quarta-feira, 21 de março de 2012

 Evento debate a gestão de Consórcios Públicos




Ampliar a eficácia das políticas públicas, reduzir custos e otimizar investimentos municipais são algumas das possibilidades dos Consórcios Públicos, entretanto, a forma de gestão desse instrumento de desenvolvimento regional ainda gera dúvidas entre prefeitos e técnicos. Responder as perguntas sobre a contabilidade aplicada aos Consórcios e esclarecer a atuação dos Tribunais de Contas são os objetivos do evento da próxima terça-feira (27), às 8h30, no plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE).



Promovido pelas secretarias do Planejamento (Seplan) e Desenvolvimento Urbano (Sedur) em parceria com a União dos Prefeitos da Bahia (UPB), o encontro inaugura uma rodada de discussões sobre o tema Consórcios Públicos. A expectativa é que as discussões ampliem o conhecimento dos participantes sobre a gestão dos consórcios e fomente o debate sobre o tema no estado.



Nesta edição serão realizadas duas palestras. O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE/PR), Fernando Guimarães, apresentará o Controle Externo dos Consórcios Públicos: A experiência do Paraná e o representante da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Heriberto Nascimento, falará sobre a Contabilidade aplicada aos Consórcios Públicos.

Seplan

NOTÍCIAS - Turismo


Grupo Meliã confirma investimento de R$ 600 milhões na Bahia



Os dirigentes do Meliã Hotels Internacional (rede Meliá) confirmaram, nesta quarta-feira (21), que o grupo investirá R$ 600 milhões na construção de um complexo hoteleiro e uma vila de imóveis na Praia de Guarajuba, município de Camaçari, Litoral Norte da Bahia. Eles estiveram reunidos com o secretário de Turismo, Domingos Leonelli, na Setur.



O complexo terá cinco hotéis, com projeção de gerar 3,5 mil empregos diretos. Leonelli explicou que o governo estadual está apoiando a implantação do empreendimento. “Estamos em articulação para a liberação das licenças ambientais, qualificamos trabalhadores na Costa dos Coqueiros e pretendemos ampliar essa capacitação profissional”, afirmou.



De acordo com André Gerondeau, vice-presidente executivo do grupo, o primeiro resort terá padrão internacional cinco estrelas plus e será o primeiro desse tipo no Brasil. “Somente esta primeira unidade contará com um aporte de R$ 100 milhões e terá 250 apartamentos de altíssimo padrão”, contou.



A ideia, segundo o vice-presidente do Meliã no Brasil, Rui Manuel Oliveira, é que o hotel fique pronto no início de 2014 e possa receber visitantes durante a Copa do Mundo. “Pretendemos fazer um empreendimento semelhante ao que temos em Punta Cana, República Dominicana, aproveitando o potencial da Praia de Guarajuba”.



Leonelli convidou os executivos para conhecer os potenciais da Baía de Todos-os-Santos e informou que aquela zona turística receberá um grande volume de investimentos em infraestrutura, nos próximos anos. “Através do Prodetur, serão aplicados US$ 85 milhões na região”, disse. Rondeau aceitou e incluiu a visita à Baía de Todos-os-Santos na próxima agenda que o grupo terá na Bahia, ainda neste semestre.

agecom

terça-feira, 20 de março de 2012

Leia mais sobre a Bahia "Terra de Todos Nós"

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Hoje faz um ano que o amigo Bonnie nos deixou...só restam a lembrança e a saudade.

"O que os olhos vêm o coração sente"
E nós vimos (eu e esposa) ele recém-nascido, crescendo, aumentando a amizade entre nós.
Tantas vezes fosse à rua no meu regresso era uma festa só, trazia sua bola e corria para busca-la e entregava cobrando um novo arremesso.
Gostava de passear...era alegria em todas as horas, amigo de todos os momentos...era leal.
O tempo passou e sentimos saudades ( a presença do ausente). Sua existência amiga por 14 anos, acabou...

segunda-feira, 19 de março de 2012


Resenha Diária produzida pela ASCOM/MD

MODERNIZAÇÃO DA FAB

Leilão de conhecimento

Adiado repetidamente desde o governo Fernando Henrique Cardoso, o projeto FX 2, de compra de novos aviões de caça para a FAB, passa por nova fase de disputa entre as empresas finalistas. A transferência de tecnologia é o nó

