quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ações do governo estadual para a Copa 2014 são apresentadas em entrevista coletiva

O governador Jaques Wagner concedeu, junto com secretários estaduais, na manhã desta quarta-feira (4), no Parque Tecnológico da Bahia, em Salvador, entrevista coletiva sobre as ações do governo para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Na ocasião, o governador visitou o ônibus da Polícia Civil, que será utilizado como delegacia móvel durante o mundial, e o Centro Integrado de Controle, e também assistiu a uma apresentação dos equipamentos especiais da Polícia Militar que serão utilizados durante a Copa do Mundo, já testados durante a Copa das Confederações, em 2013.

Wagner destacou os investimentos proporcionados pelo evento de escala mundial. "Eu acho que a gente está completamente pronto. Durante todo este tempo, o planejamento foi todo feito, o item de segurança é o mais sensível e percebe-se a consistência de tudo o que foi demonstrado aqui. Quero reafirmar que os investimentos terão total retorno. Um exemplo, são estes R$ 90 milhões de investimento que vão ficar na Bahia para a Segurança Pública. Dia 11, Dilma vem inaugurar o primeiro trecho do Metrô, temos os investimentos em mobilidade urbana".

De acordo com secretário de Segurança Pública (SSP), Maurício Barbosa, “o destaque da nossa preparação para o evento foi a integração entre os órgãos”. Segundo Barbosa, as ações dos órgãos de segurança pública estaduais e federais são distintas e complementares. Os equipamentos também foram destacados pelo secretário. “A SSP tem muito a comemorar, pelo que recebemos de equipamento e investimento, que servem para todas as nossas ações”, afirmou. O efetivo estadual envolvido na segurança da Copa na Bahia é de 10.386 policiais. Com as forças municipais e federais, esse número chega a 13.231.

Também presente na coletiva,  o secretário estadual da Copa (Secopa), Ney Campello, lembrou que a Bahia é o único estado do Norte-Nordeste que fez captação para sediar Centros de Treinamento para três seleções. Sobre a movimentação de turistas na cidade durante a Copa, o secretário de Turismo (Setur), Pedro Galvão, revelou que Salvador espera 700 mil visitantes, que devem gastar cerca de R$ 800 milhões, entre 10 de junho e 10 de julho.

Também participaram da coletiva os comandantes da Base Aérea de Salvador, coronel-aviador Adolfo Aleixo; do 2º Distrito Naval, vice-almirante Luiz Henrique Carolli; e da 6ª Região Militar, general Artur Costa Moura.

Arena Fonte Nova terá melhor rede de Internet da Copa do Mundo no Brasil

A Fifa divulgou ontem a lista com a qualidade da rede Wifi 3g e 4g que serão utilizados nos estádios sedes dos jogos do Mundial de 2014 no Brasil. 
Entre todos os estádios, a Arena Fonte Nova, em Salvador, terá o melhor equipamento com 598 antenas de telefonia e 151 de sinal de internet, interligadas por 18 quilômetros de fibras ópticas além de outras nove antenas externas. Em segundo lugar ficou o estádio Mané Garrincha em Brasília, que recebeu 401 antenas de telefonia e 213 de Wifi, além de 17 km de fibra óptica e 10 antenas externas. Além de Salvador e Brasília outros quatro estados (Rio de Janeiro, Porto Alegre, Cuiabá, e Manaus) também terão tecnologias de qualidade. 
Mas nem tudo saiu conforme o combinado. Os torcedoresde cinco arenas não poderão usufruir do acesso à tecnologia de ponta. As baixas ficaram com as arenas Mineirão, em Belo Horizonte, Arena da Baixada em Curitiba, Arena Castelão em Fortaleza, Arena das Dunas em Natal, a Arena Corinthians, em São Paulo e a Arena Pernambuco, em Recife. As operadoras alegam que não houve acordo com as empresas que administram estes estádios, o que impossibilitou a instalação dos equipamentos. 
O investimento total na cobertura de comunicação da Copa do mundo foi de R$ 226 milhões, o que para cada Arena fica em torno de R$ 18,83 milhões por estádio.
 Fonte:Tribuna da Bahia

terça-feira, 3 de junho de 2014

Viaduto de Narandiba é liberado para tráfego nesta terça






Foto:Amanda Oliveira/GOVBAPara acessar o viaduto de Narandiba o motorista deve seguir pela rua interna do Imbuí (Shopping CCI/Banco do Brasil) e virar à esquerda no final da rua viaduto

