segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Planalto recebe com alívio sigilo do STF sobre delações da Odebrecht




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Folhapress4 horas atrás

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O governo Temer preferia que a homologação das delações da Odebrecht ficasse a cargo do novo relator da Lava Jato, mas recebeu com alívio a informação de que o sigilo dos depoimentos não será levantado neste momento.

Na avaliação de assessores presidenciais, a decisão da presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, não foi a desejada, mas se mostrou equilibrada e não criou espetáculo com o gesto.

A equipe presidencial receia que quando o conteúdo das delações se tornar público, haverá turbulências políticas. As revelações da empreiteira baiana envolvem praticamente todos os partidos políticos e citam vários integrantes do primeiro escalão do governo do peemedebista.

Segundo um auxiliar de Temer, o Planalto já esperava que a presidente do Supremo homologasse pelo menos parte das homologações, para sinalizar que a Lava Jato não sofrerá atrasos nem correrá riscos depois da morte do seu relator, ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em 19 de janeiro.

Esse mesmo assessor destacou que, apesar do alívio de o sigilo ainda ser mantido, mais cedo ou mais tarde as delações serão divulgadas publicamente.

Isso poderia acontecer agora, caso a presidente do STF optasse por esse caminho. Mas o trâmite natural indica que o sigilo só caia a partir de pedido da Procuradoria-Geral da República, ao analisar cada caso e decidir o que fazer com eles.

Quando o sigilo cair, a orientação do governo é não tomar decisões precipitadas e não afastar nenhum ministro apenas por ser citado por algum delator da Odebrecht.

A avaliação é que, caso demitisse todos os citados, o presidente Temer acabaria perdendo praticamente toda cúpula do governo e geraria uma grande instabilidade na base aliada no Congresso.

De acordo com um auxiliar presidencial, as demissões estariam reservadas apenas para aliados contra quem se apresentem "provas firmes" de envolvimento em pagamento e recebimento de propina por parte da construtora baiana.

Nesta segunda (30), a presidente do STF homologou as delações de 77 executivos da Odebrecht ainda no período do recesso do Judiciário.

Ela é plantonista do recesso e pode tomar este tipo de decisão, caso considere o tema urgente. Isso foi assegurado depois que a Procuradoria-Geral da República pediu urgência na avaliação das delações da empreiteira. Com informações da Folhapress.

GOVERNO CONFIRMA INTENÇÃO DE PRIVATIZAR PARQUE EÓLICO DA CHESF

 

30/01 - 09:01hs -
 


O governo federal a partir de março espera solucionar os problemas de linhas de transmissão que estão travando o crescimento da energia eólica na Bahia. Em visita a Bahia na última sexta-feira, o Ministro de Minas e Energia, Mendonça Filho, explicou que o novo sistema de concessão do governo federal, que dá melhores taxas, mais tempo para obra, dentre outros.
 
O governo federal também negou qualquer hipótese de privatizar a Eletrobrás e a Chesf. O ministro afirmou que apenas pretende desmobilizar alguns ativos das empresas para aquecer a economia do setor e melhorar o funcionamento das empresas. 

Privatização: Em visita recente a Bahia o Coelho Filho de Minas e Energia confirmou que pretende privatizar um dos parques Eólicos da Chesf, dentro de um programa de desmobilização de ativos. Ainda segundo o Ministro, existem mais de 79 obras da Chesf nesse campo paradas por falta de recursos.

No total são necessários mais de R$1,5 bilhão de reais para o setor. Ainda de acordo com Filho a Chesf já foi uma grande empresa e hoje passa por dificuldades financeiras. Por isso, a necessidade de se vender ativos e conta com a economia para se recuperar a empresa.
Fonte:bahiaeconomica

Estaleiro na Bahia pede homologação de pedido de recuperação extrajudicial

   
Segunda, 30 de Janeiro de 2017 - 07:00
por Estadão Conteúdo
Estaleiro na Bahia pede homologação de pedido de recuperação extrajudicial
Foto: Divulgação
O estaleiro Enseada Paraguaçu, que estava sendo construído em São Roque do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, solicitou na última sexta-feira (27) a homologação de um pedido de recuperação extrajudicial da companhia. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, o plano teve a adesão de 60% dos credores e o valor total da dívida é de cerca de R$ 750 milhões. Calcula-se ainda que o estaleiro tenha dívidas de R$ 2 bilhões com bancos. É a primeira vez que uma empresa do grupo Odebrecht recorre à Justiça para ter um plano de recuperação aprovado. A recuperação extrajudicial é diferente da recuperação judicial, porque a negociação das condições da reestruturação dependem somente dos credores. No plano que aguarda homologação na Justiça, a previsão é de que a dívida seja paga em 19 anos. Além da Odebrecht, eram sócios originalmente do estaleiro as construtoras UTC, OAS e o grupo japonês Kawasaki, que chegaram a investir, juntos, R$ 2,7 bilhões no estaleiro. De acordo com o pedido inicial feito à Justiça, a proposta foi aprovada por 64% dos credores da unidade de negócios da Bahia. O Enseada Paraguaçu foi construído para atender aos contratos fechados com a Sete Brasil, que encomendou seis sondas da empresa em 2011. O balanço de 2015 da companhia já indicava os sinais de dificuldade, pois havia um passivo de curto prazo de R$ 2 bilhões sem cobertura de novas receitas. A Sete Brasil deixou de repassar para o estaleiro R$ 1,4 bilhão pelos contratos de navios que já estavam em construção. Entre os principais credores da recuperação extrajudicial estão as empresas GE, Caterpillar e National Oilwell Varco
Fonte:Bahianoticias

