sexta-feira, 7 de junho de 2013

Governador busca investimentos para Bahia no Paraná e Santa Catarina

O governador Jaques Wagner viaja nesta segunda-feira (10) para o Paraná, onde fará uma visita à unidade fabril do Grupo Boticário, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Wagner receberá informações detalhadas do andamento das obras da nova fábrica do Grupo no Polo Industrial de Camaçari.
Os investimentos do Grupo na Bahia serão de R$ 535 milhões para a construção de uma fábrica de cosméticos e de um centro de distribuição em São Gonçalo dos Campos. Os empreendimentos vão atender à demanda das regiões Norte e Nordeste do país, onde a empresa conta com 800 lojas, sendo 200 delas em municípios baianos. É o primeiro investimento em infraestrutura do Grupo Boticário na região Nordeste, cuja previsão é gerar cerca de 700 empregos diretos com as duas operações.
Já na terça-feira (11), o governador segue para Florianópolis, em Santa Catarina, onde visita o Estaleiro Schaefer Yachts, e assina protocolo de intenções com a empresa, que pretende investir na Bahia aproximadamente R$ 28,5 milhões para implantação de um estaleiro náutico no município de Simões Filho (Bahia de Aratu) com a geração de 250 empregos.
AGECOM

quinta-feira, 6 de junho de 2013


Taxa de crescimento do Território de Irecê supera a média do Estado

 
A taxa média anual de crescimento do Território de Identidade de Irecê (14,5%) foi superior à da Bahia (12,6%), num intervalo de 10 anos (2000-2010). E a taxa de crescimento do emprego formal aumentou em 179% entre 2001 e 2011. As melhorias em saneamento básico, energia elétrica, infraestrutura, saúde e educação refletem os avanços do território, que tem entre os marcos mais recentes do seu desenvolvimento o recém-inaugurado Sistema Adutor do São Francisco.
Diálogos Territoriais | Irecê | José Sergio Gabrielli
Diálogos Territoriais | Irecê | José Sergio Gabrielli


Com 144 quilômetros de extensão, a adutora tem 12 elevatórias. O investimento de R$ 179 milhões beneficia 570 mil pessoas. Outro destaque é o Projeto de Irrigação Baixio de Irecê, que numa área de 60 mil hectares de terras já adquiridas e com energia disponível, gerando 200 mil empregos diretos e indiretos. A extensão total do canal é de 84 quilômetros, sendo que 42 deles estão prontos e com água. No último dia 23 de maio, foi lançado o edital de licitação para 4,7 mil hectares na modalidade de concessão de direito real de uso, por 35 anos, para 248 lotes. O restante da área será uma Parceria Público Privada (PPP), com ênfase num polo energético (cana-de-açúcar, álcool e fruticultura).
O panorama do Território de Identidade de Irecê foi traçado hoje (4), pelo secretário do Planejamento, José Sergio Gabrielli, durante o encontro Diálogos Territoriais, realizado em Irecê (483 quilômetros de Salvador). “A taxa de crescimento do território é muito mais alto que o do Estado”, observou Gabrielli, que salientou os dados de aumento de geração de empregos com carteira assinada, com ênfase no comércio.
Na abertura do encontro, o coordenador do Colegiado Territorial de Irecê, Mário Augusto Jacó, destacou a importância do evento. “Ele reforça a marca do governo de ouvir a população. Diálogo é importante, principalmente num ano de seca, o qual mostra as fragilidades, pois a agricultura familiar é muito forte aqui na região. O debate possibilita aprofundar as discussões”, pontuou Jacó, que enfatizou também a necessidade de investir mais em educação, especialmente, com a abertura de uma universidade federal no território.
A solicitação foi reforçada pelo secretário municipal de Meio Ambiente e Agricultura de Irecê, Amaro Júnior, representando o prefeito Luiz Sobral. “Estamos à disposição para colaborar da melhor forma possível”, disse. Também participaram da mesa de abertura o coordenador Social da Secretaria de Relações Institucionais (Serin), Marivaldo Dias, representando o secretário César Lisboa, e o diretor de ensino e coordenador adjunto do Pronatec do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba), Emanoel Victor Hugo Morais.
Coordenado pela Secretaria do Planejamento da Bahia (Seplan), o encontro, que acontecerá nos 27 Territórios de Identidade da Bahia, é uma oportunidade para discutir com a sociedade as grandes temáticas dos Territórios e avaliar as políticas públicas para que sejam feitos os ajustes e correções de rumo necessários.
CONSÓRCIOS – As principais necessidades enfrentadas pelos 20 municípios que integram o Território de Identidade foram apresentadas ao secretário José Sergio Gabrielli por prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários municipais em uma reunião eu antecedeu o início dos Diálogos Territoriais. Entre os pontos discutidos está a criação de um consórcio para construção de um aterro sanitário.
O vice-prefeito de Barro Alto, Paulo Miranda Souza, explicou que, desde 2009, foi firmado um convênio com esta finalidade. Neste momento, eles estão em processo de estruturação, pois há R$ 50 milhões disponibilizados pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco) e que podem ser perdidos se o projeto não avançar.
“Para o consórcio funcionar depende de todos os municípios se unirem”, comentou o vice-prefeito de Barro Alto, Paulo Miranda Souza. Ele elencou dificuldades, como a existência de municípios inseridos no Cadastro Único de Convênios com a União (Calc). “O consórcio intermunicipal é uma ferramenta que dá possibilidade de juntar municípios e diminuir custos dos programas e dar mais eficiência”, salientou José Sergio Gabrielli.
A diretoria de Politica Territorial da Seplan, dá suporte para as prefeituras baianas formarem consórcios públicos. O diretor da unidade, Thiago Xavier, salientou que na próxima semana está agendada uma reunião com o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, quando os prefeitos podem levar sua solicitação em relação às dificuldades que estão enfrentando para renovar licenças para os lixões, bem como o pedido de apoio e parceria com o governo estadual para a erradicação dos lixões.
INVESTIMENTOS – O saneamento básico (água e esgoto) do Território de Irecê recebeu investimentos da ordem de R$ 156 milhões, beneficiando 57 mil famílias. Os recursos foram destinados a 18.304 ligações de água, construção de 4.882 cisternas para consumo e produção, sistemas de abastecimento (128 construções, 79 ampliações e seis ampliações), perfuração de 226 poços artesianos, construção de sete barragens e 1726 melhorias sanitárias domiciliares. Com isso, cresceu em 48% o número de residências ligadas à rede geral de águas. No que diz respeito ao acesso à energia elétrica, o Programa Luz para Todos promoveu 110.446 ligações, sendo 40,347 em domicílios rurais, Hoje, 96,9% das residências já têm acesso à energia.
O secretário José Sergio Gabrielli anunciou que, entre 2012 e 2015, a meta do Governo da Bahia é construir 9,2 mil cisternas; ampliar a oferta de água, beneficiando 23.650 habitantes; implantação de oito projetos de infraestrutura hídrica e de saneamento básico em áreas rurais; além de implantar um sistema de resíduos sólidos.
Também haverá investimentos em infraestrutura, conforme enumerou o secretário do Planejamento. Para as rodovias, está prevista a recuperação de 121,4 km, restauração e manutenção de 251 km e implantação e pavimentação de outros 223,3 km. Está programada a distribuição de energia para 2.021 consumidores residenciais e empresariais, bem como a instalação de 1,8 mil novos pontos de iluminação pública. Haverá ainda a ampliação de um terminal aeroviário.
SAÚDE E EDUCAÇÃO – Para a área de saúde, Gabrielli anunciou a reforma do Hospital Mário Dourado Sobrinho, na qual serão aplicados R$ 20 milhões, além de R$ 2,5 milhões para aquisição de equipamentos, Neste hospital foram entregues 20 novos leitos de UTI, sendo 10 de neonatal. Foram implantadas 24 unidades de saúda da família e 22 do Samu e adquiridas 21 ambulâncias, sendo uma UTI móvel.
A distribuição de medicamento recebeu um investimento de R$ 10 milhões. Já o programa Medicamento em Casa teve 901 usuários beneficiados, além de 1256 que receberam medicamentos de alto custo. “Irecê é um polo em relação aos demais municípios da região, o que sobrecarrega a rede, dando a impressão de que falta algumas especialidades. Temos que integrar o uso de ambulâncias e ampliar as redes municipais”, sugeriu Gabrielli.
As metas na área de saúde, disse, são a construção de 22 unidades de saúde para a atenção básica, ampliação da cobertura do Samu e implantação do MobilizaSUS nos 20 municípios do território. Além disso, há a proposta de qualificar Conselhos Municipais de Saúde.
As metas em educação são garantir acesso e permanência de 20.454 alunos na rede estadual de educação e alfabetizar 34,8 mil jovens, adultos e idosos. Serão ofertadas 1.960 vagas em cursos técnicos em várias modalidades. “São legítimas as reivindicações de universidades, mas houve um forte crescimento dos cursos técnicos”, destacou Gabrielli. Entre 2007 e 2013, o número de cursos técnicos cresceu 1,000% e o de matrículas aumentou 316%.
“A expansão do trabalho já existente é uma possibilidade”, salientou Gabrielli, referindo-se aos cursos já instalados no Ifba e que podem ser ampliados para atender outras demandas de cursos de nível superior. Ele destacou ainda que o PPA prevê a implantação de 520 novas vagas de graduação, ampliação/consolidação de dois programas de pós-graduação, um curso de mestrado e ampliação, recuperação e aparelhamento de duas unidades universitárias.
TERRITÓRIO DE IRECÊ – O Território de Identidade de Irecê congrega 20 municípios, totalizando aproximadamente 406 mil habitantes. Com um bioma predominante de caatinga, o território ocupa uma área de 26,7 mil quilômetros quadrados, sendo que do ponto de vista da estrutura fundiária 66% dos estabelecimentos têm menos de 10 hectares.

