quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

NOTÍCIAS - Indústria

Primeira fábrica de aerogeradores da Bahia será inaugurada em maio

Primeira fábrica de aerogeradores da Bahia será inaugurada em maioA empresa espanhola Gamesa inaugura, em maio deste ano, a primeira fábrica de aerogeradores da Bahia, que está sendo implantada no Polo Industrial de Camaçari. Com investimento inicial de R$ 50 milhões, a empresa vai gerar, nesta primeira fase, 60 empregos diretos, com mão de obra 100% baiana.



“Os trabalhadores serão baianos e 40% dos componentes dos aerogeradores fabricados em 2011 serão nacionais. Para 2013 podemos garantir aos nossos clientes um mínimo de 60% de nacionalização de nossos equipamentos”, afirma o diretor da Gamesa, Álvaro Carrascosa.



“A Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração está acompanhando com muita atenção todos os empreendimentos de energia eólica. A Gamesa é fruto dos 34 projetos de parque eólicos que serão aqui implantados. O nosso desafio agora é atrair outras empresas da cadeia produtiva, contribuindo para o surgimento de um polo industrial da energia eólica na Bahia”, diz o secretário James Correia.



Além da Gamesa, a francesa Alstom está em fase de instalação, também em Camaçari, com investimentos previstos de R$ 50 milhões e geração de 150 empregos. A empresa começou a desembarcar no final do ano passado, no Terminal de Container (Tecon) Salvador, equipamentos destinados à construção do primeiro Parque Eólico da Bahia, no município de Brotas de Macaúbas. No total serão desembarcados 57 nacelles (motores) e 171 pás (hélices gigantes), que deverão começar a ser transportadas para o local do parque ainda em janeiro.



Terceiro maior estado em número de empreendimentos contratados nos leilões de energia renovável, a Bahia tem 34 projetos, todos em implantação, que somam R$ 4 bilhões, com previsão de gerar 3 mil novos empregos. Quando for iniciada a fase de operação, os parques eólicos irão acrescentar 997,4 megawatts à rede elétrica. Localizados na região Sudoeste, Central e no Vale do São Francisco, a previsão é de que 18 parques estejam em pleno funcionamento em setembro de 2012.



Produção para o Brasil e Mercosul



Antes mesmo de inaugurar a sua fábrica baiana, a Gamesa já tem algumas encomendas. A primeira delas deve ser entregue até dezembro: são 21 equipamentos (42 MW) para o Parque Dunas do Paracuru, no Ceará. Já para 2011, o faturamento previsto é de cerca de R$ 100 milhões.



Com fábricas na China, EUA, Índia e Europa, a Gamesa tem mostrado agilidade em sua implantação no Brasil. “As obras de construção da fábrica foram iniciadas em 7 de dezembro de 2010, uma semana após a assinatura de protocolo de intenção com o Governo da Bahia. Até o final de fevereiro, devem chegar quatro pontes rolantes, que vão servir para movimentar a carga de toda linha de produção da fábrica”, diz Carrascosa.



Oitenta por cento da produção de aerogeradores da Gamesa será destinada ao mercado interno e 20% para o exterior, com vendas de equipamentos para a Argentina, Chile e Uruguai. “A implantação do projeto no Brasil tem uma importância estratégica, pois servirá de base para o abastecimento da América Latina”, explica o diretor, que já prevê uma futura expansão: “Se os bons ventos soprarem a favor da Gamesa na Bahia, acredito que, no início de 2013, a empresa já comece uma ampliação


 

Metrô entra na pauta de reunião entre Wagner e Edvaldo Brito


Aguardado por dez em cada dez moradores de Salvador, o metrô da capital baiana foi tema de uma reunião entre o vice-prefeito Edvaldo e o governador do estado, Jaques Wagner. Brito coordena o grupo de trabalho que realiza estudos para decidir o modelo jurídico de operação e a tarifa de alcance popular a ser criada para o sistema.



Durante o encontro, Wagner tomou conhecimento do resultado das reuniões que a equipe vem realizando, analisando questões como orçamento, tarifas e gestão, que tanto poderá ser através de concessão, parceria com a iniciativa privada ou criação de uma empresa. Na próxima semana, o grupo vai conhecer o resultado dos estudos que o vice-prefeito tem feito pessoalmente.



