quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Delator da Odebrecht acusa Aécio de ter acertado fraude em licitação, diz Folha


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InfoMoney3 horas atrás

 

Descrição: InfoMoney (Geraldo Magela/ Agência Senado)

 

© Geraldo Magela/ Agência Senado InfoMoney

O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior fez acusações contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em delação premiada à Operação Lava Jato, informa o jornal Folha de S. Paulo. Ele afirma ter se reunido com Aécio quando ele era governador de Minas Gerais para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa, de forma a favorecer grandes empreiteiras. A Cidade Administrativa , sede do governo mineiro, custou R$ 2,1 bilhões em valores da época e foi inaugurada em 2010, último ano de Aécio como governador, sendo a obra mais cara do tucano no governo de Minas. 

Benedicto Júnior disse aos procuradores que, após o acerto, Aécio orientou as construtoras a procurarem Oswaldo Borges da Costa Filho. Com Oswaldinho, como é conhecido, foi definido o percentual de propina que seria repassado pelas empresas no esquema. Esses valores ficariam entre  2,5% e 3% sobre o total dos contratos.  Oswaldinho é um colaborador das campanhas de Aécio. Segundo informações obtidas pela Folha, o ex-executivo da Odebrecht afirmou que o próprio Aécio decidiu quais empresas participariam da licitação para a obra. 

Em nota ao jornal, Aécio repudiou o teor do relato de Benedicto Júnior. Ele defendeu o fim do sigilo sobre as delações "para que todo conteúdo seja de conhecimento público".  O senador disse que desconhece o conteúdo do que classifica de "suposta delação". "As afirmações relatadas são falsas e absurdas", afirmou

 

Estado de saúde de Marisa Letícia é gravíssimo e irreversível

 


Adriana Dias Lopes9 horas atrás

 

 

Descrição: A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva

 

© image/jpeg A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva

O estado de saúde da ex-primeira-dama Marisa Letícia é gravíssimo e irreversível. A mulher do ex-presidente Lula está internada na UTI do Hospital Sírio-Libanês após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e segue em coma induzido.

Nesta quarta-feira, o quadro se agravou. A atividade elétrica cerebral de Marisa Letícia piorou, assim como o fluxo sanguíneo no cérebro.

No início do dia, a ex-primeira-dama havia sofrido de anisocoria, caracterizada pelo tamanho desigual das pupilas. A condição mostra que uma região importante do tronco cerebral pode estar sofrendo com hemorragia.

Marisa Letícia sofreu um AVC hemorrágico na terça-feira da semana passada. Do tipo mais grave, consiste na ruptura da parede da artéria, com ocorrência de hemorragia.

Arquivado em:Brasil, Saúde

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Presidente da Petrobras diz que privatização não está em discussão

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse nesta quarta-feira (1º) que não considera a privatização da empresa. Segundo ele, "a sociedade não quer e não está preparada para discutir a privatização". Parente participa de um encontro com investidores, organizado pelo Credit Suisse, em São Paulo. O presidente da estatal afirmou também que deverá apresentar em breve um modelo negócios a ser oferecido para investidores em pacerias de refino de petróleo. (Com Reuters)

Citado na Lava Jato, Eunício recomendou indicação de Janot à PGR


Notícias Política


 



Leandro Prazeres

Do UOL, em Brasília  Arte/UOL

Descrição: O senador do PMDB Eunício Oliveira (à esquerda) foi relator da primeira indicação de Rodrigo Janot à PGR (Procuradoria Geral da República), em agosto de 2013Descrição: http://assets.pinterest.com/images/pidgets/pinit_fg_en_rect_red_28.png

O senador do PMDB Eunício Oliveira (à esquerda) foi relator da primeira indicação de Rodrigo Janot à PGR (Procuradoria Geral da República), em agosto de 2013

Quando o senador e principal candidato à presidência do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), referendou a indicação de Rodrigo Janot para seu primeiro mandato como procurador-geral da República, em agosto de 2013, ele talvez não tivesse ideia de quanta coisa pudesse mudar em pouco mais de três anos. Saiu Dilma Rousseff (PT), entrou Michel Temer (PMDB) e, de relator da indicação de Janot, hoje ele é um dos citados em delações premiadas da Operação Lava Jato, comandada pela PGR (Procuradoria Geral da República).