Baixa dos Sapateiros passará por requalificação urbana


 

 
Primeira etapa orçada em R$ 13,8 milhões inclui a recuperação de vias, passeios, praças e da iluminação pública

A Baixa dos Sapateiros, área tradicional do Centro Histórico de Salvador, famosa pelos versos do compositor Ary Barroso e pelo seu comércio popular, será totalmente revitalizada e ganhará um novo aspecto urbanístico com valorização da paisagem e dos espaços públicos.

As obras sob a responsabilidade da CONDER – Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia integram o Plano de Reabilitação do Centro Antigo de Salvador e totalizam um investimento de R$ 26,6 milhões.
A ordem de serviço para o início da primeira etapa será assinada pelo governador Jaques Wagner nesta sexta-feira (07), às 8h:30, em frente ao Cine Tupy.
De acordo com o presidente da CONDER, José Lúcio Machado, no primeiro momento serão investidos R$ 13,8 milhões do tesouro estadual em ações que irão contribuir com a preservação cultural e o fortalecimento da atividade comercial. “As obras serão iniciadas com a execução de uma vala única, por onde passarão redes de infraestrutura subterrâneas (energia elétrica, telefonia, operadoras de internet), a pavimentação das vias, recuperação de praças, passeios e da iluminação pública”, ressalta.
Já a segunda etapa das obras contempla a requalificação das fachadas dos casarões localizados na Rua J.J Seabra, nome oficial da Baixa dos Sapateiros.
 Estão previstos serviços de limpeza, pintura e recuperação das coberturas das edificações, além da remoção de estruturas, revestimentos e a demolição de marquises, que contribuem para a degradação da área.

Os trabalhos desta etapa devem ser iniciados no segundo semestre, com orçamento previsto de R$ 12,8 milhões, e serão realizados seguindo as orientações do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, responsável pelo tombamento da área.