O grupo de trabalho que estuda a gestão do metrô é coordenado pelo vice-prefeito e, de acordo com decreto do prefeito João Henrique, formado em nível federal por representantes do Ministério das Cidades e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU); e, em nível estadual, por representantes da Secretaria do Desenvolvimento Urbano (Sedur), Secretaria da Fazenda e da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). Pela Prefeitura, participam representantes da Secretaria Municipal dos Transportes Urbanos e Infraestrutura (Setin) e da Companhia de Transportes de Salvador/Metrô (CTS).

TribunadaBahia

Nova ciclovia será inaugurada na orla


A Prefeitura do Salvador, através da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), vai inaugurar uma nova ciclovia neste sábado (29), dando sequência às ações de melhoria da orla de Salvador. O trecho beneficiado vai de Plakaford a Itapuã, onde as obras de requalificação abriram a nova via para os ciclistas, com proteção de meios-fios, sinalização e pintura.



De acordo com o presidente da Desal, Euvaldo Jorge, é preciso reconhecer a prática do ciclismo como esporte e meio de transporte. "Essas iniciativas ajudam a dar qualidade de vida e mudar o comportamento das pessoas, sejam soteropolitanos ou visitantes. A intenção é estender o projeto de ciclovias para os bairros mais distantes, na linha do Subúrbio", ressalta. A estimativa é de que essa ciclovia beneficie diretamente cerca de oito mil pessoas, que farão o percurso pedalando à beira-mar com segurança.




Fonte:TribunadaBahia


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Sebrae já iniciou o mapeamento dos nove setores beneficiados com a competição


Copa dará oportunidades para 7,7 mil pequenas empresas, diz estudo

Fonte: Portal 2014

O Sebrae divulgou hoje (26) os resultados de um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) que prevê a geração de oportunidades de negócios para 7,7 mil micro e pequenas empresas (MPE) com as obras e serviços vinculados à Copa de 2014.


Segundo a FGV, nove setores da economia serão beneficiados com a realização do campeonato de futebol. Construção civil, tecnologia da informação, turismo, produção associada já tiveram, inclusive, um mapeamento de oportunidades finalizado pelo Sebrae.


O mesmo processo será iniciado até abril nos setores de agronegócio, madeira e móveis, têxtil e confecção, comércio varejista e serviços. A expectativa do Sebrae é investir R$ 48 milhões em projetos de consultoria, inovação e acesso a mercados até 2012.


"O crescimento da demanda virá acompanhado de um aumento do nível de exigência e as micro e pequenas empresas terão que melhorar o processo de gestão. Trata-se de um grande desafio, as empresas ficarão mais fortes, gerarão mais empregos e aumentarão seu faturamento”, disse Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae.


De acordo com o coordenador do comitê técnico do Programa Nacional para Atuação do Sistema Sebrae na Copa de 2014, Dival Schmidt, o número de micro e pequenas empresas beneficiadas pelo evento pode ser multiplicado. “Temos um conjunto de metodologias usadas para capacitar pequenos negócios e vamos utilizá-las nesse processo”.


Um exemplo do benefício indireto da realização do Mundial no Brasil é a contratação de pequenos negócios para trabalhar na remoção de entulhos durante as obras nos estádios da competição. “Usaremos esse grande evento para mudar e preparar os pequenos negócios para aumentar sua competitividade”, disse Schmidt.

Leia sobre Bahia "Terra de Todos Nós"

Clique aqui >http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2011/1/26/estacao-maritima-vai-reforcar-as-acoes-estruturantes-da-copa-2014-em-salvador

Petrobrás informa:

Somos a 3ª maior empresa de energia do mundo, segundo PFC Energy Avançamos mais uma posição e passamos do quarto para o terceiro lugar no ranking PFC Energy 50, divulgado nessa segunda (24/1), que lista as maiores empresas de energia do mundo em valor de mercado.

Completamos dezembro de 2010 com US$ 228,9 bilhões, à frente de Shell e Chevron, quarta e quinta colocadas.



A consultoria PFC Energy destacou a nossa constante ascensão. Passamos de 27º lugar, na primeira edição do ranking em 1999, para a terceira colocação em pouco mais de uma década. Segundo a consultoria, o nosso valor de mercado, que era de US$ 13,5 bilhões naquele ano, cresceu a uma taxa composta de 27% ao ano.