A partir desta terça-feira (3), os motoristas que trafegam na Avenida Paralela, sentido aeroporto, não precisam mais utilizar retornos para chegar aos bairros de Narandiba, Doron, Engomadeira e Tancredo Neves. Eles têm agora o Viaduto de Narandiba, que foi liberado para o tráfego pelo governador Jaques Wagner no início da manhã."Junto com os dois viadutos que completam o Complexo do Imbuí, essa obra melhora significativamente o trânsito, diminuindo o tráfego na Paralela, atualmente um dos pontos de estrangulamento da cidade", disse Wagner.
A obra, na qual foram investidos R$ 15 milhões, integra o Complexo Viário do Imbuí, que faz parte do pacote de obras estruturantes do Governo do Estado, por meio do Programa Mobilidade Salvador, para interligar os pontos extremos da cidade, com R$ 8,5 bilhões de recursos.
Construído pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), o viaduto possui 172 metros e duas faixas em sentido único. A obra incluiu toda a requalificação viária do trecho.
Rapidez
Com a intervenção, os motoristas ganham uma alternativa mais rápida para acessar a região de Narandiba. Da Avenida Jorge Amado, basta seguir pela rua interna do Imbuí (Shopping CCI/Banco do Brasil), e virar à esquerda no final da rua para ter acesso ao novo viaduto.
Os veículos que trafegam pela a Avenida Paralela, devem utilizar a via marginal, na entrada do Quartel do Exército e, após a passarela, subir pela alça à direita, no Condomínio Rio das Pedras, até acessar o viaduto. Antes, era necessário utilizar as pistas de rolagem da Paralela ou retornar pelo viaduto do Centro Administrativo da Bahia (CAB) para chegar ao mesmo destino, aumentando o fluxo e a lentidão nos dois sentidos da avenida.
O comerciante Francisco Cerqueira disse que o viaduto facilita a locomoção para quem segue para Narandiba e quem trafega pela Paralela. “O tráfego na Paralela vai melhorar porque vai retirar um bom fluxo de carros, já que para chegar a Narandiba teríamos que ir até o Centro Administrativo. Agora, dá pra ir direto”.
Corredores estruturantes
Além da construção de três viadutos, as intervenções do Complexo Imbuí-Narandiba contemplam a ligação com o bairro do Stiep e as vias marginais entre o CAB e a Avenida Luís Eduardo Magalhães, já em operação. Também liberado, o acesso direto à BR-324, por meio de um retorno construído na Luís Eduardo Magalhães, logo após o viaduto da Baixinha de Santo Antônio, reduziu pela metade o tempo no trajeto e absorve o fluxo de veículos que antes vinham no sentido aeroporto-centro e provocavam grande congestionamento na região do Iguatemi.
Para melhorar a mobilidade da capital baiana, o Programa Mobilidade Salvador reúne uma série de obras com objetivo de ampliar a capacidade de tráfego por meio da implantação dois grandes corredores estruturantes ligando a Suburbana e a BR-324 à Orla Atlântica, sendo o primeiro composto pelas avenidas Pinto de Aguiar, Gal Costa e ligação Lobato-Pirajá, e o segundo pelas avenidas 29 de março e Orlando Gomes.
Também fazem parte do programa a construção da ligação entre a Luís Eduardo Magalhães e a Estrada do Curralinho, facilitando o acesso ao Stiep e a Boca do Rio, a ligação viária entre a Paralela e o Estádio Manoel Barradas (Barradão), o Sistema Metroviário Salvador-Lauro de Freitas e os já concluídos Complexo Viário 2 de julho, na região do aeroporto, e a Via Express Baía de Todos-os-Santos, que liga a BR 324 ao Porto de Salvador e à Cidade Baixa.
Fonte: Secom.
Em 3/06/2014..