Na área do Centro Antigo a CONDER também está desenvolvendo outras ações que representam um investimento da ordem de R$ 65 milhões, como, por exemplo, a recuperação de casarões através do Programa Habitacional do Servidor Público e do Programa de Habitação de Interesse Social, a urbanização da Vila Nova Esperança (antiga Rocinha do pelourinho) e da Ladeira do Pilar, reforma do Quartel do Corpo de Bombeiros e da Residência Estudantil, a manutenção e limpeza de monumentos, vias e igrejas, além da implantação de dispositivos que garantem a acessibilidade de portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida
CONDER

Governador autoriza primeira etapa da requalificação da Baixa dos Sapateiros


A ordem de serviço para início da primeira etapa da requalificação da Baixa dos Sapateiros (Rua J.J. Seabra) será assinada pelo governador Jaques Wagner, nesta sexta-feira (7), às 8h30, em frente ao Cine Tupy. Orçada em R$ 13,8 milhões, a obra inclui a recuperação de vias, passeios, praças e da iluminação pública.

As ações vão contribuir com a preservação cultural e o fortalecimento da atividade comercial. As obras serão iniciadas com a execução de uma vala única, por onde passarão redes de infraestrutura subterrâneas (energia elétrica, telefonia, operadoras de internet), pavimentação e recuperação de espaços públicos.

As obras sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) integram o Plano de Reabilitação do Centro Antigo de Salvador e as duas etapas totalizam um investimento de R$ 26,6 milhões. A segunda etapa, prevista para o segundo semestre de 2013 e com orçamento de R$ 12,8 milhões, seguirá as orientações do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), responsável pelo tombamento da área, para a requalificação das fachadas dos casarões.

Estão previstos serviços de limpeza, pintura e recuperação das coberturas das edificações, além da remoção de estruturas, revestimentos e a demolição de marquises, que contribuem para a degradação da área.

Na área do Centro Antigo, a Conder também desenvolve ações que representam um investimento de R$ 65 milhões, como, por exemplo, a recuperação de casarões através do Programa Habitacional do Servidor Público e do Programa de Habitação de Interesse Social, a urbanização da Vila Nova Esperança (antiga Rocinha do pelourinho) e da Ladeira do Pilar, reforma do Quartel do Corpo de Bombeiros e da Residência Estudantil, a manutenção e limpeza de monumentos, vias e igrejas, além da implantação de dispositivos que garantem a acessibilidade de portadores de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida.


AGECOM

Porto Sul será primeiro do país a se beneficiar da MP dos Portos



O governador Jaques Wagner assinou na tarde desta quinta-feira (6), na sede da Governadoria, em Salvador, o contrato de concessão da área onde vai ser instalado o Terminal de Uso Privativo (TUP) da empresa Bamin – Bahia Mineração, no Porto Sul, em Ilhéus. A área de 495 hectares vai servir para o processamento, armazenamento e embarque do minério de ferro extraído da mina Pedra de Ferro, em Caetité.
Com a concessão da área, a Bamin e a Bahia vão ser os primeiros a se beneficiarem do novo marco regulatório da atividade portuária no país, a chamada MP dos Portos, aprovada recentemente e que permite a exploração de portos pela iniciativa privada. De acordo com Wagner, a possibilidade de investimento privado é um grande passo para a rede portuária baiana e brasileira. 
“O Porto Sul será o primeiro assinado pelo Governo Federal nessa nova modalidade de concessão, isso é resultado de muito trabalho e representa um grande investimento chegando ao nosso estado, com a consolidação desse complexo logístico. A Bamin já possui licença para extração do minério, a ferrovia Oeste-Leste está se consolidando e agora o Porto Sul avança”.
A previsão é que até o fim deste ano todas as licenças ambientais necessárias estejam concedidas e a construção do porto comece. Pelo TUP da Bamin serão transportados 25 milhões de toneladas/ano de minérios; atualmente, em todos os portos baianos são transportadas cerca de 35 milhões de toneladas/ano de carga, o que representa um crescimento bastante expressivo. 
Terminal público
Ao lado do TUP da Bamin, vai ser construído um Terminal de Uso Público, que terá a participação do Governo do Estado e de empresas que se interessem pela atividade. O secretário da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que no início de julho o edital para a escolha das empresas parceiras será lançado.
“Será constituída uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), que terá a participação do Estado de forma minoritária e de empresas que queiram investir no Porto, esse será o porto público que irá potencializar a economia de toda aquela região e proporcionará um crescimento grande de nosso estado”, disse Rui Costa.
Agecom

Governo Federal sanciona MP dos Portos com treze vetos


Entre os vetos, estão três trechos da Medida Provisória que dispõem sobre a criação do terminal-indústria