 Ainda de acordo com a PFC Energy, o recuo no preço das nossas ações em 2010 foi compensado pela capitalização de US$ 67 bilhões.



A PFC Energy é uma consultoria de energia com atuação junto a empresas e governos em todo o mundo há mais de vinte anos. Ela publica anualmente o ranking das 50 maiores companhias de energia com ações em bolsa e tem como principal critério o desempenho no mercado de capitais.

 Fundada em 1984, a PFC Energy tem escritórios em Washington, Paris, Houston, Bahrain, Lausanne, Kuala Lumpur e Buenos Aires. O ranking está disponível no site.



Bahia "Terra de Todos Nós"

Clique aqui >http://www.comunicacao.ba.gov.br/

NOTÍCIAS - Governo

Wagner e ministro da Justiça discutem pacto nacional contra a violência




Governador e ministro da Justiça discutem pacto nacional contra a violência.
A construção de uma aliança entre os governos estaduais e federal no enfrentamento à violência e ao crime organizado é o objetivo do encontro do governador Jaques Wagner com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, nesta quarta-feira (26), às 17h30, na Governadoria (Centro Administrativo da Bahia).

Cardozo já esteve reunido com os governadores e secretários de segurança pública de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e antes de vir à Bahia, estará em Pernambuco.

Estas reuniões fazem parte de uma série de encontros do ministro com os governos estaduais. A partir deles será definida a pauta e a proposta de pacto, que serão posteriormente apresentados à presidenta Dilma Rousseff, em reunião com os governadores, em Brasília.

Noticias Importantes : Defesa

Resenha Diária produzida pela ASCOM/MD
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
RAYMUNDO COSTA

Território comanche

A presidente Dilma Rousseff vai convocar o ministro da Defesa, Nelson Jobim, nos próximos dias, para uma reunião na qual serão discutidas, entre outras coisas, a compra de 18 novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) e de 11 navios de superfície para a Marinha. Dilma adiou a compra dos caças, mas é improvável que a licitação seja retomada do zero. A negociação dos barcos ainda se acha em fase de consulta, mas também pode esperar por um momento mais adequado da economia.

Dilma está preocupada com a questão fiscal. Só os projetos da FAB e da Marinha, somados, envolvem alguma coisa em torno dos R$ 20 bilhões. E os caças da Força Aérea significam apenas um primeiro lote do que poderá vir a ser uma encomenda de mais de 100 caças, no longo prazo. Dilma e Jobim conversaram ontem. Muito embora a compra dos caças não signifique desembolso imediato, nem uma despesa orçamentária, o ministro entendeu o recado da presidente.

Segundo disse Jobim, mais tarde, a interlocutores, há pelo menos três boas razões para justificar o adiamento: o Orçamento Geral da União (OGU) ainda não foi sancionado, o volume do corte também não está acertado e, em terceiro, mas não menos importante, segundo faz questão de afirmar, o governo no momento é obrigado a fazer despesas extraordinárias de caráter inquestionavelmente prioritário, como no caso do combate às enchentes no Rio de Janeiro.

Há muito ruído, em Brasília, sobre a compra de material militar. Há casos, talvez a maioria, de puro lobby. Mas no caso do Ministério da Defesa existe também o interesse do PMDB. Para boa parte dos dirigentes do partido seria muito mais interessante controlar um outro ministério com mais apelo político do que a Defesa, cujo maior atrativo é a Infraero, estatal cobiçada, mas que em breve deve mudar de endereço. Enjeitado por seu partido, Jobim, em contrapartida, sensibilizou o PT, ao convidar o deputado José Genoino para ser o principal assessor civil do ministério.

Dilma Rousseff e Nelson Jobim estão hoje juntos no Morro do Alemão, onde deve ser inaugurada uma agência do Banco do Brasil, entre outras atividades. É perceptível que o ministro ainda não acertou seu relógio com o de Dilma. Os dois ainda não chegaram a um modelo confortável de convivência. A mudança de presidentes ajuda a explicar as dificuldades - o jeito Dilma de governar difere muito do estilo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao qual o ministro (e os outros que permaneceram no cargo) já havia se habituado.