Publicação da Tribuna da Bahia

Carlos Martins chama Aleluia de "irresponsável e mal educado"

Publicada em 03/06/2014 07:12:57

“O ex-secretário de Transportes da Prefeitura, José Carlos Aleluia, “foi irresponsável, desrespeitoso e mal educado com os leitores e com o Governo do Estado. Suas palavras não condizem com a boa postura que deve ter um homem público”. A afirmação é do presidente da Companhia de Transportes da Bahia, Carlos Martins, um dos responsáveis pelos processos licitatórios que culminaram com as construções de obras como a Fonte Nova e o Hospital do Subúrbio, além da retomada das intervenções do metrô que será inaugurado no próximo dia 11 de junho.
“Podemos ver que a raiva de Aleluia não é motivada por qualquer veleidade ética. Nasce, de fato, do êxito dos projetos que estão sendo desenvolvidos pelo governo Jaques Wagner”. O processo licitatório do Hospital do Subúrbio e o do metrô de Salvador foram realizados naBolsa de Valores de São Paulo, deixando clara postura inovadora e de total transparência do Governo do Estado, disse o presidente da CTB.
Aleluia, em resposta à crítica de Rui Costa à outorga onerosa na licitação do Sistema de Transporte Coletivo por Ônibus (STCO), declarou: “Não somos como o Governo do Estado que faz licitações dirigidas para favorecer empresários, a exemplo da Fonte Nova, que vão ter 100 milhões/ano e a do metrô, onde eles vão ter 150 milhões/ano.” 
Segundo Martins, “as colocações de Aleluia são pejadas de inverdades, meias verdades e distorções da realidade”. “É mentira que qualquer licitação do Estado seja dirigida. Mentira maior é pretender que a contrapartida (parcela do Governo em uma PPP) é uma cortesia do Governo. Ela expressa o pagamento ao parceiro privado dos investimentos feito por ele em um bem público. No caso do Metrô, existe, ainda, outra parcela que corresponde ao subsídio do Estado aos usuários no valor da passagem para assegurar uma tarifa mais barata em um transporte de massa de qualidade, confiável e que vai contribuir para uma vida melhor dos soteropolitanos”.
De acordo com Martins, Aleluia omite a existência da outorga onerosa (pagamento do empresário pelo direito de prestar o serviço) criticada por Rui. “Ao cobrar uma outorga onerosa dos concessionários do serviço público, a Prefeitura está fazendo caixa nas costas do povo pobre que usa ônibus, em lugar de dar um desconto na passagem, pois o custo da outorga é repassado para o preço do transporte”, disparou o presidente da CTB.

Chesf entrega obra de Igaporã II

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Linha permitirá o escoamento da energia dos empreendimentos eólicos Igaporã, na região sul do estado