O governo publicou, ontem, edição extra do Diário Oficial da União e sancionou a Medida Provisória dos Portos (MP 595). A presidente Dilma Rousseff vetou 13 pontos da proposta. Entre os vetos, estão três trechos da MP que dispõem sobre a criação do terminal-indústria.
Na justificativa, o governo alega que o conceito do terminal-indústria retoma a distinção entre a movimentação de carga própria e de terceiros, "cuja eliminação era uma das principais finalidades do novo marco legal para o setor portuário".
O governo vetou outros dois trechos da MP que limitavam a participação de empresas com participação societária em empresas de navegação marítima em porcentuais superiores a 5%.
Segundo o governo, "da maneira como foram redigidos, os dispositivos restam inócuos", pois a limitação não impede que essas empresas adquiram participação societária em terminais privados e criam uma regra "facilmente superável" por meio de acordos de acionistas e outras operações societárias.
Também foi vetada a obrigatoriedade de que os Órgãos Gestores de Mão de Obra (Ogmos) intermedeiem a contratação de trabalhadores para embarcações de navegação interior. A justificativa do veto era que o artigo violava acordo feito com os trabalhadores. O governo vetou ainda o artigo 69, que tratavadaprorrogação de concessões do setor elétrico.
A alegação é que o dispositivo trata de matéria estranha à lei dos portos. Outro veto foi ao trecho que obrigava os novos contratos de concessão a terem 25 anos, prorrogáveis por mais uma vez, até atingir 50 anos. O governo a vetou porque desejava que a prorrogação fosse uma possibilidade "a critério do poder concedente".
Foi vetado artigo que determinava que a vigilância e a segurança do porto organizado fossem feitas pela Guarda Portuária. A justificativa era de que esse artigo poderia acarretar conflitos entre atribuições de órgãos no porto e que violava acordo feito com os trabalhadores. Também foi vetado artigo que previa que o trabalhador portuário avulso inscrito em cadastro atestasse qualificação profissional para desempenho de atividades. "O texto não deixa claro qual o alcance desse novo cadastro", afirma o governo. Além disso, violava acordo feito com os trabalhadores.
Foi vetada ainda a prorrogação obrigatória dos contratos de arrendamento anteriores a 1993, que deveria ocorrer por um período não inferior ao prazo do contrato. O governo justificou que essa deveria ser uma possibilidade a ser avaliada pelo poder concedente. A possibilidade de prorrogação dos contratos posteriores a 1993 também foi vetada. Foi vetada ainda a obrigação de que a comprovação da efetiva exposição do trabalhador portuário avulso aos agentes nocivos seja feita pelos Ogmos, por meio de formulário do INSS. Segundo o governo, entidades de trabalhadores pediram que os Ogmos não sejam os únicos a fazer essa comprovação.
Licitações - A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou que o governo pretende lançar em outubro deste ano a primeira rodada de licitações de arrendamentos de terminais portuários cujos contratos estão vencidos. No total, serão 52 terminais licitados nos portos de Santos (SP) e Pará. As licitações serão regidas pela nova Lei dos Portos, sancionada com vetos pela presidente Dilma Rousseff.
O governo, afirmou a ministra, está com um "estudo adiantado" sobre os 26 terminais de cada um dos portos. Os estudos serão publicados na primeira quinzena de julho e a consulta pública deverá ser lançada em agosto.
"Devemos publicar esses estudos relativos às duas Companhias Docas já na primeira quinzena de julho. A consulta pública deverá ficar em agosto, estamos conversando também com o Tribunal de Contas e queremos que a primeira rodada de arrendamentos se dê em outubro", declarou a ministra, acrescentando que o governo pretende licitar mais três blocos de arrendamentos portuários até o final do ano. "A partir de Santos de Docas do Pará, queremos ter todos os demais blocos em sequência", disse.
O segundo bloco prevê licitação de 43 terminais dos portos de Salvador (BA), de Aratu (BA) e de Paranaguá (PR). No terceiro, serão 36 terminais nos portos de Suape (PE), Itaqui (RS) e todos os demais portos do Norte e do Nordeste.
Ministra nega que governo tenha quebrado acordo
A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, negou que o governo tenha quebrado acordo com trabalhadores ao vetar artigos da MP dos Portos incluídos pelo Congresso.
"Os artigos [vetados] não foram acordados. Conversei hoje com o senador Eduardo Braga. Ele reiterou isso. Ele colocou seu relatório independente de acordo com o poder executivo", afirmou Gleisi. "É importante que vocês perguntem ao senador Eduardo Braga e aos deputados que participaram do processo. Aquilo que o governo se comprometeu e acordou com o Congresso está sendo sancionado pela presidenta Dilma".
Para aprovar a matéria na Câmara, o líder do PT, deputado José Guimarães (PT-CE), disse diversas vezes aos deputados e aos jornalistas que o governo apoiava a aprovação do texto do relator da comissão de análise, senador Eduardo Braga (PMDB-AM) da forma como ele foi apresentado na comissão, ou seja, sem novas inclusões.
Ao apresentar os vetos à lei, o governo vetou três pontos relativos aos trabalhadores portuários, que foram incluídos pelo relator da matéria ainda na comissão de análise. Nenhum dos pontos vetados foi incluído no plenário da Comissão de Análise ou do Congresso.




Fonte: Correio da Bahia

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Manchetes do Bahiaeconômica

01- Wagner cria fundo que concentra recursos na casa civil;
02- Rui Costa (Casa civil) diz que recursos federais   virão    direto para o novo fundo a ser criado;
03- Wagner fala sobre fundo de apoio no desenvolvimento;
04- Wagner diz criação de Universidades favorecerá a economia;
05- Dilma cria Universidades na Bahia

GOVERNO CONCEDE ÁREA PARA TERMINAL DO PORTO SUL



José Francisco de Viveiros, presidente da Bamin

O governador Jaques Wagner e do presidente da Bamin, José Francisco de Viveiros, participarão, nesta quinta-feira (6), às 14h, na Governadoria, da assinatura do contrato de concessão de área do Estado para implantação do terminal de uso privativo da empresa Bahia Mineração (Bamin) no Complexo Porto Sul, a ser instalado em Aritaguá (Ilhéus).

De acordo com o governo, o terminal movimentará o minério de ferro produzido pela empresa - cerca de 25 milhões de toneladas/ano. A Bamin é a primeira investidora privada no novo complexo portuário da Bahia. O Porto Sul movimentará cargas de todos os tipos de granel (minérios, grãos agrícolas, óleos, combustíveis) e cargas em seus diversos acondicionamentos, com estimativa, no 25º ano de funcionamento, de operar 100 milhões de toneladas/ano.

Estarão presentes no ato os secretários estaduais Rui Costa (Casa Civil) e Carlos Augusto Costa (Indústria Naval e Portuária), além do diretor-geral do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), Saulo Pontes.
 
