sábado, 15 de junho de 2013

Repetindo noticia para lembrar a muitos da imprensa que dão outra conotação ao fato.

INFRAESTRUTURA

Estado autoriza novas obras de requalificação da orla de Salvador


As novas obras de requalificação da orla de Salvador, no trecho que vai do Quartel de Amaralina ao Jardim de Alah, foram autorizadas nesta terça-feira (4). O governador Jaques Wagner assinou a ordem de serviço, em solenidade no Jardim dos Namorados, para o início da segunda etapa das obras. O evento contou com a presença do secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa.
De acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), José Lúcio Machado, serão investidos R$ 6,8 milhões na requalificação de cerca de 2,5 quilômetros.
“Em um ano, baianos e turistas poderão frequentar novas áreas de lazer e esporte. As obras da segunda etapa do projeto de requalificação da orla de Salvador foram autorizadas hoje e ainda temos um saldo de R$ 3,5 milhões, e pretendemos fazer reparos também em trechos que foram entregues há cinco anos e avançar do Jardim de Alah até o início do Aeroclube. A passarela do Costa Azul, primeira parte do projeto que começou no ano passado, está em andamento e deve ser concluída em 60 dias”, disse o presidente da Conder.
Seja para caminhar, andar de bicicleta ou passear, as atividades realizadas a beira-mar são, para muitos, uma forma de renovar as energias e dar mais fôlego para enfrentar a rotina do dia a dia. As modificações na orla deixam Cléo Rodrigues, que mora perto da praia, ainda mais entusiasmada para fazer atividades físicas no local. “Nada melhor para o corpo e a mente que caminhar assim, olhando o mar, e com a orla de visual novo vai ser ainda mais estimulante”.
O aposentado Irany Francisco Almeida também está confiante. “Salvador é um polo turístico e estava com a orla abandonada. Então, toda esta requalificação vai ser boa não apenas para mim, como para toda a população”.
O prefeito de Salvador, ACM Neto, afirmou que os investimentos do Estado vão ter impacto decisivo na requalificação da orla. “Este trabalho é muito importante e estamos atuando em conjunto com os governos estadual e federal”.
Estruturas degradadas localizadas ao longo do caminho e na praia serão removidas. Todo o trecho vai contar com ciclovia, calçadão e acessibilidade garantida. Serão instaladas também rampas de acesso à praia, na Pituba. A ponte do Rio Camurujipe, sentido centro, será ampliada e ganhará uma nova faixa para veículos e calçada para pedestres.
Mais ações para aumentar a autoestima do soteropolitano

O governador destacou o conjunto de ações estaduais para a capital baiana. “Estamos neste esforço conjunto para devolver a beleza e aumentar a autoestima de todo o povo de Salvador. Temos outros projetos, a exemplo do Parque de Pituaçu, e em breve assinaremos a ordem de serviço, além das obras de mobilidade urbana. Há ainda uma ordem de serviço na Baixa dos Sapateiros, para melhorar o local, desde o Aquidabã até a Praça Castro Alves. Esta intervenção na orla é uma sequência de outras que já foram feitas também na região. Espero que consigamos devolver um lazer mais acessível à população”.
A requalificação da orla começou em 2012, com a recuperação da passarela do Costa Azul. Os recursos são de um convênio entre a Secretaria Estadual do Turismo e o Ministério do Turismo. (04/06/2013)
 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Deve acontecer novos investimentos na Bahia

Publicado no site da SICM

Dilma vai anunciar novo marco da mineração na terça-feira

Nova regra deverá estabelecer um aumento dos royalties e prazos para que as mineradoras iniciem a exploração e a produção

A presidente Dilma Rousseff anuncia na próxima terça-feira (18.06), no Palácio do Planalto, como deverá ser o novo código de mineração do país, informou nesta quinta-feira (13.06) o Ministério de Minas e Energia (MME).
Detalhes do texto, estudado desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, não estavam disponíveis, segundo a assessoria de imprensa do MME.
O novo marco, que visa modernizar as regras do setor, da década de 60, deverá estabelecer um aumento dos royalties e prazos para que os detentores de direitos sobre as jazidas iniciem a exploração e a produção.
Em entrevista à imprensa, no mês passado, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o novo código, que deve ser encaminhado ao Congresso como projeto de lei, dobrará a cobrança de royalties do setor, e que os pagamentos serão feitos a partir da receita bruta.
Na ocasião, o ministro disse ainda que o governo analisava também a possibilidade de repartir os royalties da mineração a Estados não produtores.

Fonte: Reuters/Folha de São Paulo

Investimentos para a Bahia (1)


Bahia receberá investimentos de mais de R$ 5 bilhões

Números foram apresentados durante evento que reuniu fornecedores dos setores automotivo, de petróleo, gás e naval
Duas fábricas de tratores têm como destino a Bahia, sendo que uma delas já bateu o martelo sobre o local onde irá se instalar. Os nomes não foram divulgados por exigências de cláusulas de confidencialidade. O anúncio foi feito por Reub Celestino, coordenador do Grupo Executivo da Indústria Automotiva, da Secretaria da Indústria Comércio e Mineração, durante o lançamento dos Projetos de Fortalecimento de Fornecedores das cadeias Automotiva e de Petróleo, Gás e Naval da Bahia, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), nesta sexta-feira (14.06) à tarde no auditório da FIEB. Os dois setores têm previsão de investimentos de mais de R$ 5 bilhões nos próximos anos.
Celestino, que representou no evento o secretário James Correia, destacou ainda os investimentos da JAC Motors, Foton, da nova fábrica de motores e da modernização da planta da Ford, em Camaçari. “São investimentos que giram na casa dos R$ 2,5 bilhões e que vão, de fato, consolidar a indústria automotiva na Bahia. O adensamento da cadeia produtiva é uma necessidade, para que não aconteça o mesmo que ocorreu há 35 anos com a petroquímica: só produzir matéria-prima”, disse Celestino.
No segmento Petróleo, Gás e Naval, a grande âncora do projeto é o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, parceria de empresas baianas com a japonesa Kawasaki, com investimentos de R$ 2,6 bilhões e geração de 15 mil empregos diretos e indiretos, até 2016, em Maragogipe, no recôncavo baiano. “Temos um contrato de U$ 4,8 bilhões para fornecer sondas para o pré-sal, mas nosso objetivo é alcançar o mercado mundial, principalmente a África. Além das sondas off-shore, o EEP vai construir plataformas fixas, embarcações militares e navios especializados”, explicou Fernando Barbosa, presidente do Estaleiro.
Além de Celestino e de Barbosa, o evento no auditório da Federação das Indústrias da Bahia contou com as presenças do presidente da instituição, José de Freitas Mascarenhas, da secretária de Desenvolvimento da Produção do MDIC, Heloisa Menezes, do vice-presidente da Ford do Brasil, Rogério Golfarb, e de Mario Victor Pessoa, gerente da Petrobras.