Thais de Luna

O processo de modernização da Força Aérea Brasileira (FAB), o conhecido Projeto FX 2, consiste em mais do que simplesmente comprar aeronaves que reforcem o sistema de defesa aérea do país. Após três anos no limbo, ao retomar — em 2006 — o processo de compra, o então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, determinou: as únicas empresas aceitas na disputa seriam as que transferissem, integralmente, a tecnologia de fabricação de seus aviões para o Brasil.
Isso significa ter acesso aos métodos e materiais de produção, aos códigos-fonte que programam os aparelhos, ao conhecimento integral para executar todos os passos que permitam elaborar um caça do tipo no país. Diversas empresas aceitaram essa condição — embora algumas com ressalvas — e entraram no páreo.
 E as três finalistas, a sueca Saab, a norte-americana Boeing e o consórcio francês Rafale International, não veem a hora de o mistério de "quem será a vencedora" acabar. Estima-se que a presidente Dilma Rousseff encerre essa longa novela até maio, novo prazo previsto para o anúncio da empresa que vai vender 36 caças para o Brasil.

O prazo parece ser respaldado pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, ao sinalizar que a escolha deve ser divulgada até o início do próximo semestre. Com proximidade cada vez maior da decisão de quem vai vender as aeronaves de combate para o país, as três companhias que estão no páreo decidiram intensificar suas manifestações de interesse no Projeto FX 2, com visitas a Amorim e a reafirmação do compromisso de repassar tecnologia ao Brasil.

Entre essas três corporações, a que vem agindo de maneira mais incisiva atualmente é a Saab,que concorre no FX 2 com o caça Gripen NG. Na semana passada,o presidente da empresa, Håkan Buskhe, acompanhou o presidente do Parlamento sueco, Per Westerberg, em visita ao Brasil.

Buskhe aproveitou a oportunidade para conversar com o Correio sobre como a parceria com a FAB poderia beneficiar o país sul-americano. "Nós oferecemos transferência de tecnologia completa, pois não acreditamos em apenas enviar caixas fechadas para nossos parceiros comerciais. Nosso projeto consiste em fazer com que o Brasil seja responsável por 40% do desenvolvimento das aeronaves, por
80% da fabricação das estruturas e que a integração, inclusive de dados, seja completa", descreveu (leia Três perguntas para).

Por isso, sustenta, a parceria com a FAB e a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) será um sucesso. "Vamos enviar os códigos-fonte dos sistemas dos aviões e trabalhar juntos. Desse modo, Brasil e Suécia vão, inclusive, dividir a propriedade intelectual sobre os caças", assinalou Buskhe. Para ele, o grande diferencial da Saab para a Boeing e o consórcio Rafale International é o fato de que o grupo sueco "não está vendendo apenas um produto, mas um projeto a longo prazo". Para iniciar esse
processo, a companhia inclusive desenvolveu uma parceria com o Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB), com o objetivo de apoiar a inscrição de trabalhos de cientistas brasileiros nas áreas de segurança e defesa a fim de obterem bolsa de estudos do programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal.

Franceses

O Rafale International, que pretende vender para o Brasil os caças Rafale F3 — fabricados pela Dassault — tem adotado estratégia semelhante à da equipe sueca para conquistar o apoio de pesquisadores do Brasil. "A parceria inclui transferência tecnológica irrestrita, que tem o aval do presidente francês Nicolas Sarkozy. Isso será possível devido ao fato da França ser, ao lado dos Estados Unidos, um dos dois países no mundo ocidental que domina de forma autônoma todas as tecnologias
avançadas necessárias para desenvolver sozinho uma aeronave de combate", informou o grupo, em comunicado. O consórcio, que pretende treinar e aperfeiçoar os profissionais da indústria para que recebam a tecnologia oferecida, fez como a Saab e iniciou trabalhos conjuntos com universidades, como

a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), para a elaboração de projetos de pesquisa e desenvolvimento nos setores de educação e ciências espaciais.