Lula não era afeito a despachos de rotina com os ministros; já com Dilma, ficará bem na fita aquele que a mantiver permanentemente informada com relatórios semanais, por exemplo, sobre os assuntos relacionados a sua área. Mas há também peculiaridades da Defesa, uma Pasta que transcende governos.

Os projetos para reequipar as Forças Armadas, em sua grande maioria, são de longo prazo, coisa de 15, 20 ou 30 anos. Por outro lado, o país atravessa uma situação fiscal que a Defesa não deve ignorar. O que o ministro deve acertar com a presidente é um cronograma adequado ao orçamento disponível.

A compra dos caças, um negócio estimado em R$ 10 bilhões, as 18 primeiras de mais de uma centena de unidades, terá financiamento externo de longo prazo. Os efeitos financeiros não se darão no exercício de 2011, eventualmente a partir de 2012. Por outro lado, mesmo que não se trate de dinheiro orçamentário, é contabilizado como encargo financeiro e tem impacto no cálculo do superávit nominal.

A esquadrilha da FAB chegou a seu limite - a vida útil da maior parte dos caças esgota-se em 2015. O processo de compra dos novos aviões se arrasta desde o primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso. A reabertura do processo de licitação implicaria novo atraso.

Nesse aspecto, o melhor para a FAB seria a manutenção do atual processo licitatório. São três os supersônicos pré-selecionados: o francês Rafale, o sueco Gripen e o americano F-18, o Super Hornet. O ex-presidente Lula tinha preferência política pelo Rafale, dentro de uma parceria estratégica com a França. Em troca, Lula esperava ter o apoio da França à reivindicação do Brasil por uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Além disso, o Ministério da Defesa considerou a escolha como a mais adequada aos parâmetros da Estratégia de Defesa Nacional: das três opções, a da fábrica francesa Dassault seria a que mais ofereceu em termos de transferência de tecnologia.

Vale registro o tratamento que a presidente Dilma tem dado aos assuntos de natureza militar ou relacionados à caserna. Ela chamou para si a questão da compra dos armamentos, ao que tudo indica, pelas questões orçamentárias e econômicas envolvidas na compra, mas tirou de dentro do Palácio do Planalto outras questões relacionadas às Forças Armadas, como aquelas relativas aos direitos humanos.

MINISTÉRIO DA DEFESA

Assessoria de Comunicação Social

Resenha Diária do Jornal:

VALOR ECONÔMICO

25/1/2011



Este é o caso da decisão de transferir o Arquivo Nacional da órbita da Casa Civil para o Ministério da Justiça. O órgão é responsável pela manutenção dos documentos históricos do país, como os registros da época do regime militar. A discussão sobre os desaparecidos políticos está sob a responsabilidade da Defesa, enquanto a aprovação do Plano Nacional de Direitos Humanos, o PNDH 3, com a criação da Comissão da Verdade, será negociada no Congresso.

Antes da viagem de hoje ao Rio, Jobim acertou com a presidente da República a modelagem da participação das forças armadas quando for empregada na defesa civil, como atualmente acontece no Rio. Dilma deve baixar um decreto que prevê dois tipos de intervenção, evidentemente a pedido do governo estadual. A primeira é a de apoio. Neste caso, o comando fica com as autoridades civis da área. Pela segunda forma, os militares, chamados, assumem o comando e o controle da situação. Jobim procura tranquilizar os críticos da intervenção das Forças Armadas em assuntos civis com o argumento de que o decreto vai ser específico sobre os casos em que elas poderão ser chamadas. "O que nós não podemos é banalizar isso", costuma defender o ministro da Defesa.

EMPREENDIMENTO

Financiamento do trem-bala embute subsídio, diz estudo
Valor Econômico
André Borges
De Brasília

O governo tem sustentado a tese de que o projeto do trem-bala, que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, é um empreendimento de risco financeiro baixo para o poder público, já que boa parte do custo, hoje estimado em R$ 34 bilhões, será bancado pelo capital privado. Não é exatamente o que mostra um novo relatório do Centro de Estudos do Senado Federal, divulgado ontem.

O estudo aponta que o financiamento público do trem de alta velocidade (TAV), que será feito por meio do BNDES, envolve um subsídio embutido nos encargos que pode chegar a R$ 4,8 bilhões. Esse valor, segundo o consultor do Senado, Marcos Mendes, responsável pelo relatório, corresponde à diferença entre a taxa Selic usada pelo Tesouro Nacional para se financiar e a TJLP, acrescida de 1% ao ano, taxa a ser usada pelo BNDES no empréstimo às obras do TAV.