Fonte: SICM

Unidade da Dow Brasil na Bahia desenvolve produto inovador

O novo produto que está sendo utilizado com sucesso como matéria-prima para a indústria de cimento
A Dow Brasil mantém viva uma cultura de estímulo à inovação, com o objetivo de criar soluções cada vez mais sustentáveis. Nesse sentido, a equipe do Complexo Industrial de Aratu, em Candeias (BA), transformou um subproduto gerado no processo industrial das unidades de PO/PG e Cloro/Soda em um novo produto que está sendo utilizado com sucesso como matéria-prima para a indústria de cimento.
Depois de vários estudos que comprovaram a aplicação e qualidade do produto, a Dow passou a fornecer a matéria-prima para a unidade industrial de Candeias da Lafarge, líder mundial em materiais de construção com atuação nas linhas de produtos de cimento, concreto e agregados. Pelo contrato firmado entre as companhias, o Complexo de Aratu fornece duas mil toneladas por mês de um produto de alto valor agregado, rico em óxido de cálcio, magnésio e materiais carbonáticos, que está sendo utilizado como aditivo alternativo para a moagem de clínquer (cimento em processo básico de fabrico,em substituição à escória de cobre).
“O material que seria estocado é destinado para o mercado. Isso representa um grande marco para a Dow na Bahia. Significa que mantemos o compromisso com a sustentabilidade, com a produção limpa”, comemora o líder das unidades da Dow na Bahia, Rodrigo Silveira. Ele ressalta ainda que cotidianamente os empregados são estimulados a inovar, a criar soluções que reduzam custos, melhorem processos e tenham a capacidade de gerar valor para os clientes e para o mercado. Graças a essa iniciativa, a Dow evita estocagem de subprodutos sólidos na sua área e pode utilizar, para outras atividades, o espaço onde ocorreria a armazenagem.
A utilização de matérias-primas alternativasse enquadra na política internacional da Dow e do Grupo Lafarge para o desenvolvimento sustentável. A diretriz prevê iniciativas para a moderação do uso de recursos naturais como contribuição para uma sociedade sustentável.
“A Lafarge adota uma abordagem voluntária em relação a iniciativas que minimizem seus impactos ambientais em uma escala global. Fomos o primeiro grupo industrial no setor de materiais de construção a estabelecer publicamente, em 2000, metas para redução de emissões de CO² por tonelada de cimento, em comparação aos níveis de 1990. Em 2010, atingimos uma redução mundial de 21.7% em nossas emissões de CO². Nosso próximo objetivo é reduzir em 33% as emissões de CO², como parte do programa Ambições de Sustentabilidade 2020, que abrange 34 metas a serem alcançadas pelo Grupo para contribuir com o desenvolvimento sustentável. O enriquecimento dos nossos cimentos com subprodutos industriais é uma das alavancas para a redução de CO²”, explica o gerente da unidade da Lafarge em Candeias, Juan Bermudez. A parceria entre a Dow e a fabricante de materiais de construção foi transformada em um projeto que venceu o Responsible Care Award.

Fonte: Bahia Mercantil

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Veja fotos da futura orla de Salvador, F - 2







O Bahia teve um grande prejuizo no jogo contra o Vasco...

Em decorrência da péssima arbitragem o E.C.Bahia que hoje se encontra em oitavo (8º) lugar na classificação do Brasileiro da série A, poderia ser o quarto colocado.

E sabem a razão? o soprador de apito que inventou uma penalidade máxima tirou o Bahia das primeiras colocações do campeonato e consequentemente da zona dos classificados para a Taça Libertadores.

É evidente que ainda estamos no inicio de uma competição em que tudo é possivel de acontecer. Futebol não tem lógica, não é uma ciência exata, mas o raciocinio lógico diz e aponta que nenhum clube pode vacilar e todos os participantes para auferir bons resultados tem que ter elenco em quantidade e em capacidade técnica.

O Bahia precisa com urgência realizar entre cinco a seis contratações e dispensar, emprestar,negociar alguns que nada produzem e substituir por outros que possam vestir a camisa, com empenho, denodo, raça e qualidade técnica e o resto é o lenga lenga de sempre e conversa para boi dormir.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

veja a futura orla de Salvador - Portal A Tarde -F-1







Ponte é tema de sessão especial da Câmara Municipal de Salvador


Foi realizada nesta quarta-feira (12), na Câmara Municipal de Salvador, uma sessão da Comissão Especial para Acompanhamento do Projeto de Construção da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica e da Comissão de Transportes, Trânsito e Serviços Municipais. O secretário estadual do Planejamento, José Sergio Gabrielli, participou do encontro e apresentou o Plano de Desenvolvimento Socioeconômico da Macroárea de Influência da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica para parlamentares e população.
Sessão especial da Câmara de Salvador discute ponte Salvador-Itaparica
Sessão especial da Câmara de Salvador discute ponte Salvador-Itaparica