Por sua vez, a Boeing, concorrente com a aeronave F/A-18E/F Super Hornet, ressaltou que a  parceria EUA-Brasil no setor militar também beneficiará as áreas de energias alternativas e biocombustíveis. "O FX 2 não é apenas uma competição sobre a venda de um avião. Trata-se de uma parceria de longo prazo que durará décadas e com a qual a indústria brasileira vai ampliar sua posição no mercado global", determinou o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios Internacionais para a
Europa, Israel e as Américas da empresa, Joe McAndrew, ao Correio. Quanto à suspensão norteamericana da compra de um lote de 20 Super Tucanos da Embraer, o embaixador dos EUA, Thomas Shannon, negou que a medida esteja ligada ao FX 2. "A decisão foi tomada em função de problemas internos da Força Aérea dos Estados Unidos", explicou ao jornal O Estado de S. Paulo.

 É o único caso em que há relutância para maior transferência de tecnologia.

O plano de reequipamento da FAB foi desenvolvido sob o nome de Programa FX durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. As empresas que concorreriam no processo inclusive já haviam sido selecionadas quando o sucessor na presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, adiou a seleção com a justificativa de que precisava fazer ajustes no orçamento e focar em outras questões consideradas
mais importantes, como os projetos sociais. O processo foi retomado em 2006, com o nome de FX 2, e sofreu uma série de alterações, incluindo a exigência do direito de produzir os caças, sob licença, no Brasil e exportá-los na América do Sul. Os gastos estimados subiram de US$ 700 milhões para cerca de US$3 bilhões. Em 2009, Lula chegou a anunciar sua preferência pelas aeronaves francesas Rafale, mas, no fim das contas, deixou a decisão final nas mãos de Dilma Rousseff.
Cabe a ela, agora, dar fim a essa história.
MINISTÉRIO DA DEFESA

Assessoria de Comunicação Social
NOTÍCIAS DE DEFESA
CORREIO BRAZILIENSE

Ajuda ao Haiti

Militares brasileiros ajudam a melhorar situação sanitária do Haiti



Brasília, 19/03/2012 – A população de Porto Príncipe, no Haiti, começou a receber este mês a ajuda de militares brasileiros e japoneses para a desobstrução de canais e valas da cidade, antes da estação das chuvas.

O objetivo é minimizar problemas causados pelo acúmulo de lixo, como inundações, propagação de doenças e interrupção do tráfego, além de melhorar a situação sanitária da capital haitiana.

A iniciativa, conhecida como Projeto Ravinas, atende a um pedido feito pelo governo do país caribenho à Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (Minustah).

Na primeira fase do projeto, 30 militares brasileiros da Companhia de Engenharia de Força de Paz no Haiti (Braengcoy) e 18 oficiais da Companhia de Engenharia do Japão atuam juntos na limpeza de um canal na Rue Capois, área central da cidade, próxima ao Palácio Nacional.

“A principal dificuldade desse trabalho é que a população joga nos canais pneus, latas, embalagens plásticas e de isopor, garrafas PET, além de todo o esgoto da área. A distância do local de coleta do material até o aterro sanitário também é uma barreira a ser superada”, explica o subtenente do Exército Antonio Ezequiel de Sousa Barros, que coordena as ações da Braengcoy.

Até o último dia 14, já haviam sido recolhidos 1.700 m³ de entulho no local, índice superior à meta prevista pelo governo do Haiti, de 1.600 m³. O maquinário empregado na região inclui duas escavadeiras, uma retroescavadeira, duas pranchas, dez caminhões basculantes e um caminhão de transporte de água.

Os trabalhos de limpeza são auxiliados pela Companhia de Engenharia da Guatemala e pelo 2º Batalhão de Infantaria Brasileiro (Brabat II). Enquanto a companhia guatemalteca fica responsável pelo apoio de segurança durante os deslocamentos, cabe ao Brabat II realizar a segurança no local da ação e armazenar os equipamentos, que ficam estacionados na base brasileira em Porto Príncipe.

Além da Rue Capois, militares brasileiros e japoneses vão trabalhar também na limpeza da favela Fort Dimanche. Numa etapa posterior, as companhias de engenharia do Chile/Equador e do Paraguai vão ajudar a desobstruir os canais da favela de Village de Dieu, no sudoeste da capital haitiana. A primeira fase do projeto vai até o final de março. A duração estimada das duas etapas é de 70 dias

Fonte :MD

Saiba mais sobre a Bahia

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domingo, 18 de março de 2012

Acorda Dilma. a desigualdade entre as regiões brasileiras tende a crescer em seu governo.