A Chesf, subsidiária da Eletrobras, finalmente conseguiu entregar a obra da subestação Igaporã II, localizada na Bahia. Originalmente, o empreendimento deveria estar concluído em maio de 2012, porém, problemas envolvendo o licenciamento atrasaram o projeto, que foi energizado somente no último sábado (31.05).
"Igaporã trouxe enormes desafios para a Chesf, que enfrentou dificuldades na localização da subestação, na recapacitação das linhas e no licenciamento arqueológico. Conseguimos superar todos esses obstáculos e com grandes aprendizados. Estamos entregando todas as obras com a qualidade Chesf", declarou o diretor de Engenharia e Construção da empresa, José Ailton de Lima, em nota. Foram investidos no projeto R$71 milhões. Com a entrada em operação dessa obra, a Chesf contará com cerca de R$4 milhões de acréscimo de receita em seus cofres.
Segundo informações do Operador Nacional do Sistema (ONS), às 02h58min foram concluídos os testes de energização da linha de transmissão em 230kV Bom Jesus da Lapa II/Igaporã e da subestação Igaporã II, com dois transformadores de 230/69kV - 150 MVA cada, permanecendo energizada.
"A inserção dessa linha permitirá o escoamento da energia dos empreendimentos eólicos Igaporã, na região sul do estado da Bahia", destacou o ONS. A informação pode ser conferida no Informativo Preliminar Diário da Operação (IPDO) do dia 30 de maio.
As usinas eólicas as quais o ONS faz menção se referem aos 14 parques da Renova Energia vencedores do 2º leilão de energia de reserva (LER) em 2009. Instalados nos municípios de Caetité, Guanambi e Igaporã, o complexo eólico Alto Sertão I recebeu R$1,2 bilhão em investimento e é formado por 184 aerogeradores, que somam 293,6MW de capacidade instalada.
Essas usinas tinham o compromisso de fornecer energia a partir de 1º de julho de 2012. No entanto, o atraso na obra de Igaporã impediu a conexão dos parques na rede. Com isso, a Renova Energia passou a receber a receita proveniente dos contratos firmados em 2009, uma vez que a geradora não deu causa ao atraso, contudo, estava com as usinas aptas a operar. Desde então, essa energia (não entregue) vem sendo paga por todos os consumidores brasileiros.
Na semana passada, o Jornal da Energia conversou com o diretor de Engenharia da Chesf, José Ailton de Lima, que garantiu que a subestação estaria em operação até o final de maio.
Do lado da Renova, a empresa informou que está tudo pronto para iniciar o processo de conexão dos parques. Segundo a empresa, um verdadeiro exército de colaboradores está posicionado para assegurar que a entrada em operação dos parques o mais rápido possível.
O planejamento considera começar a conectar as usinas a partir do dia 8 de junho. Este prazo de uma semana é necessário para que os harmônicos do novo sistema de transmissão sejam testados pela transmissora. A partir daí, a Renova terá 23 dias para colocar os parques em operação. Este prazo se faz necessário para que sejam atendidos todos os procedimentos definidos pelo ONS.
Fonte: Jornal da Energia

Coluna A Tarde: ACM Neto e o conto do vigário

Samuel Celestino

Viaduto de Narandiba é liberado para tráfego nesta terça

Desenvolvimento


A partir desta terça-feira (3), os motoristas que trafegam na Avenida Paralela, sentido aeroporto, não precisam mais utilizar retornos para chegar aos bairros de Narandiba, Doron, Engomadeira e Tancredo Neves. Eles têm agora o Viaduto de Narandiba, que foi liberado para o tráfego pelo governador Jaques Wagner no início da manhã. "Junto com os dois viadutos que completam o Complexo do Imbuí, essa obra melhora significativamente o trânsito, diminuindo o tráfego na Paralela, atualmente um dos pontos de estrangulamento da cidade".


A obra, na qual foram investidos R$ 15 milhões, integra o Complexo Viário do Imbuí, que faz parte do pacote de obras estruturantes do Governo do Estado, por meio do Programa Mobilidade Salvador, para interligar os pontos extremos da cidade, com R$ 8,5 bilhões de recursos. Construído pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), o viaduto possui 172 metros e duas faixas em sentido único. A obra incluiu toda a requalificação viária do trecho.
Rapidez 

Com a intervenção, os motoristas ganham uma alternativa mais rápida para acessar a região de Narandiba. Da Avenida Jorge Amado, basta seguir pela rua interna do Imbuí (Shopping CCI/Banco do Brasil), e virar à esquerda no final da rua para ter acesso ao novo viaduto. Os veículos que trafegam pela a Avenida Paralela, devem utilizar a via marginal, na entrada do Quartel do Exército e, após a passarela, subir pela alça à direita, no Condomínio Rio das Pedras, até acessar o viaduto. Antes, era necessário utilizar as pistas de rolagem da Paralela para percorrer o trajeto, aumentando o fluxo e a lentidão nos dois sentidos da avenida.

Além da construção de três viadutos, as intervenções do complexo Imbuí-Narandiba contemplam a ligação com o bairro do Stiep e as vias marginais entre o Centro Administrativo da Bahia (CAB) e a Avenida Luís Eduardo Magalhães, já em operação. Também liberado, o acesso direto à BR-324, por meio de um retorno construído na Luís Eduardo, logo após o viaduto da Baixinha de Santo Antônio, reduziu pela metade o tempo no trajeto e absorve o fluxo de veículos que antes vinham no sentido aeroporto-centro e provocavam grande congestionamento na região do Iguatemi.