A eleição para a presidência do Senado será realizada nesta quarta-feira (1º). Eunício Oliveira é o candidato mais forte à sucessão de Renan Calheiros (PMDB-AL) à presidência do Senado. Tesoureiro do PMDB, ele é o atual líder do partido no Senado. Em sua trajetória na Casa, ele se notabilizou por conseguir equilibrar vínculos tanto com Dilma, madrinha do casamento de uma de suas filhas, quanto com Temer, de quem é aliado.

Relatório de Eunício exaltou serenidade de Janot

As trajetórias de Janot e Eunício começaram a se cruzar em agosto de 2013, quando a então presidente Dilma enviou ao Senado a indicação do então sub-procurador geral da República para substituir o então PGR Roberto Gurgel.

Os tempos no Senado eram tensos. O PT da presidente Dilma ainda se recuperava do julgamento do caso mensalão, e o Senado ainda assimilava a denúncia feita por Gurgel contra Renan, acusado de desvio de recursos públicos e falsificação de documentos no caso que apurava a suspeita de a empreiteira Mendes Júnior pagava despesas da jornalista Mônica Veloso, mãe de um dos filhos do senador. Renan, que acabou se tornando réu neste caso apenas em 2016, nega as acusações.

E foi em meio a esse cenário conflituoso que Eunício assumiu a relatoria da indicação de Janot. Para ser efetivado no cargo, Janot precisava ainda ser sabatinado pela CCJ (Conselho de Constituição e Justiça do Senado) e ter sua indicação aprovada pelo plenário do Senado. Uma recomendação de Eunício, tesoureiro do PMDB e um dos principais interlocutores viria a calhar. E veio.

Em um documento de cinco páginas enviado à CCJ, Eunício teceu diversos elogios ao futuro PGR. "Rodrigo Janot Monteiro de Barros é também admirado pela serenidade e equilíbrio no exercício profissional, sendo ainda muito elogiada sua capacidade de diálogo", disse parte do relatório de Eunício à CCJ.

"Certamente essas qualidades, reconhecidas pelos Procuradores da República [...] mostram que Sua Excelência, se aprovada sua indicação pelo Senado Federal, estará à altura dos desafios que o cargo requer", completou o senador em seu relatório.


Citado em 3 delações, Eunício rebate: "desespero"

Coube à Operação Lava Jato entrelaçar as trajetórias de Janot e Eunício novamente. Delatores da investigação comandada por Janot citaram o senador como um dos beneficiados pelo esquema de corrupção em que empreiteiras repassavam recursos de propina a políticos e partidos - Eunício não é alvo de inquérito relacionado à Lava Jato.

O ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT, hoje sem partido) disse em sua delação que Eunício faria parte do grupo de parlamentares do PMDB que exercia influência em diretorias da estatal em troca de propina. Delcídio ainda disse que Eunício colocava suas empresas de prestação de serviços para operar junto à Petrobras e a diversos ministérios. 

O ex-diretor da Hypermarcas e delator da Operação Lava Jato Nelson Mello disse em depoimento que repassou R$ 5 milhões em caixa dois para a campanha de Eunício ao governo do Ceará em 2014.

Outro delator, o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse que Eunício recebeu R$ 2,1 milhões em propina para aprovar uma MP (medida provisória) de interesse da companhia

Em entrevista à Folha, Eunício se defendeu e disse que, "no despero", delatores inventam estórias.

"As pessoas, numa hora dessas de desespero, falam e ninguém pode impedir [...] As pessoas criam, inventam e até mentem para obter o benefício da delação", afirmou. O senador disse também estar tranquilo em relação às citações ao seu nome ao longo da Operação Lava Jato. "Não sou investigado. Sei o que fiz e o que não fiz. Tenho tranquilidade em relação a qualquer citação", disse.

Em setembro, em um despacho sobre as alegações feitas por Nelson Mello em sua delação premiada, Janot alegou motivos de "foro íntimo" para alegar sua "suspeição" em relação às declarações feitas por Mello.

"Afirmo suspeição, por motivo de foro íntimo, quanto à investigação do ilustríssimo senador Eunício Oliveira", dizia um trecho do documento. Janot, entretanto, não explicou a razão da suspeição.