É evidente que:
Não basta as criticas do governador Wagner quanta a perda de espaço da Bahia no Ministério de Dilma;
Não basta a bancada baiana no Congresso Nacional criticar a direção do PT nacional que continua provilegiando os estados do sul e do sudeste.

A Bahia eleitoral independente de sigla e cor partidária exige respeito por parte de Dilma, que parece esquecida da consagradora vitoria aqui obtida.

O governo federal não faz nada pelo seu grande reduto eleitoral e se não mudar de atitude comportamental com referência a Bahia com certeza perderá nosso apoio.

Cadê as obras do PAC para a Bahia? Fantasiar anuncios, propagandas e promessas não dá e quem viver verá a união da Bahia em defesa de seus lindimos interesses.

É o momento do governo federal acabar com as promessas e atender aos pedidos do governador Wagner, pois a Bahia não se satisfaz  com promessas não cumpridas.

Acorda Dilma que amanhã será outro dia...

Os investimentos que virão e estão no papel ou com obras atrasadas estão prejudicando os termos de compromissos assinados pelo estado e investidores brasileiros e internacionais para aplicação de altos recursos em nosso estado.

Quede as obras de infraestrutura em portos (Salvador - Aratu e Porto Sul) , em Aeroportos, em Rodovias em requalificação de Ferrovias existentes, na construção da Ferrovia Oeste/Leste, nas obras de mobilidade urbana de Salvador, nas obras anunciadas para Ilhéus ( Ponte Estaiada entre Ilhéus ao Pontal - Duplicação da Rodovia Ilhéus a Itabuna) a construção do SVO inclusive a Ponte Salvador a Itaparica?

Juizo enquanto é tempo, pois a Bahia apoiará seu governador e saberá lutar pelos seus direitos.



Barradão : Vitoria 3 X Bahia 2

Jogo movimentado com o Vitoria melhor em campo merecendo o resultado.
Como em comentário anterior sobre a equipe do Bahia e a necessidade de reforços ficou patente que o time do Fazendão precisa de no minimo cinco reforço para enfrentar a dura maratona de quatro competições em 2012.
Resultado justo e fim de papo.

E a Bahia ? Tudo como dantes no quartel de Abrantes....

A presidenta Dilma Rousseff vistoriou, nesta quinta-feira (15), as obras da Ferrovia Norte-Sul, em Anápolis (GO) e Goianira (GO), com o objetivo de acompanhar de perto a evolução dos trabalhos de execução dos projetos incluídos no PAC ¿ Programa de Aceleração do Crescimento, em seu 2º Ciclo ¿ o PAC 2. Os primeiros canteiros de obras a receber a comitiva presidencial estão instalados no trecho de 855 quilômetros, entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), a ser concluído até julho deste ano, sob execução da Valec - Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. ¿ empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes.

Transporte Terrestre

Ministros vistoriam obras da BR-101 em Alagoas
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) vai investir R$ 1,7 bilhão na duplicação dos 248,5 quilômetros de extensão da BR 101 no estado de Alagoas. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, visitaram, na sexta-feira (9), o canteiro de obras localizado no Km 13 da BR 101 e se reuniram com representantes do governo do estado e com empresários responsáveis pelas obras.

Transporte Terrestre

Governo impõe novo ritmo de obras em rodovias de Pernambuco

Obra integrante do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), a BR 101 foi vistoriada, na sexta-feira (9), pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos. O primeiro trecho visitado foi em Pernambuco, onde as autoridades se reuniram com empresários responsáveis pela construção. A comitiva dos ministros também cumpriu agenda em trecho da BR-408, que terá duplicado 42 quilômetros do trecho que liga Recife a Carpina, passando pela Arena da Copa.

