória se percebessem naqueles que nada têm algum traço de humanidade.

Enfim, um Feliz 2017.

Desejar 'feliz 2017' é uma extravagância cômica


  • Descrição: janio de freitas
    Colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa as questões políticas e econômicas. Escreve aos domingos e quintas-feiras.
    Desejar 'feliz 2017' é uma extravagância cômica

Marcelo Carnaval - 2.out.2016/ Agência O Globo
Descrição: O prefeito Eduardo Paes (centro), que deixa o cargo neste domingo, em comemoração na quadra da Portela
O prefeito Eduardo Paes (centro), que deixa o cargo neste domingo, em comemoração após o 1º turno das eleições

01/01/2017 02h00

 

Michel Temer e Donald Trump são sócios em uma excentricidade que nos onera com alcance, pode-se dizer, unânime. A voz geral é o pessimismo sobre o 2017 com Temer e seu grupo de aturdidos e corruptos. A essa desesperança convicta Trump anexa uma inquietação medrosa do quanto pode piorar as desgraças do mundo, entre as quais a nossa. E então, com fogos e beijos, bebidas e delícias, de 31 de dezembro para 1º de janeiro festejamos –como 200 milhões de tresloucados– tanto o fim de um ano desprezível quanto a chegada de um ano que prevemos igual ou ainda pior.

Nesse encontro do passado perdido com o não futuro, desejar "feliz 2017" é uma extravagância cômica. Ou sádica. Haveria alternativas adequadas. "Salve-se". "Cuidado com 2017". E a minha preferida: "Sorte". Neste país, só duas coisas levam adiante: ou ter sorte ou não ter caráter. No primeiro caso, o mérito é um coadjuvante, mas não indispensável. No segundo, isso não interessa.

Eduardo Paes, prefeito que hoje é ex, diz que "teve sorte, por conseguir o que mais queria: ser prefeito da minha cidade". Se isso foi mais por sorte do que por mérito, nos anos de realização o mérito foi igual ou maior do que a sorte. O Rio visível recebeu, em oito anos, uma quantidade de obras de porte muito superior à soma do que lhe deu a fileira de prefeitos do último meio século. A cidade pulou sem intervalo da decadência melancólica para as modernidades do urbanismo, de transporte, da tecnologia. Foram quase R$ 40 bilhões em investimentos. A Olimpíada teve, sim, participação nisso, mas não foi a maior nem a mais importante das que couberam à prefeitura. E poderia ter sido a mesma junção de imoralidade e incompetência que foram as obras da Copa.

A confirmar-se com o tempo, deu-se uma exceção histórica: com tamanho montante de gastos e de obras nos dois mandatos, não houve um só caso de escândalo financeiro. A propósito, mesmo no Rio, e no jornalismo, persiste a confusão entre o desastre do Estado e a situação do município. A cidade do Rio pagou aos funcionários sempre em dia, deixa com sobra o necessário para restos a pagar, fez redução expressiva da velha dívida municipal. Em saúde e educação, o Rio gastou bem mais do que o exigido por lei. Emprestou dinheiro ao Estado e até absorveu dois hospitais estaduais.

Explicação de Paes: "Foi possível porque, sem aumentar impostos, aumentamos a arrecadação com recadastramento do IPTU, venda de imóveis públicos e renegociação de dívidas ativas. E fizemos associações com a iniciativa privada". O que todo prefeito e governador poderia fazer. Como também esta outra ajuda aos cofres públicos: foi raríssima a publicidade da prefeitura, sempre uma torrente de desperdício (e desvios) nas administrações brasileiras.

O político Eduardo Paes não teve os mesmos êxitos. Pouco cuidadoso no que diz, nada dedicado a se valer da posição para articular-se politicamente, sua situação não reflete o êxito administrativo. Jogou mal, e reconhece, na sua sucessão perdida para Marcelo Crivella. Da corrente peemedebista que foi liderada por Sérgio Cabral, hoje Paes é quase um livre-atirador no partido. Seu destino lógico –a candidatura ao governo estadual– tem outros pretendentes bem situados na máquina do PMDB. E Crivella, com o poder na mão, poderá apressar o plano dos evangélicos de ainda maior ascensão política.

Mas Eduardo Paes tem sorte. E o Rio teve com ele.

Agradeço, com franqueza, a divulgação e os comentários, mesmo não sendo poucos os discordantes, do que pude publicar na Folha, ao longo do ano, com total liberdade e frequentes divergências com o próprio jornal. A todos, os votos de que a sorte lhes alivie o 2017.

Em seu mundo encantado, Temer roda o país prometendo fantasias



Colunistas



 elio gaspari
elio gaspari
Nascido na Itália, veio ainda criança para o Brasil, onde fez sua carreira jornalística. Recebeu o prêmio de melhor ensaio da ABL em 2003 por 'As Ilusões Armadas'. Escreve às quartas-feiras e domingos.

Pedro Ladeira/Folhapress


O presidente Michel Temer e a primeira dama Marcela Temer participam de festa de natal do Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (16), em Brasília. Eles distribuíram presentes para crianças de uma escola pública da periferia da capital federal.. Leia mais

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    01/01/2017 02h00
    Em 2017 a economia começaria a rodar, pois a máquina do governo seria destravada quando o Senado depusesse a presidente da República. A doutora foi para Porto Alegre e o governo de Michel Temer vive em regime de perplexidade, com ministros permanentemente ameaçados pela lâmina. (Noves fora os seis que já rodaram.) O crescimento de 2017 poderá vir, se vier, no segundo trimestre. A caravana Temer dizia que até o final de 2016 seriam criados 100 mil novos empregos. Nos últimos 11 meses (cinco dos quais na gestão do comissariado), três milhões de pessoas perderam seus postos de trabalho, e há 12,1 milhões de brasileiros desempregados, na pior marca de todos os tempos (11,9%).
    Temer sabe que com a atual taxa de juros não há a menor possibilidade de se começar a amenizar o desemprego antes do segundo semestre. Ele e o Banco Central foram aprisionados pelo todo-poderoso "mercado" e, fugindo da realidade, o governo encastelou-se na moderna astrologia dos marqueteiros. Temer roda o país prometendo fantasias encantadoras embebidas de "pensamento positivo": "Quero no futuro ser reconhecido como o maior presidente nordestino que esse país teve". Para o presente, informa que o seu mandarinato "há de ser um governo reformista".
    Ganha uma viagem à Coreia do Norte quem tiver lido as autolouvações publicitárias que a marquetagem oficial espalha pelo país, com o dinheiro dos impostos dos outros