Durante a explanação, Gabrielli destacou os pontos a serem observados com o projeto da ponte, a exemplo do aumento da eficiência logística na Região Metropolitana de Salvador, que vai facilitar o fluxo de mercadorias e serviços.
 Ele falou também da melhoria das condições de vida da população da RMS, que ganhará novo eixo de expansão urbana e melhores condições de mobilidade, e da promoção do desenvolvimento socioeconômico do Recôncavo Sul e Baixo Sul.
“A ponte é parte de uma grande mudança no anel rodoviário de Salvador e do entorno. A BR-324 está lotada e precisamos criar outras alternativas. Com a ponte, você conecta Salvador, Itaparica, Nazaré das Farinhas, Santo Antônio de Jesus, Castro Alves, criando um novo anel para permitir a integração das rodovias baianas com a capital”, disse o secretário.
Segundo Gabrielli, esta é a 23ª ponte no mundo em extensão e se compara com a Rio-Niterói. “Estamos discutindo os impactos, os efeitos sobre o trânsito e a mobilidade de Salvador e mercado imobiliário.
 Todos esses pontos estão em negociação técnica com a prefeitura e agora com a Câmara Municipal de Salvador. Já fizemos debates com o Crea, a Ufba, com a ABI, e temos dezenas de outros debates para envolver toda a sociedade”.

Contratação do trabalho de sondagem

Nesta semana, de acordo com o secretário, está sendo fechada a contratação para o trabalho de sondagem, a partir de processo licitatório. “Serão feitos furos na Baía de Todos-os-Santos, além de análise para a realização de um projeto de engenharia. Vamos fazer estudos de planos urbanísticos e de impacto cultural sobre Vera Cruz, Salvador e Itaparica e, até o final deste ano, devemos ter todos os estudos preliminares necessários para realizar a licitação da construção da ponte no primeiro trimestre de 2014”.
O evento foi aberto ao público e contou com a presença de autoridades, moradores de Salvador e da Ilha de Itaparica, além de representantes da sociedade civil organizada. Para Gildete Santos, uma das participantes da sessão, o encontro foi bom para esclarecer dúvidas. “Tenho amigos que moram na Ilha de Itaparica e trabalham aqui em Salvador, e para eles esta ponte vai ser de grande valia, e fico contente ao saber que o projeto já está em andamento”.
Na sessão, foram abordados os avanços do projeto, além de debatidas sugestões para o trânsito na capital. O fato agradou Edvaldo Pena, representante da Rede Religiosa de Matriz Africana do Subúrbio. “Estava preocupado com a possibilidade de caminhões de carga saírem do CIA em direção à ponte e destruir as vias, mas vi que tem um projeto de acessibilidade para a ponte, e isso nos dá tranquilidade”.
O presidente da Comissão Especial para Acompanhamento do Projeto de Construção da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica na Câmara, Leo Prates, disse que a ideia era promover este debate. “Trouxemos esta discussão para cá para mostrar à população as soluções para a mobilidade urbana, além da viabilidade econômica do projeto, e também acompanharmos os prazos de sua execução.
Os pontos foram esclarecidos e a população certamente está mais informada”.
Seplan

A empresa pretende investir na Bahia aproximadamente R$ 28,5 milhões para implantação de um estaleiro náutico na Baía de Aratu


Governador assina protocolo de intenções com Schaefer Yachts


O governador Jaques Wagner e o secretário James Correia (Indústria, Comércio e Mineração) visitaram, nessa terça-feira (11/06), o Estaleiro Schaefer Yachts, localizado em Florianópolis, Santa Catarina. Na oportunidade assinou protocolo de intenções com a empresa, que pretende investir na Bahia aproximadamente R$ 28,5 milhões para implantação de um estaleiro náutico na Baía de Aratu, no município de Simões Filho, com a geração de 250 empregos.
A Schaefer Yachts, maior estaleiro de luxo 100% nacional, está no mercado desde 1992. Desde sua criação já construiu mais de 2,6 mil barcos e estabeleceu um novo padrão de qualidade e inovação no setor. Os barcos são desenhados sob medida para o perfil do público brasileiro pela empresa que tem um mix com lanchas de 26 a 80 pés.
Hoje, a Schaefer conta com unidades em três municípios de Santa Catarina, Palhoça, Biguaçu e Florianópolis, gerando mais de 858 empregos diretos. Da concepção das lanchas até a finalização de cada unidade, a empresa conta com um Centro de Design e Inovação como um laboratório de novos projetos.

Fonte: SICM

A PONTE e o desenvolvimento...

LICITAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DA PONTE SSA-ITAPARICA ACONTECE EM 2014, DIZ GABRIELLI



Foto: Adenilson Nunes/GOVBA

Uma sessão especial realizada nesta quarta-feira (12), na Câmara Municipal de Salvador, discutiu o andamento do processo de implantação da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica. Na ocasião, o secretário estadual do Planejamento, José Sergio Gabrielli, apresentou dados sobre o projeto aos parlamentares e a população.

Segundo o secretário, dentre os benefícios que a ponte trará estão o aumento da eficiência logística na Região Metropolitana de Salvador, um novo eixo para expansão urbana e melhores condições de mobilidade, além da promoção do desenvolvimento socioeconômico do Recôncavo Sul e Baixo Sul.

De acordo com Gabrielli, esta é a 23ª ponte no mundo em extensão e se compara com a Rio-Niterói. “Estamos discutindo os impactos, os efeitos sobre o trânsito e a mobilidade de Salvador e mercado imobiliário. Todos esses pontos estão em negociação técnica com a prefeitura e agora com a Câmara Municipal de Salvador. Já fizemos debates com o Crea, a Ufba, com a ABI, e temos dezenas de outros debates para envolver toda a sociedade”, informou.

Nesta semana, está sendo fechada contratação para o trabalho de sondagem, a partir de processo licitatório. “Serão feitos furos na Baía de Todos-os-Santos, além de análise para a realização de um projeto de engenharia. Vamos fazer estudos de planos urbanísticos e de impacto cultural sobre Vera Cruz, Salvador e Itaparica e, até o final deste ano, devemos ter todos os estudos preliminares necessários para realizar a licitação da construção da ponte no primeiro trimestre de 2014”, divulgou Gabrielli.