WAGNER INAUGURA HOJE PRIMEIRO PASSO PARA DESTRAVAR A PARALELA


 
Uma das regiões mais complicadas para se andar em Salvador, a avenida paralela vai ter mais uma opção de deslocamento de carros hoje. O governador do estado, Jaques Wagner, vai inaugurar o viaduto 3  que vai ligar as avenidas Paralela e Edgard Santos. Com 172m e duas faixas em sentido único, a obra, que custou R$ 15 milhões, vai facilitar o acesso aos bairros do Cabula VI, Narandiba, Doron, Engomadeira e Tancredo Neves.
 
Segundo Sérgio Silva, diretor de obras estruturantes da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), o trajeto entre a Paralela (sentido Aeroporto), nas imediações do bairro do Imbuí, e a entrada do bairro de Narandiba será reduzido em mais de 4 km. "A partir de hoje, os condutores que desejarem acessar esses bairros não precisarão mais seguir pela Paralela até o retorno no viaduto do Centro Administrativo", afirma Sérgio Silva.
 
Conforme o diretor, para ter acesso ao viaduto, os motoristas que vêm da Paralela, devem utilizar a via marginal, na entrada do Quartel do Exército e, após a passarela, subir pela alça (ladeira) à direita, no Condomínio Rio das Pedras, até o viaduto.
 

A assessoria de comunicação da Conder informou que a inauguração dos viadutos 1 e 2 está prevista o final de julho. A unidade lembrou ainda que os três viadutos compõem o Complexo Viário do Imbuí. Vale lembrar que obra faz parte do Programa de Mobilidade Salvador, um pacote de construções estruturantes projetadas pelo governo do Estado da Bahia para integrar pontos extremos da cidade e dar mais fluidez ao trânsito.
Fonte:BahiaEconômica

Inauguração de multinacional alemã reforça Polo Industrial de Camaçari

Indústria

02/06/2014 19:00


O Polo Industrial de Camaçari recebeu mais uma multinacional. A fábrica da indústria alemã Knauf, que representa 150 empregos diretos e investimentos R$ 150 milhões, foi inaugurada nesta segunda-feira (2), com a presença de representantes do segmento da construção civil, do Governo do Estado e da empresa.

O diretor-geral da Knauf no Brasil, Günter Leitner, explicou que Camaçari foi escolhida para a implantação da unidade porque, a “além de termos o apoio e o empenho do governador Jaques Wagner, a cidade reúne interessantes vantagens para entrada de matéria prima e saída de produtos acabados. Também é um bom ambiente empresarial, com facilidade de fornecimento de água, gás, luz, mão de obra qualificada, fica próxima a um porto e de um mercado crescente, que é o Nordeste”.

Para o secretário estadual da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, Camaçari se destaca por sua infraestrutura e o seu posicionamento estratégico. “Até 2007, o Polo Industrial de Camaçari somava investimentos da casa de US$ 11 bilhões. De lá para cá, o polo foi recuperado, recebeu a requalificação da infraestrutura e mais US$ 12 bilhões em investimentos privados, ou seja, mais do que foi feito em 30 anos”.

Mão de obra local  

O funcionário Marcelo Lima, 27 anos, morador de Camaçari, estava desempregado havia três meses quando foi contratado pela Knauf. “A empresa abriu muitas portas para o povo da região, que vem se qualificando, participando de cursos profissionalizantes e técnicos. Tomei treinamento de operador e em oito meses já estou sendo promovido para encarregado. Isto é muito gratificante, poder crescer sem precisar ir para longe, trabalhando perto de casa”.

Segundo o vice-presidente da Federação das Indústrias da Bahia, Carlos Gantois, a capacitação de mão de obra é um dos elementos que possibilitam a atração de investimentos privados. “Nós fazemos o programa de capacitação empresarial e formação de mão de obra para estas indústrias. A Knauf é um exemplo das empresas que se beneficiam deste trabalho e vai ser importantíssima para a cadeia produtiva da construção civil”.