Ministra Cármen Lúcia homologa 77 delações da Odebrecht, diz STF



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1 hora atrás
 
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 Foto: Carlos Humberto/STF
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou nesta segunda-feira as delações de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht no âmbito da operação Lava Jato, informou a corte. 
A ministra homologou as delações da Odebrecht após a morte do relator do caso no STF, ministro Teori Zavascki, em um acidente aéreo este mês. O sigilo dos casos foi mantido pela presidente do STF, de acordo com o tribunal.
Leia mais:
Havia uma grande expectativa de que Teori homologasse as delações da Odebrecht em fevereiro, no retorno do Judiciário aos trabalhos após recesso.
Após a morte do ministro, a presidente do STF já havia autorizado a continuidade do processo por parte de juízes auxiliares de Teori, e agora fez a homologação como ministra de plantão durante o recesso.
A homologação acontece depois que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao Supremo na semana passada um pedido de urgência.
Vazamento de apenas uma das delações, do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo Filho, citou recursos repassados a diversos líderes do PMDB, incluindo o presidente Michel Temer.
Também foram citados, segundo os vazamentos, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o secretário do Programa de Parcerias de Investimento, Moreira Franco, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), o presidente da Casa, Renan Calheiros (AL), e o líder do governo no Congresso, Romero Jucá (RR), além de políticos de outros partidos, como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Os políticos negaram qualquer irregularidade.
Além da decisão sobre a homologação das delações, a presidente do STF também precisa definir um novo relator para os processos da Lava Jato no STF.
Ainda não está claro que dispositivo do regimento interno do STF será utilizado para definir os próximos passos da Lava Jato na corte, já que há mais de uma possibilidade.
Uma das saídas seria passar a relatoria do caso para o sucessor de Teori, a ser indicado pelo presidente Michel Temer e aprovado pelo Senado. Mas o presidente, senadores e membros do governo são citados em delações da Lava Jato, e o próprio Temer já avisou que indicará um novo ministro apenas após a definição da relatoria.
Outro artigo do regimento prevê a redistribuição do processo em casos excepcionais, que poderia ocorrer entre integrantes da Segunda Turma, à qual pertencia Teori, ou entre todos os ministros da corte.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

domingo, 29 de janeiro de 2017

Lava Jato pode consagrar ou arruinar Supremo






Josias de Souza

29/01/2017 05:08



Confrontados com o descalabro exposto nos depoimentos dos 77 delatores da Odebrecht, os ministros do Supremo Tribunal Federal deveriam esquecer a Constituição e o Código Penal por um instante, para se concentrar num conto de Ernest Hemingway. Chama-se ‘As Neves do Kilimanjaro’. Começa com um esclarecimento:

“Kilimanjaro é uma montanha coberta de neve, a 6 mil metros de altitude, e diz-se que é a montanha mais alta da África”, anotou Hemingway. “O seu pico ocidental chama-se ‘Ngàge Ngài’, a Casa de Deus. Junto a este pico encontra-se a carcaça de um leopardo. Ninguém ainda conseguiu explicar o que procurava o leopardo naquela altitude.”

O leopardo do conto serve de metáfora para muita coisa. Tanto pode simbolizar a busca romântica pelo inalcansável como pode representar o espírito de aventura levado às fronteiras do paroxismo.

O Supremo, como se sabe, é o cume da Justiça brasileira. Seus ministros acham que estão sentados à mão direita de Deus. Num instante em que a deduragem dos corruptores confessos da Odebrecht empurra mais de uma centena de encrencados na Lava Jato para dentro dos escaninhos da Suprema Corte, cabe aos ministros interrogar os seus botões: o que fazem tantos gatunos da política no ponto mais alto do Poder Judiciário?

Num país marcado pela corrupção desenfreada, os gatunos da Lava Jato beneficados com o chamado foro privilegiado simbolizam o sentimento de impunidade cultivado pela oligarquia política. Que pode virar instituto suicida se o Supremo for capaz de dar uma resposta à altura do desafio.