Transporte Terrestre

PAC 2 investe R$ 1 bilhão e duplica 59% da malha de Sergipe

A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Miriam Belchior, e o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, encerraram, na sexta-feira (9), em Itaporanga (SE) as vistorias em três trechos das obras da BR 101. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) vai investir cerca de R$ 1 bilhão nas obras de duplicação dessa rodovia.

sábado, 17 de março de 2012

Comentando ainda sobre o DNIT em relaçao a Bahia

Na Bahia o DNIT tem responsabilidade com dezenas de estradas de rodagens( com atrasos em obras e outras que continuam no papel) e até em obras urbanas como a Via Expressa Baia de Todos os Santos.
Quantos viadutos, túneis,passarelas ainda não foram construídos na Via Expressa?
Como uma das principais intervenções em rodovia a duplicação BR-415, que liga Ilhéus a Itabuna, que de sua promessa de inicio de obra até o momento se tivesse realmente sido cumprida estaria em fase conclusiva leva-me a uma pergunta:
Cadê os políticos da região que não exercem pressão junto ao governo federal para a consumação da obra?
Será que os políticos de Ilhéus e Itabuna e cidades circunvizinhas que serão também beneficiadas só pensam em politica de em data próxima de eleição tapar buracos na pavimentação de suas ruas e avenidas e pintar meio fio?

Quede o compromisso com o povo que os elegeu?

Será que o DNIT sabe a importância da Bahia na eleição dos Petistas Lula e Dilma?




Estão brincando com um povo que sabe o que quer e um conselho: não pague para vê...pois quem viver verá o que pode acontecer.

O PAC na Bahia não consegue de uma forma geral sair do papel com a força da necessidade e até o MPF já acionou o DNIT por melhorias na BR-242. quando exige obras que organizem o trânsito no trecho urbano da mencionada rodovia na região urbana em Luis Eduardo Magalhães( 940 km de Salvador) em local que nos últimos 30 dias registrou 6 mortes por acidentes de tráfego.

O DNIT informa que foi elaborado projeto para o local em obra avaliada em mais de R$40 milhões, com processo licitatório aberto em junho de 2011, com edital suspenso em setembro e transcorrido mais de 6 meses do fato, permanece suspenso.

O trecho a sofrer a ação construtiva tem apenas 8 km, mas o governo federal em seu tratamento desigual para com a Bahia, não deixa sair do papel obra de tão pequeno valor, porém de grande validade para o cidadão e o município principalmente pela segurança que será melhorada.

A região de Luis Eduardo Magalhães, São Desidério, Barreiras e outros municípios são grandes produtores de soja, milho, algodão e precisa de investimentos federais para seu crescimento.

E só como lembrança, não é só de rodovias que há necessidade de intervenções construtivas, pois a Ferrovia Oeste\Leste também se faz estandarte para a continuidade do crescimento da região que receberá investimentos de grandes somas até de procedência internacional,principalmente dos asiáticos.

Há muito tempo pensargrande vem postando comentários cobrando dos governos federais do PT,(Lula e Dilma) mais respeito pela Bahia, que deu inclusive a Dilma a maior vitoria em termos de diferença absoluta de votos nas últimas eleições.



ECONOMIA

Chevron suspende produção no país

Decisão ocorre após novo vazamento no campo de Frade, provocado por fissura de 800 metros


Ramona Ordoñez Liana Melo

A gigante americana Chevron passou do paraíso, quando iniciou, em 2009, a produção de petróleo no Brasil, ao inferno, ontem, ao anunciar que vai suspender a produção de petróleo no país.

Toda a produção da petrolífera em território brasileiro está hoje concentrada no campo de Frade, na Bacia de Campos, onde foi detectado um novo vazamento de óleo no último dia 4, provocado por uma fissura de 800 metros de extensão e afundamento do solo marítimo. Segundo a companhia, o vazamento foi de apenas cinco litros.

A decisão de uma empresa suspender, ainda que temporariamente, toda sua produção de petróleo é inédita no país e foi anunciada ontem pelo novo diretor de Assuntos Corporativos da Chevron Brasil, Rafael Jaen. De acordo com o executivo, o objetivo é descobrir as causas do novo acidente, que ocorreu a cerca de três quilômetros a leste do poço onde houve o derramamento do dia 7 de novembro do ano passado, quando vazaram cerca de 3,4 mil barris de petróleo.

-A decisão de suspender temporariamente a produção foi tomada por precaução em virtude do novo afloramento de óleo e o rebaixamento do terreno - disse Jaen.

A companhia encaminhou ontem às 13h55m a solicitação para a suspensão da produção à Agência Nacional do Petróleo (ANP). A produção de Frade é de 61,5 mil barris por dia.