Drywall 

Segunda unidade da multinacional no Brasil e primeira no Nordeste, a fábrica, que já possui um parque industrial no estado do Rio de Janeiro, vai aumentar em 80% a capacidade da empresa, produzindo 45 milhões de metros quadrados de drywall. O produto substitui insumos como tijolo e cimento na construção civil proporcionando um resultado final superior, inclusive de isolamento acústico e climatização.

De acordo com o presidente do Sinduscon, Carlos Henrique Passos, o segmento da construção civil tem crescido em média 5% ao ano e apresenta um quadro de obras bastante grande e diversificado. “A chegada da Knauf vai ser bastante favorável ao setor porque traz tecnologia e garante produtividade com qualidade”
Fonte:SECOM

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Seminário reúne especialistas internacionais em ferrovias


Sala de Imprensa  |  02/06/2014



Entre os dias 28 e 30 de maio, especialistas em ferrovias dos Estados Unidos, Espanha e Austrália e técnicos do governo brasileiro debateram sobre diversas experiências internacionais do transporte ferroviário de cargas. Ao final do evento, o gerente de serviços logísticos da EPL, Fábio Barbosa, ressaltou a grande participação dos técnicos do governo e afirmou que outros encontros devem acontecer. “Foram discutidas muitas ideias, mas há necessidade de se conversar ainda mais”.
No seminário, modelos de países como México, Estados Unidos, Canadá, Austrália e da União Europeia foram apresentados e debatidos, o que na visão de Fábio Barbosa contribui muito para a criação de um parâmetro que se encaixe nas necessidades do Brasil. “Vamos fazer uma avaliação dos modelos e analisar as características de outros países, assim será possível construir um modelo novo, específico para o Brasil”, explica.
Os estudos para a regulamentação do novo modelo começaram em fevereiro por meio de um acordo de cooperação entre a EPL e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD via INECO Engenharia e Consultoria do Transporte e são acompanhados pela Agência Nacional dos Transportes Terrestre (ANTT), Ministério dos Transportes e Valec  Engenharia Construções e Ferrovias S/A.
A expectativa é de que sejam realizados outros seminários na esfera governamental para que seja concluída a proposta de implementação do modelo de exploração que será levado à discussão pública.
Fonte: EPL

Noticia desta data (2/6/14)


Leilão de energia de reserva com solar, eólica e biomassa será em 10/10

Por Anna Flávia Rochas
SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério de Minas e Energia marcou para 10 de outubro o leilão de energia de reserva, no qual contratará energia de fontes solar fotovoltaica, eólica e biomassa a ser entregue a partir de 1 de outubro de 2017.
As fontes disputarão o leilão em produtos separados, ou seja, não irão competir entre si, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira. Isso poderá ajudar na entrada definitiva da energia solar na matriz elétrica brasileira.
O leilão ainda permitirá que empreendimentos de geração que utilizam biomassa de resíduos sólidos urbanos, biogás de aterro sanitário ou biodigestores de resíduos vegetais ou animais, incluindo lodos de estações de tratamento de esgoto, participem da competição.
O prazo dos contratos assinados será de 20 anos e a energia será contratada na modalidade por quantidade.
Os empreendimentos interessados em participar do leilão terão até 10 de julho para entregar de documentos na Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Não serão habilitados pela EPE os projetos com capacidade instalada inferior a 5 MW.
A contratação de energia de reserva é destinada a aumentar a segurança no fornecimento de energia elétrica do sistema interligado nacional, por meio da oferta da energia de usinas contratadas especialmente para esse fim.
A portaria ainda não define os preços-teto que poderão ser praticados pelas fontes no leilão.
Também nesta segunda-feira, a EPE informou que o leilão de energia A-5, que será realizado em 12 de setembro, tem 50.906 megawatts (MW) de 1.041 projetos cadastrados para participação, sendo que as térmicas a gás natural e as usinas eólicas são a maioria.
Publicação:Uol

Com investimentos de R$ 28 milhões, novo Mercado do Rio Vermelho é inaugurado

Comércio



Acaba de ser inaugurado na manhã desta segunda-feira (2), com a presença do governador Jaques Wagner, o Mercado do Rio Vermelho - a Ceasinha, que figura como nova opção de compras e entretenimento para a população de Salvador e turistas. A reforma do local incluiu uma ampliação de 88% da área construída, com investimentos de R$ 28 milhões, em parte financiados pela Caixa Econômica Federal. Com 171 boxes, o mercado oferece ainda 240 vagas de estacionamento para os visitantes, das quais 179 são cobertas.