Pelas regras do projeto, o BNDES concederá ao concessionário do TAV um empréstimo de até R$ 20 bilhões. Quem dá as garantias para tomar esse dinheiro é o Tesouro, ou seja, se o concessionário não pagar o BNDES, o Tesouro arcará com a despesa. Por meio de sua assessoria, o BNDES informou que é essa garantia do Tesouro que transforma o TAV em um projeto de baixo risco para o banco. Por isso, a taxa do empréstimo é considerada baixa em relação a outros projetos de maior risco, nos quais o Tesouro não garante o pagamento, o que faz o banco cobrar um "spread".

Paralelamente, os desembolsos do governo no trem-bala somam investimento direto de mais R$ 3,4 bilhões para a criação da estatal Etav, que será sócia do empreendimento, e um subsídio de mais R$ 5 bilhões a ser concedido pelo Tesouro, caso haja frustração de receitas. "O que concluímos é que o governo está bancando um projeto bilionário sem estudar profundamente seus benefícios", critica Mendes.

Além do volume de dinheiro público envolvido no projeto, as regras atuais jogam sobre o governo a responsabilidade de ter de assumir as dívidas do concessionário, caso a demanda do TAV não seja atingida, segundo Mendes. Isso porque, numa situação em que o Tesouro tivesse de pagar o empréstimo do BNDES, ele teria dificuldades em cobrar suas contragarantias junto ao consórcio.

São duas as contragarantias do concessionário: as ações da empresa que gerencia o TAV ou as receitas geradas pelo trem-bala. "Essas garantias são extremamente frágeis", diz Mendes. Se o TAV apresenta rentabilidade negativa, as ações da empresa formada para geri-lo não terão valor de mercado, argumenta o consultor. Quanto às receitas futuras com a operação, torna-se uma alternativa inócua, já que, se o empreendimento vive uma situação na qual nem consegue pagar suas dívidas, seria mínima a capacidade de gerar receita suficiente para cobrir os custos. O ideal, diz, seria o concessionário contratar um seguro de garantia no mercado financeiro, o que exigiria desembolso efetivo.

O trajeto do TAV entre Rio e Campinas prevê cinco possíveis estações, além de São Paulo, e paradas em aeroportos. A distância total é de 511 km, com 412 km no trecho Rio-SP. Pelo projeto do governo, estima-se 6,4 milhões de passageiros/ano para o trecho Rio-São Paulo em 2014. De acordo com o estudo do Senado, as experiências internacionais com trem-bala apontam a necessidade de se atingir pelo menos 20 milhões de passageiros/ano para que o projeto cubra os custos operacionais e as despesas com juros.

Questionado sobre o assunto, o presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, afirmou que o estudo do TAV foi meticulosamente desenhado e que se trata de um projeto de governo que será realizado, com ou sem a iniciativa privada. "Há razões de interesse público para fazer esse projeto. É um projeto que tem de ficar de pé e o governo acredita nele. Se o negócio for mal, o governo assume o projeto. Não há hipótese de abandonarmos essa obra", disse.

Sobre o subsídio embutido no empréstimo do BNDES, Figueiredo comentou que o governo nunca negou que estava dando condições favoráveis de financiamento a juro baixo para realizar a obra.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Agenda para inspeção de campos é divulgada

Fonte: Fifa.com



O Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA divulgou a agenda de visitas de inspeção aos locais identificados pelas cidades como possíveis Campos Oficiais de Treinamento (COT) para a competição. No final de dezembro, uma comissão inspecionou três campos em Porto Alegre. No início de janeiro, oito campos foram vistoriados em Curitiba.



A visita em Curitiba foi a última neste mês de janeiro. Em fevereiro e março as inspeções continuam, em Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Os Campos Oficiais de Treinamento são os campos cedidos pela organização para treinamento das equipes nas cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo da FIFA e da Copa das Confederações da FIFA.



Após as duas primeiras visitas, o Comitê iniciou a produção de um relatório técnico sobre os potenciais COT em Porto Alegre e Curitiba. O documento apontará, tecnicamente, o que cada local necessita para se adequar ao que está sendo recomendado pela FIFA. Estes relatórios serão enviados aos representantes das cidades, que terão um prazo para providenciarem as modificações.