Coube ao vice-procurador geral da República, José Bonifácio de Andrada, analisar o caso. A assessoria de imprensa da PGR não forneceu mais detalhes sobre o declaração de suspeição
Fonte:UOL

Congresso reestreia a peça do Brasil alternativo






Josias de Souza

01/02/2017 04:49

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Descrição: https://conteudo.imguol.com.br/blogs/58/files/2017/02/CongressoCorujasFabioPozzebomABr.jpg

O Congresso reestreia nesta quarta-feira um espetáculo manjado. A coisa se passa numa nação alternativa. Fora do prédio de Niemeyer, há um Brasil em pânico. Dentro, há um país fictício. Fora, quando alguém fala em corrupção numa roda, é impossível mudar de assunto. Pode-se, no máximo, mudar de corrupto. Dentro, pulsa um país sem culpados nem inocentes. Um Brasil 100% feito de cúmplices. Uma nação onde nada aconteceu.

Os congressistas propuseram e aceitaram a tese segundo a qual nenhum deles deve nada. Muito menos explicações. Há os delatados, os investigados, os denunciados, os réus… E há a banda muda, que silencia diante da promiscuidade. É nesta ficção que nenhum roteirista de teatro assinaria, para não passar por inverossímil, que o Congresso reabre suas cortinas depois do recesso. Deputados e senadores tropeçam nos corredores com o maior escândalo de corrupção da história. Mas fingem que ele não está ali.

Nos últimos dois anos, uma Lava Jato inexplicada no meio do Salão Verde da Câmara e do Salão Azul do Senado se transformou em muitas coisas. Começou como um embaraço. Evoluiu para um hábito. De repente, à medida que aumentava o número de ecrencados, tornou-se parâmetro.

Há dois anos, os deputados elegeram Eduardo Cunha para presidir a Câmara. E os senadores reelegeram Renan Calheiros. O primeiro está preso. O segundo é réu numa ação penal e protagoniza 12 inquéritos.

Hoje, os favoritos ao comando das duas Casas do Legislativo são alvos da megadelação da Odebrecht. Mas isso não é assunto que mereça a perda de tempo de uma reflexão no Brasil alternativo que está novamente em cartaz no Congresso.

Fora das cuias de Niemeyer —a da Câmara virada para cima, a do Senado emborcada para baixo—, a democracia representativa está jurada de morte. Dentro, ela se comporta como se estivesse cheia de vida.
Fonte:UOL

Hoje tem campeonato baiano e tem Bahia em campo contra Jacuipense


O Bahia volta a campo hoje as 20h45min em Riachão do Jacuípe, contra o dono da casa Jacuipense e deve atuar com maioria dos jogadores oriundos da divisão de base ,poucos titulares e alguns dos novos contratados.

Partida em que a torcida vai ficar atenta ao seu desenrolar, haja vista representar um teste que apresentará sérias dificuldades ao time da capital.

Como já demonstrei em outros comentários ser radicalmente contrário à alternância de nomes que estarão em campo, estarei observando as experiências de Guto.

Acredito ser uma partida sem favorito levando em conta o nome do Bahia e o time da casa lutar por um melhor resultado do que o empate auferido na estreia do campeonato. De conformidade com os dados colhidos no site oficial do Bahia transcrevo abaixo noticias sobre o assunto.

As cinco novidades em relação ao grupo que enfrentou o Jacobina, domingo (29), em Pituaçu, são o zagueiro Bolívia, o volante Feijão, o meia Marco Antônio e os atacantes João Paulo e Matheus Peixoto – todos pratas da casa ou com passagem pela equipe sub-20 tricolor.

Confira abaixo os jogadores que dormirão em Feira de Santana e seguirão à tarde para o palco do duelo no estádio Valfredão:

GOLEIROS: Anderson e Jean
LATERAL: Juninho Capixaba
ZAGUEIROS: Bolívia, Eder, Lucas Fonseca e Rodrigo Becão
VOLANTES: Feijão, Juninho, Júnior Ramos e Matheus Sales
MEIAS: Diego Rosa, Marco Antônio e Régis
ATACANTES: Gustavo, João Paulo, Kaynan, Mário e Matheus Peixoto.