A sessão foi promovida pela Comissão Especial para Acompanhamento do Projeto de Construção da Ponte Salvador-Ilha de Itaparica e da Comissão de Transportes, Trânsito e Serviços Municipais.
BahiaEconômica

terça-feira, 11 de junho de 2013

NOTÍCIAS - Conversa com o Governador

=

 Copas das Confederações e do Mundo proporcionam desenvolvimento da segurança



Falta menos de uma semana para o início da Copa das Confederações da Fifa Brasil 2013, competição que terá o primeiro jogo em Salvador no dia 20 deste mês. O evento é o tema de destaque do programa Conversa com o Governador desta terça-feira (11). O governador Jaques Wagner ressalta os investimentos em segurança, que irão proporcionar mais tranquilidade a baianos e turistas durante o campeonato, que serve também de preparação para a Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014.
“Pelo interior, a gente está espalhando 22 centros integrados de comunicação, que estão dando mais eficiência às polícias Militar e Civil. Todas as informações, quando o Centro de Comando e Controle estiver pronto em 2014, serão concentradas. Todos vocês que estão nos ouvindo podem imaginar como isso vai melhorar o desempenho da polícia”, diz o governador. Ele também fala dos investimentos na indústria naval e dos benefícios levados pelo Governo do Estado ao interior.
Wagner destaca que o Centro de Operações da Copa das Confederações é também uma prévia do Centro de Comando e Controle. “São dez salas, 50 profissionais e diversos equipamentos de tecnologia de informação. Nós vamos estar também com uma carreta, que é uma espécie de centro de comando móvel”.
Destaque na produção industrial
O governador inicia o programa falando sobre os novos investimentos que estão sendo anunciados pela iniciativa privada no estado, como a fábrica do grupo O Boticário e o estaleiro Schaefer Yachts. “O grupo O Boticário, pela primeira vez, está construindo uma unidade fabril fora do Paraná. É um investimento de R$ 535 milhões”. Segundo Wagner, a fábrica ficará em Camaçari, e o Centro de Distribuição em São Gonçalo dos Campos.
De acordo com o governador, as novas unidades do grupo vão atender não só o estado, mas o Nordeste inteiro. Ele informa que O Boticário tem 800 lojas no Nordeste, 200 das quais na Bahia, e a previsão é de aproximadamente 700 empregos diretos, fora os indiretos. “É bom registrar que, no mês de abril, a Bahia disparou em produção industrial. Foram quase 14%, comparado com abril de 2012, fruto desse esforço de toda a equipe”.
Quanto à assinatura do protocolo de intenções, em Santa Catarina, com o estaleiro Schaefer Yachts, que fabrica embarcações de luxo, o governador diz que o investimento previsto é de R$ 29 milhões, com a expectativa da geração de 250 empregos. “Essa será a segunda indústria naval de luxo que decidiu vir para a Bahia. A primeira é a Ferreti, também de matriz italiana e muito conhecida. Com isso, a gente está devolvendo à Bahia uma tradição nossa. Estamos também com o estaleiro Enseada do Paraguaçu, que vai produzir plataforma de exploração de petróleo para a Petrobrás”.
Leitos de UTI, escolas, abastecimento e aeroporto
Os investimentos em Vitória da Conquista encerram o programa de rádio desta semana. “Nós vamos assinar a ordem de serviço para ampliação do Sistema Integrado de Abastecimento de Água, na etapa emergencial, já que em decorrência da estiagem, a gente teve problemas, e só aí são R$ 24 milhões de investimento”.
Segundo ele, será autorizada a licitação da barragem do Rio Catolé, outro investimento de R$ 141 milhões, e inaugurado o Sistema de Esgotamento Sanitário, no valor de R$ 115 milhões investidos pelo Estado.
Na área de saúde, a macrorregião sudoeste-central vai receber uma Central de Regulação de Leitos, mais um investimento de R$ 642 mil. Também será autorizado o início das obras de implantação do Sistema de Abastecimento de Água para Dessedentação Animal destinado a várias localidades, representando a aplicação de mais R$ 250 mil.
“Temos ainda a inauguração de três escolas, a entrega de três leitos de UTI do Hospital Geral de Vitória da Conquista e, claro, estamos na expectativa, finalmente, para a licitação – que já está pronta – do novo aeroporto [no município]”.
O programa é produzido pela Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia (Secom), veiculado toda terça-feira, às 7h30, pela Rádio Educadora FM 107,5 MHz e reproduzido por vários veículos de comunicação, além de ficar disponível na página do Conversa e pelo telefone 0800-071-7328.

Ponte Salvador – Ilha de Itaparica foi idealizada em 1967


 
Diferente do que muitos acreditam, o debate sobre a construção da ponte Salvador – Ilha de Itaparica e a necessidade de integração do fluxo de mercadorias, serviços e pessoas entre Salvador, Recôncavo e a Ilha não é recente. Já em 1967, o arquiteto Sérgio Bernardes formulara uma proposta dentro do Plano Diretor do Centro Industrial de Aratu (CIA), que criava um anel viário, com três tipos de traçados, sendo duas para o trânsito de veículos pesados, além de uma ponte interligando a capital e a Ilha de Itaparica.
Ponte Salvador- Ilha de Itaparica foi idealiada em 1967
Ponte Salvador- Ilha de Itaparica foi idealiada em 1967