Confira a agenda de visitas do Comitê:



3 e 4 de fevereiro – São Paulo

5 e 6 de fevereiro – Rio de Janeiro

7 e 8 de fevereiro – Belo Horizonte

13 e 14 de fevereiro – Salvador

15 e 16 de fevereiro – Brasília

17 de fevereiro – Cuiabá

26, 27 e 28 de fevereiro – Manaus

12 e 13 de março – Recife
Estádio de Pituaçu

14 de março – Natal

15 e 16 de março – Fortaleza



Noticias rápidas :

01: A Tragédia da Região Serrana tem 827 mortos e 513 desaparecidos;

02: Dos Secretários nomeados hoje por Wagner  três são do PP ( Eduardo - Wilson Brito e Carlos Costa, um do PRB (Almiro Sena) e um do PT Carlos Brasileiro;

03- Futebol:
 No Estádio do Pacaembu em grande jogo o Flamengo venceu o Bahia por 2 X 1.
O time baiano teve um jogador espúlso aos 20 minutos do 2º tempo e desse lance o Flamengo fez seu gol da vitoria em penalidade máxima.
O goleiro César do Mengo foi um dos grandes destaques do jogo e o Bahia mesmo desfalcado fez uma boa partida.
Governador Jaques Wagner anuncia nome de mais seis secretários



O governador Jaques Wagner divulgou, no final da tarde desta terça-feira (25), a lista com mais seis nomes do secretariado do seu segundo mandato.

 Com isso, chegam a 21 as pastas com titulares confirmados. 

 Agora, falta apenas a definição dos secretários para as áreas da Promoção da Igualdade (SEPROMI),
Relações Institucionais (SERIN)
e Ciência e Tecnologia (SECTI).


Os novos nomes são:
Carlos Brasileiro, no Desenvolvimento Social e Combate à Pobrez (Sedes);
Almiro Sena, na Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH);
 Carlos Costa, na Secretaria Extraordinária da Indústria Naval e Portuária (Seinp).




Continuam na pasta os secretários da :
Indústria, Comércio e Mineração, James Correia;
 e da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Eduardo Salles.

O ex-secretário Wilson Brito, da Infraestrutura, volta ao primeiro escalão, desta vez comandando a Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir).

Fonte:AGECOM

Protocolo de Intenções entre a Secopa e a Codeba será assinado amanhã


Será assinado amanhã (26/01), às 10h, um Protocolo de Intenções entre a Secretaria Especial da Copa 2014 (Secopa) e a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), na sede situada no Terminal da França (Comércio).

O Protocolo de Intenções tem por objetivo a cooperação técnico-científica entre as duas instituições, visando o desenvolvimento de projetos e atividades voltadas à preparação da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 no Estado da Bahia.

No encontro, para assinatura do Protocolo, estarão presentes o Secretário Ney Campello da Secopa e o Presidente da Codeba, José Muniz Rebouças que firmarão o documento.

O Porto de Salvador é um equipamento de relevância para a Copa do Mundo no Brasil, pois, é um dos meios de integração entre os turistas e o megaevento.

Por isso, constata-se a importância do Porto na realização do Mundial, pois, uma das funcionalidades é a de recepcionar os grandes navios. A necessidade de revitalização da Estação Marítima de Salvador (Terminal Turístico e Terminal de Passageiros), bem como de toda a região circunvizinha é bastante significativa para o evento e também será um legado para a população soteropolitana.

Nathália Mattos
Ascom Secopa

Fotos:Google

Um dos maiores transatlânticos do mundo atraca no Porto de Salvador







Foto: Google



O navio inglês Queen Mary 2, um dos maiores do mundo, atraca no Porto de Salvador neste domingo, 23 de janeiro. Pesando aproximadamento 150.000 toneladas e com capacidade para 2.800 passsageiros e 1.250 tripulantes, o luxuoso transatlântico já foi considerado o maior do mundo. Em seus luxos incluem 15 restaurantes e bares, cinco piscinas, um casino, um salão de baile, um teatro e um planetário. O navio tem 345 metros de comprimento. Colocado de pé, seria maior que a Torre Eiffel, que mede 324.