Um bom começo seria a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo, homologar até terça-feira (31) todos os acordos de delação. Isso liberaria a força-tarefa da Lava Jato para abrir os inquéritos que transformarão indícios em provas.

De resto, será necessário que o ministro sorteado para substituir Teori Zavascki na relatoria da Lava Jato se convença da importância do seu papel. Seja o seco Celso de Mello, o melífluo Ricardo Lewandowski ou qualquer outro, o novo relator precisa entender que a conjuntura cobra do STF um rigor compatível com a desfaçatez.

No futuro, quando os arqueólogos forem escavar esse pedaço da história nacional, encontrarão sob os escombros de um Brasil remoto carcaças que serão tão inexplicáveis quanto a do leopardo de Hemingway. Resta saber se serão as carcaças de gatunos suicidas ou de magistrados que não se deram ao respeito. A Lava Jato pode consagrar ou arruinar o Supremo.
Fonte:UOL

sábado, 28 de janeiro de 2017

Esporte Clube Bahia e seu atual elenco.




Vou tentar uma análise sem usar de comportamento unicamente de torcedor, mas colocando em foco as reais necessidades do clube em relação às responsabilidades de muitas competições que terá que participar em 2017.

E nesse momento vou ater minhas observações nos setores de meio de campo e ataque, se é que este existe.

Meio campistas:

Allione – Diego Rosa – Edson – Feijão - Juninho –Junior Ramos –Matheus Sales - - Regis – Renato Cajá – Renê Junior – Rômulo – Yuri – Zé Rafael.

Atacantes:

Edigar Junio – Gustavo – Hernane – João Paulo – Kaynan e Mário.

Conforme o site oficial do Bahia os jogadores acima estão no elenco para as várias competições em 2017.

Quantos desses vão resistir aos apelos e exigências de sua numerosa torcida?

Não é aceitável por maior boa vontade de o torcedor querer entender um ataque de um time que pretende auferir um resultado positivo escalado com Allione – Hernane e Zé Rafael.

Muito longe de determinar que Allione e Zé Rafael não tenham condições de integrar a equipe do Bahia, pois foram de grande utilidade aos seus times em 2016, principalmente Zé Rafael que foi um dos destaques  do Londrina na série B.

Quantos bolas essa brincadeira de sistema ofensivo chutou contra a meta do Fortaleza?

A escalação de Allione e Zé Rafael, jogadores considerados como meio campistas, foram transformados em atacantes e não são; razão é bem possível de ter prejudicado ao Bahia e aos próprios atletas

E a disponibilidade colocada à disposição do técnico Guto como atacante não assegura qualidade de chance de fazer gols.

Se o Bahia através de seu corpo diretivo não acordar agora, poderá não ter sucesso nas competições em que vai participar e amanhã contra o teoricamente fraco adversário Jacobina no campeonato baiano poderá ou não confirmar que a direção não pode e nem deve brincar com sua espetacular torcida.
Tá na cara de que o Bahia precisa contratar atacantes que  trabalhe nas beiradas do campo, invadindo a área adversária, cruzando e objetivando chutes ao gol e também outro cento avante goleador, se não adeus corina, pois será muito difícil se manter na primeira divisão,

Depois farei comentário sobre o sistema defensivo, tratando de goleiros, laterais e zagueiros.

Novas evidências ampliam chances de cassação de Temer




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Sidclei Sobral2 horas atrás



 

 

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O processo que pode levar à cassação do mandato do presidente Michel Temer já tem 15 000 páginas e reuniu evidências que não deixam margem a dúvida: dinheiro sujo, oriundo de múltiplos esquemas de corrupção, foi usado para reeleger Dilma Rousseff (PT).

Parte dessas transações já foi amplamente mapeada pela Lava Jato. A outra parte vai complicar a situação do peemedebista no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julgará ação que pede a cassação da chapa.

O relator, ministro Herman Benjamin, decidiu requerer ao Supremo Tribunal Federal (STF) cópias dos depoimentos dos executivos da Odebrecht tão logo suas delações sejam homologadas. Pelo que já foi revelado, sabe-se que a empreiteira, além de comprometer Dilma e os petistas, relatou ter feito doações clandestinas ao PMDB, a pedido de Temer. Os dois partidos, portanto, teriam se beneficiado fraternalmente do mesmo dinheiro ilegal, alcançado os mesmos benefícios e praticado os mesmos crimes eleitorais. O conjunto das evidências de irregularidades ganhou um potente anexo na semana passada.

Em relatório ao TSE, a Polícia Federal disse que parte dos valores desembolsados a gráficas pela chapa não resultou na prestação de nenhum tipo de serviço. O dinheiro teria sido desviado para pessoas físicas e jurídicas “em benefício próprio ou de terceiros”.

Colaborou Hugo Marques