Este foi o início da palestra do secretário do Planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, na noite de ontem (10), durante o debate na Universidade Federal da Bahia (Ufba), promovido pelo professor da pós-graduação da Faculdade de Educação (Faced), Nelson Pretto.
De acordo com Gabrielli, os críticos do projeto da ponte Salvador-Ilha de Itaparica, que integra o plano de desenvolvimento das regiões citadas, se apoiam em outro projeto que tem como um dos pilares a própria construção da ponte. “As propostas sugeridas, ditas como alternativas, são o mesmo projeto de Sérgio Bernardes, com um detalhe: além de omitirem a construção da ponte, a via envoltória no fundo da Baía de Todos-os-Santos (BTS) era considerada apropriada para o trânsito leve por Sérgio Bernardes, mas inadequada para o fluxo de veículos pesados, por isso existiam duas outras vias”, afirma Gabrielli, que aponta a BR-324 como uma dessas rotas.
Segundo o titular da pasta do Planejamento, o solo ao fundo da BTS é o massapê, que é inapropriado para a construção de rodovias de alta capacidade, mesmo com a tecnologia atual, além da região possuir muitos manguezais. “Esse solo foi um dos responsáveis pelo declínio da economia baiana na região do Recôncavo na década de 50, visto que não foi possível mecanizar a cultura fumageira e a cana-de-açúcar”, pontua o secretário.
Durante o debate, Gabrielli informou que uma das possibilidades em estudo é a criação de uma faixa central a ser utilizada para implantação de trilhos (VLT), que se conectaria à rede de metrô na capital e, deste modo, interligaria a ilha e Salvador com um transporte de alta capacidade.
SEPLAN

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Vasco 1 X Bahia 1

Comentar uma partida que teve o resultado modificado pelo árbitro é inexplicável para uma era em que as comunicações dão a nota...estou focando ao jogo em que a principal figura  foi o cara do apito que beneficiou o time do Rio de Janeiro, o badalado Vascão. Qual a novidade? Nenhuma, pois todas as vezes que por equivoco, desonestidade, roubalheira em uma partida envolvendo times do sul, sudeste contra os nordestinos, sempre os prejudicados são os desiguais brasileiros do nordeste e norte do país.

Uma penalidade máxima inventada, forjada seria um grande despropósito: entretanto foi coisa pequena pelo uso dos dois pesos e duas medidas, sempre com interpretações beneficiando o time do Rio de Janeiro.

Os jogadores do Bahia sofreram pressão o tempo inteiro, as faltas marcadas sempre eram a favor do Vasco, a violência empregada em alguns lances pelo time carioca não tiveram as punições cabíveis e corretas.
A partida em si teve três fases distintas. O Bahia exercendo o predomínio no início do jogo, o Vasco beneficiado com a marcação da penalidade fantasma que deu o gol do empate para o time do RJ, a nivelação de ações no jogo e a predominância do Vasco após a expulsão de Diones.

Seria injusta se o soprador de apito tivesse expulsado o jogador do Vasco que de forma desleal fez sair de campo machucado Hélder? Claro que não. A mídia sulista com vergonha não repetiu o lance da penalidade e sim a cobrança da falta.

Será que poderá o futebol do norte e nordeste crescerem se os donos do futebol brasileiro impedem esse crescimento com os seguidos erros de interpretação, os equívocos planejados antes do apito inicial de cada jogo?
Com a resposta você leitor do norte ou nordeste brasileiro.

A OMISSÃO DA BANCADA NORDESTINA NA CÂMARA




A questão que vem sendo levantada pelo ex deputado constituinte Joaci Góes referente ao artigo 165, parágrafo 7 da Constituição Federal, que destina mais recursos para o Nordeste e que foi motivo de discussão recente na Associação Comercial da Bahia é da maior importância para a Bahia.

No processo de elaboração da Constituição de 1988 Joaci Góes conseguiu,
como lembra em entrevista ao Bahia Econômica, uma façanha: colocar na Constituição  um dispositivo que obriga a União destinar ao Nordeste um percentual do orçamento correspondente à sua participação na população brasileira, excepcionados os recursos constantes da própria norma.

Já os deputados nordestinos mostraram uma inexplicável inércia e deixaram o dispositivo virar letra morta. Tudo bem, o dispositivo é de difícil aplicação ao pé da letra, pois exigiria que cerca de 30% dos recursos orçamentários da União fossem destinados ao Nordeste quando hoje são destinados menos de 15%.

Apesar disso, a luta em prol do cumprimento da norma constitucional dá um forte poder de barganha e negociação à bancada nordestina e abre as portas para que a região tenha, pelo menos, algo como 25% dos recursos.

É, no entanto, inexplicável que a bancada de deputados do Nordeste se mantenha alheia e omissa a uma questão que pode trazer enormes benefícios para o Nordeste.
 
Armando Avena

Coluna A Tarde: O semiárido pede socorro

 

A situação da seca no interior baiano não melhorou em nada. Pelo contrário. Fica visível a partir do levantamento feito pela Faeb – Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia – ao revelar prejuízos impactantes, em torno de R$4,6 bilhões, que nunca havia antes contabilizado. Mesmo assim o levantamento ainda não está completo. De acordo com o presidente da Federação, a seca é, hoje, “o assunto mais premente e mais grave do Estado, que impacta, profundamente, a produção, o meio ambiente e atinge mais de três milhões de habitantes”. Sobretudo, a população que se fixou na região do semiárido, e está a mercê da própria sorte. Segundo a Faeb, só não foram atingidas pelo flagelo da fome em razão “da rede de proteção social do governo federal”.
     
O presidente da Faeb, João Martins, reuniu-se, no auditório da Federação das indústrias, com diversas entidades para tratar do problema e, pelo menos, 25 delas, das mais importantes, fizeram um pacto de agir em conjunto, na medida em que com o flagelo, num Estado despreparado, comércio, indústrias e bancos, foram afetados, sem ser necessário citar os prejuízos causados aos criadores e agricultores. O encontro das entidades se deu em torno do Fórum Empresarial da Bahia, estabelecendo um pacto de união em defesa dos interesses da Bahia. Seus presidentes irão ao governador Jaques Wagner em defesa da Bahia.
     