Todas as terças-feiras o movimento de turista é intenso no Porto de Salvador, com a atracação de 4 a 5 transatlânticos simultaneamente. Nos demais dias os transatlânticos se juntam aos navios de cargas deixando o porto mais diversificado. Nesta temporada de 2010/2011, o porto recebe um total de 23 transatlânticos que farão 130 escalas, trazendo para Bahia mais de 300 mil turistas.



Autor/Fonte: ASCOM
CODEBA





Homenagem a Alencar reúne Dilma e Lula em São Paulo

Agência Estado




Em cerimônia que reuniu partidos adversários, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), entregou hoje a Medalha 25 de Janeiro ao ex-vice-presidente José Alencar. O evento foi o primeiro encontro público da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a posse. Debilitado, Alencar chegou de cadeira de rodas acompanhado por uma equipe de médicos. O ex-vice-presidente, emocionado, admitiu que chorou ao saber que Dilma e Lula estariam juntos na homenagem. "Eles vieram e eu achava que não poderia deixar de vir", disse Alencar.



Diante de parentes e políticos de diversos partidos, o ex-vice-presidente discursou sentado e disse que não está totalmente recuperado, mas que "está bem melhor". "São 90 dias de internação, exceto dois dias em Brasília e um dia no meu apartamento, em São Paulo", justificou, ao lembrar que, durante o tratamento contra o câncer, teve enfarte, edema pulmonar e até hemorragias. Alencar agradeceu o carinho de Kassab e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). "Para mim, (a homenagem) é uma honra muito grande", afirmou.



Bem-humorado, o ex-vice-presidente brincou com os convidados. "Os discursos devem ser como vestido de mulher. Não devem ser nem tão curtos que nos escandalizem, nem tão longos que nos entristeçam." Alencar destacou que, mesmo com as dificuldades, o tratamento evolui. "Se eu morrer agora, é um privilégio para mim porque a situação está tão boa que não tem como melhorar, está todo mundo orando por mim. Seja qual for o resultado, será uma vitória nossa."



Durante o discurso de 9 minutos e 40 segundos, Alencar dispensou o texto que havia preparado, por preferir "falar com o coração". De improviso, ele contou que, fora da Vice-Presidência, já não anda com os tradicionais batedores da segurança e que, por isso, tem observado a cidade e seus carros luxuosos, o que, na opinião dele, é uma prova de que o País vai bem. "Me perdoe. Eu fiz parte desse governo, mas o Brasil vai bem graças à dedicação extraordinária do presidente Lula", disse, diante de uma plateia que tinha tucanos e democratas entre convidados.

Veículo: Valor Econômico

Caderno: FNS





Ampliação logística passa por ferrovias



Até 2005, o complexo industrial portuário de Suape, em Pernambuco, era um porto mediano, movimentando 4,3 milhões de toneladas de carga, volume que o colocava no mesmo nível de alguns de seus vizinhos, como o porto de Maceió ou o de Areia Branca, no Rio Grande do Norte. Passados cinco anos, a realidade de Maceió e Areia Branca pouco mudou. Já Suape mostra outra realidade. Em 2010, o complexo de Pernambuco movimentou volume superior a 9 milhões de toneladas de carga, mais que o dobro de cinco anosatrás.



O crescimento foi alto, diz Geraldo Júlio, presidente de Suape, mas não chega a fazer sombra à movimentação que o porto projeta para 2013. O porto se prepara para 30 milhões de toneladas por ano, uma revolução que será causada por duas obras: o início das operações de Abreu e Lima, refinaria da Petrobras em construção no complexo, e o escoamento de produção que será trazido pela estrada de ferro Transnordestina.



As ambições de Suape são o reflexo do que o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Fialho, classifica como "uma nova curva no fluxo das cargas portuárias" do país. "Está havendo um deslocamento de vetores entre os portos em função dos projetos de infraestrutura e de logística."



Com base em dados da Antaq, o Valor fez um levantamento sobre a movimentação de cargas de 2005 e 2009 - o balanço de 2010 ainda não foi consolidado - entre os 38 portos organizados (públicos) do país e dividiu esse levantamento por regiões. Os dados não incluem as cargas dos terminais privativos. O cenário mostra que os 18 portos do Norte e Nordeste, somados, mantiveram a média anual de 26% do bolo nacional. O Sudeste, puxada pelo porto de Santos, continua a ser, de longe, a região mais movimentada, com 53% da carga do país. O que encolheu foi a movimentação do Sul, que oscilou 27% para 21%, ou seja, os portos do Norte e Nordeste assumiram a segunda posição no fluxo de cargas.