A ANP informou que a Chevron foi autuada na quarta-feira por não ter atendido notificação da agência para apresentar as salvaguardas solicitadas para evitar novos vazamentos na área. A empresa virou alvo de um novo processo administrativo no órgão. Desde ontem, técnicos da agência estão no Centro de Comando de Crise da Chevron. Entre as medidas já tomadas, foi determinada a instalação de um coletor no novo ponto de vazamento identificado pela empresa.

Ibama: vazamento decorre do anterior

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, disse que um novo vazamento no poço da Chevron mostra, mais uma vez, a importância de um estudo de análise de risco, bem como a adoção de rigorosas medidas ambientais preventivas para atividades de perfuração de óleo no fundo do mar. Minc enfatizou ter "faltado transparência" por parte da empresa quando do primeiro acidente, em novembro de
2011, em relação a sua real dimensão, e disse que as informações até agora disponíveis, neste segundo caso, são ainda insuficientes:

- Não está claro se é um novo vazamento ou um rescaldo daquele do ano passado. Já tínhamos advertido que o vazamento na Bacia de Campos não havia sido completamente resolvido. Além disso, a causa do acidente não foi completamente esclarecida. Naquela época, a Chevron foi informada que havia uma fissura no fundo do mar. A empresa fez o encapsulamento de apenas parte da fissura, quando o correto era ter feito em toda a área.

Para o Ibama, informações preliminares apontam que o vazamento é decorrente do vazamento registrado ano passado, não se tratando de um novo, uma vez que o poço não estava operando.

O diretor da Chevron explicou que no dia 4 a companhia identificou uma pequena mancha de óleo na superfície. A partir de então, a empresa trabalhou usando um robô submarino para encontrar a origem. A descoberta da fissura ocorreu no dia 13, quando o caso foi comunicado à ANP. A companhia coletou cerca de cinco litros de petróleo, com três equipamentos iguais aos utilizados no vazamento de novembro, que continua até hoje.

Jaen afirmou que a empresa não sabe ainda as causas do novo vazamento, mas que não teria qualquer ligação com o vazamento anterior. Com a suspensão da produção, a companhia pretende realizar um amplo estudo técnico para melhor entender a estrutura geológica da área. A suspensão da produção foi aprovada também pelos sócios da Chevron no Frade, a Petrobras e a japonesa Inpex.

O oceanógrafo David Zee, da Uerj, está convencido de que o acidente da Chevron não pode ser analisado de forma isolada. Nos últimos meses, desde novembro, a indústria de petróleo no país tem registrado um acidente por mês.

-Tem algo muito errado acontecendo, porque os acidentes estão se repetindo e nem a ANP nem o Ibama estão repensando a estratégia de prevenção de acidentes no país - alerta Zee, defendendo que a Marinha seja mais bem aparelhada para viabilizar acesso aos campos de exploração em alto mar mais rapidamente.

O diretor da Chevron garantiu que a companhia não pretende sair do Brasil, apesar dos problemas:

- A gente não vai alterar o plano de investimentos no Brasil agora, nem estamos pensando em alterar.

Na quarta-feira, o presidente da Chevron para África e América Latina, Ali Moshiri, e o presidente da Chevron para o Brasil, George Buck, estiveram com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão,

para debater a atuação da empresa no país após o vazamento de novembro. Naquele dia, a Chevron já investigava o novo problema.

Uma ação civil pública movida pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira pede que a Chevron seja proibida definitivamente de extrair óleo no Brasil e que seja condenada a pagar, com a Transocean, indenização de R$ 20 bilhões pelo vazamento de novembro. Essas punições ainda vão ser analisadas pela Justiça. (Colaboraram Danilo Fariello e Daniel Haidar)
Resenha Diária produzida pela Ascom/MD - O globo.

Economia. Leia e responda: nossa Economia é forte?

Gigante têxtil se volta para o ramo imobiliário com shopping


Em meio à crise do setor têxtil - causada pela valorização do real e pela concorrência das importações da China -, a Coteminas, uma das maiores empresas do Brasil nessa área, está desativando duas fábricas no Rio Grande do Norte para explorar um dos segmentos que mais crescem no país: o imobiliário.