A partir deste pacto, o fórum vai iniciar um processo de cobrança ao governo do Estado de ações mais efetivas, que, assim consideram, “vai demandar muita energia e vontade política” de sorte a criar programas de desenvolvimento do semiárido de curto, médio e longo prazos. É uma questão problemática porque, normalmente, a seca deverá ser minorada em novembro, época das chuvas, mas pode ir além, como aconteceu entre 2012 e 2013. De qualquer forma, dificilmente o longo período de estiagem e seus efeitos deixarão de ter efeitos políticos-eleitorais.
   
Como é do conhecimento, as outras unidades nordestinas, especialmente o Ceará, fizeram, nos últimos 20 anos, seu dever de casa, adotando medidas para minorar o espectro das secas, o que pouco aconteceu na Bahia ao longo deste mesmo período. Ainda em artigo publicado em A TARDE nesta semana que passou, o ex-governador Paulo Souto propôs um Plano Decenal do governo federal para dar combate ininterrupto ao flagelo.
     
João Martins disse que o prejuízo no semiárido é bem maior do que “a bilionária perda da lavoura e rebanhos”. Citou diversos pontos que considera graves em consequência da estiagem prolongada. Dentre eles,
“1-Grande queda no dinamismo do setor do comércio, com uma significativa redução de vendas e consumo;
 2- Desaceleração das atividades ligadas ao setor de serviços (educação, saúde, logística) etc ;
 3- Impactos no setor industrial, sobretudo nas agroindústrias, especialmente na fruticultura e laticínios (muitas empresas já fecharam e outras poderão deixar a região);
 4 – Diminuição expressiva das operações financeiras (créditos, empréstimos, poupanças);
5 – Queda livre do valor das propriedades;
6 – Perda de emprego e renda, o que gera empobrecimento crônico, inadimplência, endividamento e êxodo rural;
 7 – Gravíssima perda de capital natural (prejuízos incalculáveis do nosso patrimônio ambiental, com o desaparecimento de espécies nativas, agravando os riscos de uma futura desertificação);
 8 –Destruição generalizada das pastagens, já que todas as reservas se esgotaram;
 9 - Perdas significativas no Fundo de Participação dos Municípios, FPM.
           
Diante da situação acima o Forum  requer que um grande volume de recursos seja solicitado ao governo federal para amenizar a crise e criar condições para recompor o desastre criado pela seca no sertão da Bahia. Dentre eles, recomenda-se a preparação de viveiros e replantio de mudas, já que tudo foi destruído. Repovoar grandes áreas com espécies nativas da caatinga; reposição do plantel de rebanhos, “com matizes geneticamente apropriados; e recursos para a recuperação das pastagens no lugar
Onde, hoje, só se vê terras secas ou terras rachadas pelo sol.
       
De mais a mais, é necessário a construção de grandes e pequenas barragens, perenização dos rios e tudo que for tecnicamente necessário para gerar recursos hídricos definitivos. Há um grande desânimo, somando a prejuízos imensos sofridos pela população do semiárido.  
     
Por fim, como o governo petista fracassou na transposição do Rio São Francisco para favorecer o nordeste e enterrou bilhões e bilhões nas obras abandonadas. É necessário que o governo baiano não se afaste da repetição da exigência do eixo sul, para favorecer a região baiana que sofre com a calamidade. Não um eixo construído com manilhas, mas também com calhas. Afinal, o São Francisco é um rio baiano. Nasce em Minas Gerais, mas corta o território baiano para desaguar entre Sergipe e Alagoas. Para que se tenha uma ideia, a 300 metros da margem do rio, a seca já se manifesta. Os governos baianos são responsáveis pelo sofrimento da grande população que habita, às vezes de forma esparsa, a grande área que compõe o território da Bahia.

*Coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde deste domingo (9)

Governo da Bahia quer eólicas no leilão A-5

Saída de eólicas traria perdas para estado e a região Nordeste
A decisão do governo de retirar a fonte eólica do próximo leilão A-5, marcado para o dia 29 de agosto, não agradou o estado da Bahia. O secretário estadual de Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, protocolou pedido no último dia 28 de maio ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para que a fonte seja incluída no certame. Alegando que a decisão de excluir os projetos eólicos é controversa, o ofício enumera os benefícios que a energia eólica  trouxe para a matriz energética brasileira. O estado possui um grande potencial eólico e uma cadeia industrial instalada. O pedido chegou ao ministério na última segunda-feira, 4 de junho.

No pedido, também encaminhado para todos os membros do Conselho Nacional de Política Energética, o secretário alega que os projetos eólicos tem apresentado altos índices de fator de capacidade e desempenham a função de economizar a água dos reservatórios, agindo em complementaridade com a fonte hídrica. A decisão de apenas tornar aptos para o leilão de reserva e A-3 eólicas com conexão já assegurada também é criticada pelo secretário, que lembra que o desenvolvimento da geração pautou a expansão da transmissão e que a preferência em usar os mesmos traçados em busca de custos menores fez com que a capilaridade do sistema ficasse reduzida, principalmente no Nordeste.

As metas estipuladas para a participação da fonte no sistema também correm riscos, já que sem projetos no leilão no A-5, o incremento da fonte é dificultado. O Brasil ocupava em 2011 a 20ª posição entre os países com maior capacidade e em 2013 a expectativa é que alcance a décima posição.

Outro fator que fez o estado ligar o alerta para a restrição a usinas eólicas no leilão é o parque industrial que o estado abriga. As fabricantes de aerogeradores Gamesa, Alstom e Acciona tem unidades no estado.  A Torrebras, fabricante de torres, no mês passado inaugurou unidade em Camaçari. Sem eólicas, diminuiria a encomenda por turbinas e a atividade industrial no estado.

O governo não está sozinho na empreitada. A Associação Brasileira de Energia Eólica também tenta mudar a decisão do MME. Na última quinta-feira, 5 de junho, o deputado federal Josias Gomes (PT-BA) fez discurso no plenário sobre o tema. Pedindo que o ministro Lobão reveja a posição tomada, ele ressaltou que não só a Bahia, mas outros estados da região como Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Piauí e Pernambuco serão penalizados. "Impedir que estes projetos [eólicos] disputem os leilões é optar por não permitir o avanço econômico do Nordeste, já que não há rios ou outros combustíveis fósseis espalhados pela região na quantidade e qualidade necessária como há no sol e ventos nordestinos", explicou.