Na lista desses 18 portos, em particular, destaca-se o desempenho individual de quatro deles: Vila do Conde, no Pará; Pecém, no Ceará; Itaqui, no Maranhão; e Suape. Dos 18 portos dessas duas regiões, esses quatro portos foram responsáveis por mais de 60% de toda a movimentação verificada em 2009, uma participação que certamente avançou ainda mais no ano passado. Dados parciais de 2010 apontam que a movimentação de carga em Vila do Conde saltou de 10,7 milhões de toneladas em 2005 para 17 milhões no ano passado. No mesmo período, Pecém subiu de 1 milhão para 3,1 milhões de toneladas. Itaqui, que enfrentou uma série de atrasos em suas obras, foi o que o menos cresceu, oscilando de 11,6 milhões para 12,6 milhões de toneladas.



A despeito do desempenho até agora, comenta Fialho, o que mais importa é o que está por vir. Uma das preocupações é estar pronto para atender o escoamento de grãos do Centro-Oeste com o início das operações das ferrovias Norte-Sul (FNS) e Transnordestina. A FNS deve ter lotes de seu trecho já licitado para tráfego de cargas ainda neste ano. O projeto mexe com os planos do porto maranhense de Itaqui, e também com Vila do Conde, no Pará, que estuda a construção de um ramal ferroviário para se conectar ao circuito da Norte-Sul. A Transnordestina deve ser concluída no primeiro semestre de 2013 e também vai mexer radicalmente com as estruturas de Suape e Pecém.



A ampliação logística não passa só pelas ferrovias, comenta Fialho. "Vila do Conde, por exemplo, terá um impacto enorme com as operações da eclusa de Tucuruí, que foi inaugurada há dois meses." O porto do Pará tem planos para abrir, a partir do rio Tocantins, uma hidrovia direta com mais de 400 quilômetros de extensão, ligando o Sul do Estado até Barcarena, no litoral.



Outro fator decisivo nesse redesenho das cargas portuárias são as refinarias de petróleo em construção pela Petrobras. Suape não é o único porto beneficiado pelo projeto bilionário de Abreu e Lima. Estima-se que a refinaria Premium I, em Bacabeira (MA), deverá dobrar a movimentação de navios no porto de Itaqui. No longo prazo, o complexo de Pecém também vai se beneficiar. Este ano deve ter início a construção da refinaria Premium II no complexo, com previsão de entrar em operação em 2017.



"Essa mudança de cenário vai descomprimir Santos e Paranaguá", diz Fialho. "Não é um efeito negativo sobre esses dois portos. O que vai acontecer é que eles tendem a se voltar para uma vocação mais industrial." A tendência natural, segundo Fialho, é que o transporte de produtos de baixo valor agregado, como a produção agrícola e de minério, volte-se para os portos do Norte e Nordeste. Se essa carga pode seguir até lá por ferrovias, isso significa muitos quilômetros a menos em gastos com frete e transporte rodoviário, além da proximidade com os principais destinos de exportação do país.







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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Bolsa de Valores 3ª Parte

O Brasil chegou a ter nove Bolsas de Valores.
Atualmente a principal é a Bovespa, que é a maior da América Latina, 2ª das Américas e 3ª do Mundo.
Na Bovespa são negociados:
Títulos e Valores Mobiliários; os quais englobam ações de Companhias abertas, Títulos privados de renda fixa, derivativos agropecuário (commodities) derivados financeiros entre outros valores mobiliários.
As operações nas Bolsas tem um "que" especial de transparência e permitem uma maior valorização das empresas envolvidas.
Os Tipos de ações negociadas são :

ON (Ordinária Nominativa) dá direito a voto em assembleia sobre a definições da empresa;
PN (Preferencial Nominativa) não concede direito a voto,mas tem preferência no recebimento de dividendos.

Há muitos especuladores no ramo de venda e compra de ações e é preciso vasto conhecimento para sempre auferir resultados positivos nos negócios.

A situação da Bolsa registra uma tendência da Economia do país.

Continua...

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Proleilões

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