A empresa usará o terreno de 885 mil metros quadrados que tem em São Gonçalo do Amarante, próximo a Natal, para construir um complexo imobiliário que incluirá residências, escritórios, shoppings center, hotel, centro de convenções, teatro e escola.

Localizado no mesmo município em que foi entregue à iniciativa privada a construção do novo aeroporto internacional do Estado, destinado a atender a demanda da Copa de 2014, o empreendimento está orçado em R$ 1 bilhão e projeta um fluxo diário de até 45 mil pessoas.

A ideia é que a primeira fase do projeto esteja pronta para “aproveitar o movimento da Copa”. O restante dependerá da demanda no setor, mas a expectativa é que tudo esteja concluído em cinco anos, segundo o presidente da empresa, Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar.

O empresário, que é colunista da Folha, nega que esteja abandonando o setor têxtil, que enfrenta um dos seus piores momentos. “Vamos continuar produzindo a mesma quantidade em outra unidade”, disse à Folha. “Estudos de mercado apontaram qual era a melhor utilização do terreno.”

Ele admite que a indústria têxtil perdeu importância relativa na economia, mas destaca que “uma coisa não atrapalha a outra”. Questionado se não abre caminho para mudar de área, desconversa: “O futuro a Deus pertence”. Desde 2006, as importações brasileiras da área têxtil e de confecções superam as exportações.

O déficit comercial vem crescendo num ritmo acelerado. A produção registrou queda no ano passado em relação a 2010, apesar do crescimento nas vendas, e os empresários do ramo negociam com o ministro Guido Mantega (Fazenda) medidas de socorro ao setor.



Desativação de unidades


A Coteminas abriu a primeira fábrica em São Gonçalo na década de 1980. Depois construiu uma segunda unidade ao lado. Nas duas trabalham 1.100 pessoas e são desenvolvidas cinco das sete etapas da produção da empresa, da fiação à confecção final de produtos de cama, mesa, banho e vestuário.

Segundo Silva, num primeiro momento somente estão sendo desativadas as fases de fiação e tecelagem. O restante depende de uma redistribuição da empresa, pois é preciso manter o abastecimento da outra fábrica no Estado, responsável pela confecção dos produtos.

Ele diz que provavelmente as unidades da Paraíba vão suprir a produção desativada inicialmente em São Gonçalo. Nas outras etapas, a transferência será mais lenta.


Silva diz que ao menos metade dos funcionários será reaproveitada em outras unidades. Cerca de 550 dispensados farão cursos de capacitação para atender à nova demanda na área de comércio, hotelaria e escritórios.

NOTÍCIAS - Copa 2014


Relatório do TCU diz que custo da Arena Fonte Nova é R$ 591,7 milhões

O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou, nesta sexta-feira (16), em seu portal o relatório de situação do TCU e a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, que tem como responsável o ministro Valmir Campelo. Nele consta que o valor da reconstrução da Fonte Nova é de R$ 591,7 milhões.





sexta-feira, 16 de março de 2012

Aumentam investidas para fornecer caças ao Brasil Agência Estado



O anúncio feito em fevereiro de que a Índia escolheu os caças franceses Rafale para equipar sua Força Aérea, alimentando a possibilidade de que isso reduza o preço do pacote oferecido ao Brasil, favorecendo a sua escolha também pelo governo brasileiro, fez com que reacendessem as investidas dos demais concorrentes ao País.






Depois de a Boeing, fabricante do avião norte-americano F-18, anunciar a abertura de um escritório em Brasília, e da visita de várias autoridades ao país, hoje, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, visitou o ministro da Defesa, Celso Amorim. Ainda hoje, Amorim recebeu também o presidente do Parlamento do Reino da Suécia, Per Westberg, cujo país é fabricante do caça Gripen, outro concorrente. O ministro da Defesa já sinalizou que a intenção do governo é anunciar a escolha do modelo a ser comprado até o meio do ano.






Ao sair da audiência com Amorim, Thomas Shannon, disse que a decisão do governo norte-americano de suspender o contrato de US$ 355 milhões para a aquisição de 20 aviões Super Tucano da Embraer, não está vinculada à concorrência para a compra dos caças do projeto FX. "A decisão de suspensão foi tomada em função de problemas internos da Força Aérea dos Estados Unidos. Não tem nada a ver, não tem qualquer vinculação com a compra do F-18. São questões separadas", declarou, repetindo discurso de outras autoridades norte-americanas feitas desde a suspensão do processo nos Estados Unidos.