Irtã Andrade
BahiaEconômica

Consumo em alta atrai investidores para indústria cimenteira


O Brasil saltou de uma posição que variava de décimo a oitavo maior consumidor mundial para o quarto maior mercado global

Por Ivo Ribeiro | De São Paulo
A indústria cimenteira do Brasil dobrou de tamanho nos últimos sete anos, puxada pelo boom imobiliário, obras de infraestrutura, industriais e comerciais e por oferta de crédito e aumento da renda da população. Com o consumo aquecido, em alguns momentos cresceu a ritmo de dois dígitos, como em 2010, e o mercado teve de recorrer a importação para se suprir. Para atender a nova demanda, a partir de 2007 iniciou-se uma onda de investimentos em expansão, novas fábricas e até fornos parados foram modernizados e religados.
O país saltou de uma posição que variava de décimo a oitavo maior consumidor de cimento mundial para o quarto maior mercado global, atrás apenas de China e Índia e colado nos Estados Unidos. O consumo do país neste ano vai superar a marca de 70 milhões de toneladas, o que significa 350 quilos por habitante/ano, e poderá beirar 80 milhões de toneladas até 2016.
De janeiro a abril, o mercado brasileiro mostrou-se arrefecido, com aumento de apenas 1,4% nas vendas. No ano passado, o crescimento foi de 7,5% e a previsão para 2013, do SNIC, entidade dos fabricantes nacionais, está na faixa de 5% a 6%.
"A grande alavanca do consumo é a oferta de crédito e o aumento da renda das pessoas", diz José Otávio de Carvalho, presidente-executivo do SNIC. A expectativa para os próximos anos é de que cresça pelo menos uma a duas vezes o índice do PIB do país. Espera-se que o peso da infraestrutura aumente de 25% no consumo. Nos países desenvolvidos é de 40% a 50%. No Brasil, metade ainda vai para edificações habitacionais.
Esse novo cenário, além de estimular os tradicionais grupos a reforçarem e ampliarem seus parques fabris, atraiu uma leva de novos investidores. E ainda neste mês, a líder brasileira do setor, a Votorantim Cimentos tem data definida para fazer sua estreia na bolsa, em uma megaoperação que poderá render até R$ 10 bilhões. Será a primeira cimenteira no mercado de capitais.
Há dois anos, a Cimentos Liz, de Vespasiano (MG), tentou uma oferta primária de ações para captar R$ 800 milhões, mas não teve êxito naquele momento, pois o mercado de capitais não estava com apetite. Agora, a expectativa é diferente, de sucesso, e novos grupos poderão também buscar o mesmo caminho.
A Votorantim vai encontrar pela frente um mercado mais competitivo, com mais gente brigando por fatias de vendas. Seus concorrentes não serão só os tradicionais grupos João Santos, Camargo Corrêa (InterCement e controlador da Cimpor), Atalla, (Ciplan), Soeicom (Liz), Tupi e as duas multinacionais europeias: a francesa Lafarge e a suiça Holcim.
Além da siderúrgica CSN, que entrou no setor em 2009, nomes desconhecidos como Apodi, Mizu, Supremo, CPX, Petribu, BRC, Cementos La Unión, Sanave e Cimento Bufalo surgiram do nada. Alguns até existiam, mas sem expressão. De repente ganharam visibilidade. Caso da Mizu, do grupo Polimix, que já tem operação de cinco fábricas.
Estão espalhados do Sul ao Norte do país e apareceram na esteira do aumento da demanda e da interiorização da economia a partir de 2006. Nordeste, Centro-Oeste e Norte foram as regiões que tiveram maior aumento de consumo nos últimos anos, embora o Sudeste ainda domine quase metade (46%) de todo o cimento vendido.
Foi na direção dessas novas fronteiras, com avanço do agronegócios, novas indústrias e obras de infraestrutura, que se dirigiu a maioria dos novos investimentos. Tanto para atender a demanda que surgiu - do puxadinho da casa a uma hidrelétrica -, como para substituir importações de outros países e até de origens internas, principalmente do Sudeste.
Essa expansão atraiu gente de outros setores. A CSN é um bom exemplo disso, mas contou com uma vantagem que poucos detinham: matéria-prima. É dona de jazidas de calcário e um subproduto importante na mistura do produto, a escória oriunda da produção de aço. Outros enxergaram uma oportunidade de investimento nova, como a Cerâmica Elizabeth, a gigante da construção pesada Queiroz Galvão e acionistas do grupo cearense M. Dias Branco, forte na indústria de alimentos.
Com a expansão do consumo, também retornou ao setor, com apetite aguçado, os Brennand, tradicional família pernambucana que se desfez de várias fábricas de cimento nos anos 90, durante a grande crise da indústria no país, a qual forçou a venda de ativos por parte de diversas famílias.
Entre os novos players sobressai a Mizu, sediada em Mogi das Cruzes (SP), do grupo concreteiro Polimix. São cinco fábricas: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Sergipe e uma no Rio Grande do Norte em sociedade com a Votorantim.
A Cimento Apodi é um investimento de Ivens Dias Branco, com sócios do setor da construção, no Ceará, onde já tem duas instalações de produção, uma delas ao lado do porto de Pecém.
A Supremo Cimento, de Pomerode (SC), saiu de uma pequena moagem na sua cidade partiu há dois anos para uma grande fábrica no Paraná, em Adianópolis. Em 2011, para garantir esse plano, de mais de R$ 300 milhões, vendeu metade do capital para o grupo português Secil / Semapa, tradicional fabricante de cimento.
A CPX Brasil Mineração e Particpações, liderada por um ex-executivo de bancos de investimentos e da Votorantim, firmou protocolos de intenções de dois projetos, cada um de 800 mil toneladas e investimento na casa de R$ 500 milhões, com os governos da Bahia e de Goiás. O início de produção está previsto para 2015.
Rodrigo Lara, fundador e presidente da CPX, criada em 2006, disse ao Valor disse que é bom para o Brasil ter novos players de cimento e que há espaço ainda nesse negócio para novos investidores, pois a indústria opera no limite e com muitas fábricas obsoletas.
Segundo Lara, a CPX, que vai em breve lançar sua marca de cimento, tem como suporte um grupo de investidores do país e nasceu pronta, com modelo de governança, para ir à bolsa. "Temos ativos minerais em todas as regiões do país".
Ricardo Brennand, um dos ramos da família do mesmo nome, voltou em 2011 e já tem duas fábricas: uma já em operação em Sete Lagoas (MG), partindo para uma expansão, e outra em construção na Paraíba. Outro ramo, o de Cornélio Brennand, se associou à Queiroz Galvão para montar projetos na Bahia e no Maranhão.
Há um amplo leque de projetos de novas fábricas e de expansão e número similar de planos de intenções anunciado. Boa parte já está em andamento para sair do papel entre este ano e 2015. Se tudo for concretizado, o país vai ultrapassar a capacidade de 120 milhões de toneladas ao ano em 2016 - aumento de 50% sobre as atuais 82 milhões de toneladas.
Segundo executivos e dirigentes do setor, a indústria tem de operar com excedente de capacidade de pelo menos 20% sobre o consumo, pois há picos de demanda em certas épocas do ano. Hoje, essa marca está no limite, menos de 15%. Por isso, e com base em investimentos em andamento de diversos grupos, eles avaliam que o país terá um parque instalado com mais de cem fábricas em 2015 e uma capacidade instalada anual entre 100 milhões e 110 milhões de toneladas.
De 2006 até o início deste ano, segundo apurou o Valor, foram construídas 20 novas unidades industriais e atualmente cerca de dez fábricas encontram-se em instalação no país, sem contar retomadas de unidades paralisadas nos anos de crise (que durou até 2004) e modernização e expansão de instalações existentes.
O Brasil conta hoje com 16 grupos em atuação, com a gestão de 30 empresas. Nas Américas, só perde em número de fabricantes para os EUA, com 27. Em outras partes do mundo, fica atrás apenas da Itália, Índia e obviamente da China, porque faz 1,8 bilhão de toneladas de cimento por ano.

