
Fotos: GoogleAnel ferroviário de Cachoeira e São Felix
Cachoeira com seu conjunto arquitetônico e paisagístico tombado, situada as margens do rio Paraguaçu, defronte dela a cidade de São Felix localizada na outra margem do rio, tiveram o beneficio do projeto do anel ferroviário que tiraria do meio da cidade o transito de trens e para tanto teve um projeto inicial que previa a construção de nove viadutos ferroviários e quatro viadutos rodoviários, que com as demais obras envolveria um custo inicialmente previsto de R$115.400.000,00 em números redondos e teve suas obras iniciadas em 14/07/2006 em serviços de terraplenagem com gastos estimados de R$8 milhões até sua paralisação em agosto de 2007, quando a total conclusão das obras aconteceria em 2008.
Cachoeira com seu conjunto arquitetônico e paisagístico tombado, situada as margens do rio Paraguaçu, defronte dela a cidade de São Felix localizada na outra margem do rio, tiveram o beneficio do projeto do anel ferroviário que tiraria do meio da cidade o transito de trens e para tanto teve um projeto inicial que previa a construção de nove viadutos ferroviários e quatro viadutos rodoviários, que com as demais obras envolveria um custo inicialmente previsto de R$115.400.000,00 em números redondos e teve suas obras iniciadas em 14/07/2006 em serviços de terraplenagem com gastos estimados de R$8 milhões até sua paralisação em agosto de 2007, quando a total conclusão das obras aconteceria em 2008.
A suspensão dos trabalhos se deu por razões da necessidade de revisão do projeto por solicitação do IPHAN (que não fora ouvido) junto ao responsável pela obra o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), que espera que as obras voltem a ser executada em 2010 e que pelas alterações havidas no projeto e a elevação dos preços, seu custo final será majorado em 100%, o que de certo será mais um obstáculo para que a obra saia do papel e da conversa fiada.
Outra razão apontada para o embargo do IPHAN é suspeita de irregularidades conforme o TCU que determinou a suspensão das obras.
O projeto revisado terá que respeitar o crescimento urbano e quando estiver construída, historica Ponte D.Pedro II será usada por pedestres e veículos rodoviários.
O fato é que com a paralisação já há dois anos, precisa que as forças políticas se juntem para que possa sair do papel, pois credibilidade é um caminho enorme em sua construção e não se pode jogar no lixo por falta de ação.
Cachoeira precisa como centro histórico e turístico ser respeitada em suas necessidades mínimas para alicerçar as bases para seu progresso sem agredir ao seu belo e reconhecido patrimônio arquitetônico e paisagístico e para tanto os políticos tem que deixar a politicagem e defender os direitos de preservação e sustentabilidade econômica da região.
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