"A suspensão não tem nada a ver com a Embraer ou com o Super Tucano, que é um excelente avião e nós temos todo o interesse nele", afirmou o embaixador, ressaltando que o projeto ainda será reaberto.






Já o representante do parlamento sueco, aproveitou o encontro com Amorim, para informar que o caça Gripen NG, que está na disputa do projeto FX no Brasil, poderá ter seu preço ainda mais reduzido, agora que o avião sueco foi selecionado pela Suíça para ser seu futuro caça. Os suíços optaram pela compra com desenvolvimento de projeto, a exemplo do que foi ofertado ao Brasil.






"A intenção é de aproveitar a visita ao Brasil para apresentar as novas oportunidades de parceria com a indústria brasileira que o projeto pode oferecer, inclusive com melhores condições financeiras", disse o representante da Saab
Marcelo Guimarães Filho retorna à presidência do Bahia

Valéria Ibalo -Tribuna da Bahia



Retorna à presidência do Esporte Clube Bahia, o presidente Marcelo Guimarães Filho. O mesmo desembargador que cassou a liminar impetrada pela oposição no ano passado, Gesivaldo Nascimento Britto do Tribunal de Justiça da Bahia, concedeu um efeito suspensivo sobre a decisão do juiz Paulo Albiani, que, em sentença, destituía a diretoria tricolor na última quarta-feira (14).



Marcelo disse que "Agora está tudo de volta ao normal. Vamos tomar pé da situação. Quero saber como estão as coisas dentro do clube".



O vice-presidente jurídico do Tricolor, Ademir Ismerim, conformou a informação via Twitter. "Acabou a agonia liminar do Bahia deferida MGF volta a Presidência. BBMP", escreveu o advogado, que protocolou a ação contra a decisão do juiz Paulo Albiani

Copa do Mundo 2014: Equipe da IMG World está em Salvador para fazer documentário sobre a cidade





Representantes da Secopa-BA acompanharão de 16 a 23 de março o assistente de produção, Richard Milway, e um cameraman da IMG World que estão em Salvador para capturar imagens dos pontos turísticos da cidade, do futebol baiano e da obra da Arena Fonte Nova. A empresa está produzindo para a FIFA programas mensais sobre as sedes brasileiras da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

Hoje eles acompanharam o treino do Esporte Clube Vitória, no Barradão. Amanhã (17.03), a equipe estará no Fazendão para filmar o treino do Esporte Clube Bahia. No domingo (18.03), as imagens capturadas serão a do clássico BA x VI, no Barradão. Na próxima semana, eles filmarão a cidade e a obra da Arena Fonte Nova.

Ascom Secopa
16.03.12

quinta-feira, 15 de março de 2012

Lerdeza, falta de postura administrativa e de prestigio ou afinal o que é que acontece com as obras para a Bahia?


A construção da Estação Marítima do Porto de Salvador se não bastasse o atraso, ainda acontece que após a divulgação da empresa vencedora da licitação a Cromo Engenharia, tem uma sua concorrente, a Axxo ingressado na Justiça inconformada com o resultado.

A " coisa " funciona assim: demora para pensar, para elaborar os planos, os projetos, para licitar e o tempo correndo.
Deus do céu essa gente parece está sempre dizendo: não tenho tempo para nada. como poder resolver tantas necessidades?
Em tudo planejar é preciso.
O sucesso é saber usar o tempo, acabar com a burocracia que leva a corrupção e ao retardamento de decisões importantes.
Salvador necessita de obras para crescer e se transformar numa bela cidade para se viver bem.
Acorda gente, deixe a politica de lado e trabalhe para o povo que os elegeu como seus representantes numa democracia necessitada de ajustamentos para um país melhor.
Com a lentidão da justiça certamente o que já estava com grande atraso, vai sofrer muito mais.
Que diferença de obras que são realizadas na China e Japão por exemplo.
É dose ter de conviver com a postura  do não tenho tempo para nada.
Gente, o tempo é o periodo que existe para realizarmos as coisas, os empreendimentos e as tomadas de posição de nossa própria vida.
Basta de marasmo, inércia ... vou parar por aqui.