Fonte: Valor Econômico
Publicação da SICM

terça-feira, 4 de junho de 2013

Governo estreita parceria com a PMS no projeto da ponte

Discutir os impactos do tráfego da ponte Salvador-Ilha de Itaparica na capital, identificar o melhor ponto para a cabeceira do empreendimento e criar um grupo de trabalho para fortalecer a parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Salvador. Estes foram os principais objetivos da reunião desta terça-feira (4), entre o secretário estadual do Planejamento, José Sergio Gabrielli, e o secretário de Transporte e Urbanismo de Salvador, José Carlos Aleluia, na sede da pasta do Planejamento, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
Governo estreita parceria com a PMS no projeto da ponte Salvador-Ilha de Itaparica
Governo estreita parceria com a PMS no projeto da ponte Salvador-Ilha de Itaparica
Outros pontos abordados estiveram relacionados ao avanço do projeto. Na próxima semana será anunciado o vencedor da licitação do edital de sondagem no mar e em terra, referente ao projeto da ponte, e até a primeira quinzena de julho, será a vez do Governo da Bahia publicar no Diário Oficial do Estado (DOE), os resultados da concorrência internacional para elaboração do projeto básico de engenharia.
De acordo com Gabrielli, três consórcios envolvendo empresas brasileiras e estrangeiras se inscreveram para elaborar o projeto básico de engenharia da ponte, acessos aos sistemas viários e reconfiguração da rodovia BA-001 no trecho situado na ilha. “Como se trata de um projeto complexo, temos empresas brasileiras consorciadas com instituições portuguesas, dinamarquesas, americanas e irlandesas, sendo que estas representam os maiores escritórios de projetos do mundo”, afirma Gabrielli.
Quanto aos estudos de sondagem, o titular da pasta do Planejamento informa que “elas são fundamentais para o dimensionamento da estrutura da ponte, que será objeto do projeto básico e que corresponde a cerca de 40% do valor total da obra”, diz.
Parceria – Para o secretário municipal, José Carlos Aleluia, a capital baiana tem muito a ganhar com a implantação desse projeto, pois atualmente possui apenas uma via de acesso, que é a BR-324. Contudo, pondera Aleluia, “é preciso que sejam aprofundadas as simulações de fluxo de veículos e capacidade das vias, já considerando o trânsito que vem do Sul e do Oeste da Bahia”, afirma.
Trabalhando nesta direção, o superintendente de Transportes da Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), Ivan Barbosa, esclareceu que estudos preliminares já foram realizados em 2010 e serão aprofundados com o edital de engenharia. “Além disso, até o final deste mês será concluída a pesquisa de origem e destino, que envolve toda a Região Metropolitana de Salvador (RMS), o que nos dará mais subsídios, visto que 85% das viagens são feitas dentro da capital”, diz.
O secretário municipal reiterou ainda o fortalecimento da parceria com o Governo do Estado a fim de que o projeto seja concretizado. “Nós vamos ajudar e queremos que isto dê certo, pois vejo que estão tomando os cuidados com a cidade”, destaca Aleluia, que afirma ainda que Salvador está no limite do stress urbano.
Uma das alternativas em estudo para melhorar a mobilidade urbana entre a capital e a Ilha de Itaparica é a implantação de um Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na ponte. “Ele seria integrado ao sistema de metrô que interliga Salvador e Lauro de Freitas, possibilitando um fluxo de alta capacidade”, ressalta Gabrielli.
Engenharia – A concorrência internacional tem como característica a modalidade técnica e preço, sendo que o quesito técnica corresponde a 70% do peso da avaliação. Entre os critérios a serem avaliados destacam-se a experiência comprovada da empresa e da equipe em projetos de pontes com complexidade similar, bem como o conteúdo e qualidade do plano de trabalho.
Consórcios participantes: a) Concremat Engenharia e Tecnologia S/A (Brasil), Hardesty & Hanover, LLC (Estados Unidos) e Roughan & O’Donovan Limited (Irlanda); b) Geométrica Engenharia de Projetos LTDA (Brasil), Viaponte – Projectos e Consultoria de Engenharia, S.A (Portugal) e LCW Consult, S.A. (Portugal); c) Enescil Engenharia de Projetos LTDA (Brasil), COWI A/S (Dinamarca) e Maia Melo Engenharia LTDA (Brasil).
Seplan

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Bahia compra briga e vai ao CNPE exigir eólicas no A-5