Ele também lembrou os cerca de 10 mil postos de trabalho gerados pelas usinas eólicas durante a sua fase de construção e operação, além da renda de R$ 6 mil por ano em média que os proprietários das terras recebem por cada torre instalada nas suas terras,  o que impede o êxodo rural.
Fonte: Canal Energia

NOTA DE ESCLARECIMENTO | Jornal A Tarde

SEPLAN

SEPLAN | Secretaria do Planejamento



Com relação à nota publicada no jornal A Tarde desta segunda-feira (10), na coluna Tempo Presente, intitulada A ponte, a Secretaria do Planejamento da Bahia (Seplan) esclarece alguns pontos:

1) A empresa Mckinsey & Company não foi contratada para realização de “estudos de viabilidade do projeto”, mas para coordenar e organizar a contratação e os resultados dos diversos estudos necessários ao projeto, assim como elaborar a modelagem da concessão. É importante ressaltar que a escolha da consultoria McKinsey foi objeto de extensa avaliação, que durou quase seis meses, entre técnicos da Secretaria do Planejamento e Desenbahia. Envolveu a discussão e avaliação da capacidade técnica de várias consultorias. Em função da complexidade do projeto, optamos pela contratação de uma consultoria internacional, já que não foi identificada nenhuma consultoria local ou nacional que tenha a experiência necessária. Após o parecer favorável da Procuradoria Geral do Estado (PGE), que é a responsável pelas questões jurídicas do Governo, decidimos contratar por inexigibilidade, respaldados pelas Leis 8.666 e 9.433, devido à notória especialização do contratado e a singularidade do objeto do contrato.
2) Entre os trabalhos da Mckinsey destaca-se a organização das informações oriundas dos estudos de sondagem, urbanísticos, engenharia, ambientais e de impacto cultural, todos a serem contratados por meio de processos de licitação ou convênios, cujos proponentes recorrerão, inclusive, a professores e pesquisadores baianos.
3) Quanto ao encontro com o professor da pós-graduação da Ufba, Carlos Carozo, o mesmo não foi procurado pela Mckinsey, mas pelo seu colega, o professor da Ufba e coordenador do projeto da ponte Salvador-Ilha de Itaparica, Paulo Henrique de Almeida, que atualmente é diretor da Seplan. A reunião ocorreu na manhã do dia 14 de maio de 2013, no Museu de Etnologia e Arqueologia da Ufba. A pauta em questão foi esclarecer interfaces entre os estudos de impacto cultural da ponte e aos vinculados aos projetos do Estaleiro Enseada do Paraguaçú (EEP), terminal de Regaseificação da Petrobras e editais da Fapesb, a fim de que o Governo do Estado não recontrate o mesmo objeto.

domingo, 9 de junho de 2013

Águas IV – Que banham a Bahia


Rios na Bahia. Extensão das bacias em km: - Rio de Contas (620) – Paraguaçu (614) – Vaza Barris (450) e Itapicuru (350).
Rio de Contas
Maior bacia com percurso exclusivamente na Bahia, com 620 km e que envolve 86 municípios em uma área de mais de 55km2; localizada na região centro-sul, limitando-se ao norte com a bacia do rio Paraguaçu e com as bacias do leste, a oeste do rio São Francisco, a leste com o oceano atlântico e ao sul a bacia do rio Pardo e com o estado de Minas Gerais.
Nasce na Serra da Tromba, no município de Piatã, atravessa diferentes ecorregiões como Chapada Diamantina – Caatinga e Mata Atlântica indo desaguar no Atlântico no município de Itacaré.
Seus principais afluentes são os rios Brumado – Antonio – Gongogi – Jequiezinho – Galvão – Sincorá e Jacaré.
No curso do rio tem duas barragens que são conhecidas, a de Funil e de Pedras, essa última a 18 km de Jequié.
A barragem controla as inundações das cidades ribeirinhas permite condições para irrigação para núcleos agrícolas e também para criatórios de peixes.
É a maior bacia hidrográfica formada e com percurso na Bahia.
Bacia do rio Paraguaçu
Nasce na Chapada Diamantina, em Barra da Estiva, na Serra do Cocal, seguindo em direção norte, passando pelos municípios de Ibicoara – Mucugê e Andaraí, onde recebe as águas do rio Santo Antonio e muda seu curso para oeste e leste, servindo como divisor entre diversos municípios e desemboca na Bahia de Todos os Santos entre as cidades de Maragogipe e Saubara.
Banha Itaberaba – São Felix – Cachoeira – Cruz das Almas – Castro Alves – Governador Mangabeira – Muritiba e Rafael Jambeiro.
Com a construção da Barragem de Pedra do Cavalo (controla as cheias) o rio Paraguaçu passou a responder pelos abastecimentos de águas do recôncavo baiano, Feira de Santana e da grande Salvador.
É navegável de sua foz até Cachoeira e São Felix, com extensão em torno de 46 km.
Principais afluentes: rios Santo Antonio – Tupim – Capivari e do Peixe.
O rio é Patrimônio natural da cidade de Cachoeira e é o maior rio genuinamente baiano.
Bacia do Rio Vaza Barris (450 km)
Nasce em pleno sertão baiano, banha Canudos (BA) e São Cristovão (SE) e de seus 450 km, 298 são na Bahia e 152 em Sergipe. O Vaza Barris é tipicamente sertanejo em permanente luta para não secar.
Em seu avanço no sertão da Bahia em direção ao estado de Sergipe, ele é intercalado por trechos secos e pedregosos, desaparecendo muitas vezes e com filete de água segue seu curso. Depois de vencer o sertão ele se transforma em um belo cenário aquático e sua paisagem se divide ainda entre as ilhas do Paraíso e de Manguezais que são paradas obrigatórias para banhos relaxantes.
Sua bacia hidrográfica é de 17 mil km com 85% no nordeste da Bahia e os 15% restantes em Sergipe.
Seus principais afluentes são: Rio das Pedras – Chinduba  - Paramopama e Tejupeba.
O temporário rio Vaza Barris foi aproveitado para a construção da barragem que represou um considerável volume de água e que deu origem ao Açude de Cocorobó, destinado ao abastecimento público e à utilização de águas subterrâneas, o açude deu origem ao projeto de irrigação denominado Perímetro Irrigado do rio Vaza Barris, para levar água para uma região marcada pela seca.
Bacia do Rio Itapicuru (350 km)
Na Chapada Diamantina próximo a Jacobina nasce o rio Itapicuru e seu curso ruma no sentido oeste – leste da Bahia, passando pelas estâncias hidrominerais de Caldas do Jorro e Caldas do Cipó, desembocando na região do litoral norte do estado próximo a cidade de Conde.
A bacia hidrográfica do rio Itapicuru possui área de 36.226 km2, equivalente a 6,4% do território da Bahia e abrangente a 55 municípios.
Rios significativos que integram e compõem sua bacia:
Itapicuru-Açu/ Itapicuru-Mirim/ Peixe / Cariaçá/ Quinjingue/Aipim/Jacurici/ riacho do Monteiro/ Barracão e Pau a Pique.
Limite da bacia do Rio Itapicuru:-
Ao norte com as bacias dos rios Real, Vaza Barris e o sub-médio São Francisco;
Ao sul, com as bacias do Paraguaçu e Recôncavo Norte;
A Oeste com as bacias dos rios Verde, Jacaré e Salitre;
A Leste com o Oceano Atlântico.
Em seus limites têm reservas de Patrimônio Natural (RPPN), áreas de proteção ambiental (APA), do Litoral Norte e de Mangue Seco.
Fontes: Cetrel/ Especial A Tarde/ Atlas Geográfico do Brasil e consultas a mídia.
Continuarei em breve comentando sobre a água, sua importância para a saúde e a vida.