Ao percorrer o empreendimento, o governador Jaques Wagner revelou que em breve será inaugurada a Ceasinha de Paripe, que já está em fase de construção. "Esse é um mercado com cara de shopping, mas eu continuo chamando de Ceasinha. Eu e minha família sempre frequentamos este local. Estou satisfeito com a qualidade dos produtos disponíveis, com a nova organização do espaço, que está mais bonito e mais limpo", destacou.

Novos serviços

Além de ampliar a capacidade de comercialização dos produtos, o novo mercado torna-se mais um ponto turístico da capital, com um variado leque de opções em restaurantes, compras de hortifruti, secos e molhados e ainda uma unidade da Cesta do Povo. A área de gastronomia também foi ampliada e agora conta com novos e antigos bares e restaurantes reunidos em uma praça de alimentação, com opções variadas, acesso independente e horário de funcionamento diferenciado.
Fonte:AGECOM

LINHA 2 DO METRO COMEÇA A FUNCIONAR EM OUTUBRO DE 2015





O diretor presidente do CCR Metrô Bahia, Herald Peter Zwetkoff, informou que o metrô de Salvador vai começar a funcionar no dia 11 de junho ao invés do dia 30 como estava previsto. Ele ainda explica que a operação comercial começa em 15 de setembro. Já o trecho entre o Acesso Norte e Pirajá começa a funcionar em janeiro de 2015, e em outubro de 2015 começa a linha 2 (Acesso Norte - Iguatemi).

As informações foram concedidas ao jornal A Tarde. Na entrevista, Zwetkoff também opinou sobre o motivo da demora de 14 anos para a construção do metrô. “Houve mudança no modelo, de construção para concessão. Antes, a administração pública contratava uma empresa para executar determinada obra. Então, a empresa tinha dificuldades, tinha que negociar novos preços, e havia questões contratuais. Agora, formos contratados para a concessão e o nosso negócio não é a obra, é operar o metrô. Para que a operação seja iniciada, a obra tem que ser concluída ”.

Sobre a segurança dos trens, o diretor afirmou que está sendo estada há um mês. Segundo ele, os trens já transportaram, em variadas velocidades, sacos de areia para simular o peso dos passageiros. 

Fonte:Bahiaeconômica

Grupo alemão inicia em Camaçari operação da primeira fábrica na América do Sul

Indústria



Com investimento de R$ 50 milhões e geração de 180 empregos diretos, o Lapp Group - um dos principais fornecedores mundiais de cabos e fios, com fábricas em 17 países – iniciou a operação industrial de sua unidade em Camaçari, a primeira na América do Sul. Localizada na Via Parafuso, a fábrica vai produzir fios e cabos industriais.

O empreendimento foi instalado numa área superior a 30 mil metros quadrados e vai processar mil toneladas de cobre e 1.500 toneladas de produto acabado. Nesta primeira fase, serão produzidos cabos flexíveis da linha Ölflex, para conexão e controle, usados nos setores automotivo, naval, da construção civil, eletroeletrônico e telecomunicações. Além da planta industrial, a Lapp terá um centro de distribuição.

“Escolhemos a Bahia por questão estratégica. Quando nosso diretor Andreas Lapp viu, do alto, todo o Polo Industrial de Camaçari disse: ‘É aqui que vamos ficar porque esses são os nossos clientes’. Depois descobrimos que aqui tinha as matérias-primas para nossos produtos, que são o cobre, fornecido pela Paranapanema [antiga Caraíba Metais], e os polímeros produzidos pela Dacarto Benvic, da Solvay Plastics”, afirmou o gerente industrial da Lapp, Edson Oliveira.