sábado, 8 de junho de 2013

Águas III

Bacia do Jequitinhonha
Conhecido no período colonial como rio das Virgens, o rio Jequitinhonha teve seu nome originado de termos indígenas... de Jequi (armadilha para apanhar peixes) com a junção de Tinhonha( significa rio largo).
É um rio federal, nasce em Minas Gerais na Serra do Espinhaço no município do Serro e percorre o vale do Jequitinhonha. Sua extensão é de 920 km e seus principais afluentes são:
Margem esquerda (os rios Itacambiruçu – Salina – São Pedro – e São Francisco)
Margem direita (os rios Araçuaí – Piauí e São Miguel)
A bacia do Jequitinhonha compreende uma área de 70.315km2, sendo 66.319 km2 em Minas Gerais (representa 11,3% da área do estado) e 3.996km2 na Bahia (equivalente a 0,8% da área baiana).
Deságua no município baiano de Belmonte.
Tem duas grandes barragens hidrelétricas, a Itapebi no sul da Bahia e a Usina de Irapé em Berilo - MG.
Bacia do Rio Pardo
A exemplo do rio São Francisco e do rio Jequitinhonha o rio Pardo também nasce no estado de Minas Gerais, esse último na Serra Negra, município de Rio Pardo de Minas e percorre 565 km até a sua foz em Canavieiras na Bahia, onde deságua no Oceano Atlântico.
Seus principais afluentes são os rios: São João do Paraíso – Catolé Grande - - Mosquito – Macarani – Maiquinique.
A bacia hidrográfica do Rio Pardo abrange em torno de 30 municípios, apresentando os seguintes limites:
Ao sul, com a bacia do rio Jequitinhonha;
Ao norte com a bacia dói rio de Contas e do rio Colônia;
A Oeste, com a bacia do rio São Francisco
E a Leste, com o Oceano Atlântico.
Grande parte da área ocupada da bacia é utilizada para agricultura, pecuária, extrativismo vegetal e mineração e suas águas monitoradas apresenta boa qualidade, que em suas análises pode ser consideradas de aceitável para boa.
Bacia muito importante na história e expansão territorial brasileira, fato ocorrido no período colonial, época em que foi batizado de rio Santo Antonio, com incursões de caráter colonizador após noticias de existência de pedras e metais preciosos naquelas regiões.
São as águas visando os caminhos do desenvolvimento e principalmente provando a cada instante sua importância para a saúde e a vida,
Aguarde a continuação...

EDITAL DE ESTUDOS AMBIENTAIS DA PONTE SSA-ITAPARICA RECEBE 4 PROPOSTAS





Foi encerrado nesta sexta-feira (07) o recebimento de propostas para a elaboração de Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) a fim de implantar o projeto da ponte Salvador-Ilha de Itaparica.

Quatro concorrentes, entre eles um consórcio internacional, entregaram propostas. A expectativa é que até a primeira quinzena de julho a comissão de licitação indique o vencedor da concorrência.

O EIA-Rima é um instrumento fundamental para minimizar os impactos ambientais e sociais, sobretudo, na Ilha de Itaparica, Baía de Todos-os-Santos (BTS) e demais áreas indiretamente afetadas na região do Recôncavo. De acordo com o edital, os estudos englobam um diagnóstico ambiental e a proposição de planos e programas de mitigação e compensação do impacto ambiental.

Além disso, é solicitado uma avaliação dos impactos socioeconômicos do empreendimento, tais como as questões de água, esgoto e resíduos sólidos decorrentes da maior ocupação da Ilha.

Os proponentes para a realização dos estudos são: consórcio V&S Ambiental LTDA EPP (Brasil) e Nemus (Portugal); Arcadis Logos S.A (Brasil/Holanda); Polar Inteligência em Meio Ambiente LTDA (Brasil); e STE (Brasil), Bourscheid (Brasil) e Ecotech (Brasil).


Seplan.