Potenciais negócios

O grupo que dispõe de fábricas em diversos países, inclusive os Estados Unidos e o Canadá, planeja fazer da unidade baiana a ‘ponta-de-lança’ para atingir o crescente mercado brasileiro, especialmente o do Norte/Nordeste. Segundo Oliveira, “além da indústria, percebemos potenciais negócios nas áreas de energia renovável, estaleiros, mineração e petróleo. A Bahia, em especial, tem crescido acima da média do país, gerando considerável demanda para setores que necessitam dos nossos produtos”.

Engenheiro elétrico, com vasta experiência no ramo, o secretário estadual da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, informou que “os cabos industriais fabricados pela empresa são muito utilizados [no segmento] da energia eólica e solar. Empresas do setor eólico já instaladas na Bahia, como a Alstom, Gamesa, Tecsis, Acciona e Torrebras, serão clientes da Lapp”.

Mesmo estando fase de produção, a inauguração oficial da unidade na Bahia acontecerá no dia 24 de outubro, com a presença de 60 executivos da empresa, de todo o mundo, e dos principais diretores da companhia, Andreas e Siegbert Lapp, que virão da Alemanha.

Acessórios para conexão

O grupo alemão, que tem 17 fábricas e três mil colaboradores, foi criado em 1957, em Stutgart, na Alemanha, por Oskar Lapp com a invenção do Ölflex®, o primeiro cabo flexível de controle produzido industrialmente no mundo. A empresa produz cabos e acessórios para conexão (conectores, condutores de fibra ótica, cabos de dados, prensa-cabos, entre outros).

Os produtos são destinados a diferentes tipos de indústrias e mercados - construção de máquinas, automatização de processos, engenharia automotiva, elétrica e instalações e energia renovável. De acordo com o administrador do Lapp Group Brasil, Wolfgang Schulte, a multinacional é a única do setor que produz cabos e conectores, dispondo de tecnologia de ponta.

“Não existe outra fábrica que faz o que fazemos, ou produz cabos ou conectores, nunca os dois juntos”, comparou. Hoje o grupo tem 50 filiais próprias e 38 empreendimentos, possuindo 50 mil produtos distintos no catálogo, além de manufaturar qualquer cabo segundo a demanda do cliente.

Onde o Bahia quer chegar? Da forma como vem atuando é preocupante.

Despencando a cada partida, O Bahia que chegou a participar entre os quatro primeiros na classificação do Brasileiro da série “A”, caiu de forma a não deixar dúvidas, nem contestações quanto à necessidade urgentes de reforços principalmente no ataque que parece não existir.
Os três últimos jogos, com boa atuação contra o Fluminense quando não mereceu a derrota, que só aconteceu por falta de finalizações eficientes, tiveram nos dois jogos seguintes contra o Santos e a Chapecoense, atuações não condizentes a uma equipe que precisa ficar no pelotão dos dez primeiros colocados (erros na escalação, em substituições, falta de plano de jogo, enfim um time que pedia para perder).
Tem tido atitudes e posicionamentos na melhor das hipóteses equivocadas como dou abaixo algumas:
01-   Quais as razões de Pará que vinha tendo boas atuações ser retirado da equipe?
02-   Quais as razões lógicas do empréstimo de Helder ao Coritiba? É evidente de sua utilidade por sua força de marcação, pelo esforço dispendido nos jogos em que participava, pelo bom chute e visão de jogo em lançamentos a longa distância.
03-   Quais as razões da demora e falta de decisão na contratação de dois atacantes finalizadores? O time até agora tem o pior ataque da competição com apenas um gol, pois os demais foram feitos por jogadores do meio de campo e defesa. Como entender isso?
04-   Na torcida e na imprensa desportiva ninguém aceita Branquinho e Barbio no banco, em razão desse último ser muito mais participativo, buliçoso e que preocupa todo time adversário. Branquinho ainda não justificou sua contratação.

05-   Enfim o Bahia tem uma oportunidade de neutralizar as queixas de sua torcida que é vencer o Sport, o que alias acho muito improvável.