Por Wagner Freire
Nos bastidores da política, o Governo da Bahia está se mobilizando para, numa última tentativa, sensibilizar o Ministério de Minas e Energia (MME) sobre a importância de manter a fonte eólica competindo no leilão A-5, que visa uma contratação de energia nova com entrega em cinco anos. O Jornal da Energia apurou que um documento foi encaminhado nesta segunda-feira (04/06) aos membros Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), apontando os potencias impactos (negativos) para o país caso as novas regras de leilão não sejam revistas.
"A ideia é mostrar que a energia eólica é uma política de Estado e não apenas energética; que existem diversos agentes envolvidos nesse cenário", afirmou um interlocutor a par do assunto, que pediu anonimato. "Vamos chamar o MDA (Desenvolvimento Agrário); o MMA (Meio Ambiente), o MDIC (Indústria) e mostrar que esses ministérios serão impactados por essa decisão mal tomada por parte do MME", disse. Outros estados eólicos também se juntaram a esta manifestação.
"Por exemplo, do ponto de vista da regularização fundiária, a Bahia tem mais de 15 mil títulos que foram regularizados por empresas de energia eólica. Pelo menos 75 mil pessoas são beneficiadas. Se cada uma delas tiver um aerogerador em sua propriedade, garante uma renda adicional de R$5 mil por ano. É um volume de renda no semiárido superior a muitos investimentos que são feitos por outras empresas e governos. Além disso, o desenvolvimento da energia eólica no Estado está propiciando R$300 milhões de investimento em infraestrutura viária", destacou a fonte.
Entre as preocupações do governo baiano, está o temor de se "quebrar" a cadeia produtiva da indústria eólica, que vinha se desenvolvendo a passos largos no Brasil. "Você vem de um ano ruim de contratação e sinaliza para um ano pior. A expectativa apenas do leilão de energia de reserva é muito ruim. Ao mesmo tempo, um programa de desenvolvimento da cadeia produtiva diz que até 2015 você tem que implantar tantos segmentos da produção para atender o conteúdo local. Quando você coloca isso, qual a empresa que vai querer investir? Investir num lugar que você não tem mercado?", alertou, referindo-se às novas exigências do programa de financiamento Finame, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Atualmente, a Bahia abriga três montadores de cubos e naceles (Gamesa, Alstom e Acciona) e uma fabricante de torres (Torrebras). Além disso, há investimentos anunciados pela Tecsis, pela Aeris Energy (mas este pode ser interrompido); e mais recentemente da Alstom, que pretende instalar uma fábrica de torres metálicas na Bahia. Considerados outras empresas menores, a cadeia produtiva eólica no Estado passa de uma dezena de empresas. Quanto ao potencial de produção de energia a partir dos ventos, o Estado tem 15 GW em desenvolvimento, sendo que 1,6GW já foi contratato.
“Não está se pedindo a retirada xa restrição da ICG, nem a mudança do P90. Queremos ter apenas condições de competição”, finalizou.
Fonte: Jornal da Energia
Publicado no site SICM

DEPUTADOS APONTAM JORGE SOLLA COMO POSSÍVEL SUCESSOR DE WAGNER


A Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa da Bahia recebeu nesta terça-feira (4), no Plenário da Casa, o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla em uma audiência pública. A audiência foi solicitada pelo deputado estadual Alan Sanches (PSD).

O secretário fez um balanço das suas ações à frente da pasta e apresentou o Plano Plurianual de Saúde (PPA). Solla ressaltou também que são indiscutíveis os recursos aplicados e a qualidade do atendimento no setor a partir do governo Jaques Wagner.

Ainda na audiência, parlamentares argumentaram sobre a sucessão de Wagner e o lançamento do nome do secretário Jorge Solla como um possível representante do PT nas eleições de 2014. O presidente da Comissão de Saúde, José de Arimatéia considerou Solla um candidato de grande potencial para assumir a função de governador.

Mário Negromonte Júnior, por sua vez, afirmou que a sua legenda (PP) abraçará a candidatura de Solla, caso a mesma se torne realidade e até mesmo o comunista Alvaro Gomes disse que o secretário será capaz de dar continuidade ao projeto que está dando certo.

Entretanto, Alan Sanches, lembrou que o foco principal naquele momento deveria ser a saúde na Bahia. “Precisamos, por exemplo, melhorar o acesso à informação. Muitos não sabem como realizar simples exames e essa é uma tarefa fácil de ser resolvida. Temos que avançar na regulação dos leitos, em especial de UTIs, promessa feita aqui já pelo secretário, afinal, não são poucos os casos em que os pacientes do interior vem a óbito por falta de vagas”, frisou.

Mas Sanches não negou que o secretário possua legitimidade para assumir o governo do estado. Ele fez questão de reforçar que: “o vice-governador Otto Alencar é o candidato natural do meu partido, o PSD, mas Solla não é um nome que deva ser ignorado pela sua sigla, o PT”.
Bahiaeconômica

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Seplan publicou:

Acontece nesta quarta-feira (5), às 16h, na Assembleia Legislativa, o lançamento da edição fac-similar do que se veio a chamar de Pastas Rosas, originariamente Cadernos Rosa, que é uma coleção de textos elaborados por economistas, acadêmicos e intelectuais de outras áreas de conhecimento, tendo à frente o ilustre baiano, Rômulo Almeida, em 1956, que constituíram a primeira manifestação de um esforço de planejamento na esfera estadual no Brasil.
Rômulo Almeida
Rômulo Almeida
Considerada uma obra rara, a Secretaria do Planejamento da Bahia (Seplan), num gesto de reconhecimento da relevância histórica desse documento e em homenagem ao seu mentor que completaria seu centenário em 2014, viabilizou a corporificação de uma publicação impressa e digital. “A iniciativa é, também, uma forma de publicizar, difundir e tornar acessível a um maior número de pessoas esse estudo basilar para quem quer compreender melhor as origens do planejamento na Bahia”, afirma o secretário do Planejamento, José Sergio Gabrielli.
Atualmente o acesso a este conteúdo é restrito a uma única cópia do trabalho datilografado e encadernado em papel cor-de-rosa, que se encontra disponível na biblioteca da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Seplan. Contudo, a partir desta quarta-feira, o conteúdo também estará disponível, na íntegra, no site da secretaria do Planejamento (www.seplan.ba.gov.br).
As Pastas Rosas são um dos mais importantes tratados sobre a economia baiana, constituindo-se num precioso documento que não só radiografa a realidade do momento em que foi realizado o estudo, como também situa a Bahia em relação ao resto do país, indicando os rumos a serem seguidos para alavancar o desenvolvimento do estado.
Na oportunidade, a professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tânia Bacelar, fará uma palestra abordando as ideias de Rômulo Almeida e os desafios do Nordeste atual. Já o professor da Universidade de São Paulo (USP), Alexandre Barbosa, apresentará a palestra Pensando e Planejando o desenvolvimento brasileiro: a trajetória de Rômulo Almeida.
O evento é aberto ao público e estão confirmadas as presenças dos familiares, diversos parlamentares federais e estaduais, intelectuais, além de representantes das inúmeras instituições das quais Rômulo Almeida foi membro, a exemplo do Banco do Nordeste (BNB).
Rômulo Almeida
Rômulo Barreto de Almeida era bacharel em direito, mas dedicou-se as questões econômicas e ao desenvolvimento. Em 1941, tornou-se diretor do Departamento de Geografia e Estatística do Território do Acre. Iniciado o segundo governo Vargas, foi designado oficial de gabinete do Gabinete Civil da Presidência da República. Ao mesmo tempo, foi incumbido por Vargas de organizar a Assessoria Econômica da Presidência da República.
Ainda em 1951, tornou-se membro do Conselho Consultivo da Companhia Hidroelétrica do São Francisco, posto que manteria até 1966. A partir de 1953, Rômulo Almeida tornou-se consultor econômico da Superintendência da Moeda e do Crédito (Sumoc). Ainda no segundo semestre desse ano, assumiu a presidência do Banco do Nordeste do Brasil.
Em 1955, criou e presidiu na Bahia a primeira Comissão de Planejamento Econômico do Estado. Já em 1957, criou e presidiu o Fundo de Desenvolvimento Agroindustrial da Bahia e foi nomeado vice-presidente da Rede Ferroviária Federal. No período de 1957 a 1959, reorganizou o Instituto de Economia e Finanças da Bahia. Representou a Bahia na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e, nomeado posteriormente secretário de Economia, elaborou o projeto da Companhia de Energia Elétrica da Bahia (Coelba).
Rômulo Almeida foi professor da Universidade da Bahia (Ufba), da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, do Curso de Planejamento do Departamento Administrativo do Serviço Público (Dasp) e da Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas (Ebap-FGV).
Em 1985, foi diretor de planejamento da área industrial do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Permaneceu nesse cargo até a sua morte, ocorrida em Belo Horizonte, em novembro de 1988

ATÉ 40% DOS APOSENTADOS PODEM SOLICITAR RECÁLCULO DE BENEFÍCIOS




 

A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em processos julgados, recentemente, permite que os aposentados que voltarem a trabalhar, e continuarem contribuindo ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), solicitem o recálculo do valor do benefício da aposentadoria, sem ter de devolver à Previdência o montante recebido até então.

Segundo matéria da Agência Brasil, o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) estima que cerca de 40% dos aposentados ainda trabalhem e tenham o benefício passível de recálculo.

Essa possibilidade chama-se desaposentadoria. Ela leva em consideração os valores pagos pelo beneficiário posteriormente ao momento da aposentadoria. Com a inclusão desses novos pagamentos, o valor total a ser recebido pode aumentar.

A desaposentadoria só é válida a segurados que ainda contribuem ao INSS. A regra atual estabelece que a aposentadoria dos contribuintes do INSS seja feita, em geral, de acordo a aplicação do fator previdenciário, segundo a combinação de dois critérios: idade mínima (65 anos para homens e 60 anos para mulheres) e tempo de contribuição (35 anos para homens, 30 anos para mulheres).
Bahiaeconômica

NOTÍCIAS - Meio Ambiente

Requalificação do Parque Metropolitano de Pituaçu começa pela ciclo
Foto: Adenilson Nunes/GOVBA
A recuperação dos 15 quilômetros da atual ciclovia, que será pavimentada, é a primeira das intervenções programadas pelo Governo da Bahia para o Parque Metropolitano de Pituaçu, em Salvador. Até o final de 2013, o projeto prevê a implantação de novas estruturas de lazer, reforço da segurança com o novo sistema de iluminação e câmeras de videomonitoramento, além da limpeza da lagoa e da construção de um muro para delimitar o parque, maior área verde de Salvador, ampliada de 378 para 392 hectares. A previsão é entregar o espaço requalificado até a Copa de 2014.

Executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), a primeira fase da recuperação da ciclovia deve ser concluída em 60 dias e contempla a pavimentação, contenção, além de drenagem. Na segunda fase, o percurso receberá sinalização e divisão entre ciclistas e pedestres. A ciclovia vai contar ainda com 15 novos quiosques ao longo do trajeto.

A funcionária pública Diná Caribe faz caminhada no parque diariamente e espera que as obras melhorem as condições para os visitantes. “Nós que frequentamos o parque precisamos destas melhorias, para trazer as famílias e crianças”.

A segurança será reforçada com a instalação de câmeras de vídeo e do novo sistema de iluminação que utilizará lâmpadas do tipo LED e fiação subterrânea. Além disso, vigilantes e policiais militares da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) garantem a segurança dos visitantes. Desde a contratação da segurança privada 24 horas por dia, há um ano, não foram registradas ocorrências dentro do parque.

Com licitação prevista para dezembro de 2013, a lagoa será recuperada por meio da limpeza, retirada de vegetação e desassoreamento de parte dos 200 mil metros quadrados de lâmina d’água.

Também até o final do ano, estão previstas a reforma das quadras poliesportivas e o início da construção do muro de delimitação da área de preservação, a recuperação de três mil metros de alambrados e a implantação de 10 estruturas para piquenique. A instalação de um novo parque infantil já foi concluída.

Dentre as ações previstas, estão ainda a construção de uma pista de skate, reforma e ampliação da pista de patins, construção de um anfiteatro, reforma da sede administrativa, sanitários e vestiários, novas portarias e acesso pela Avenida Paralela, além de um sistema de acessibilidade para portadores de necessidades especiais.

Fazem parte do projeto, ainda, a construção e reforma de píeres, incluindo o do pedalinho, além da criação de uma raia para a prática de remo olímpico e paralímpico. Um convênio com a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) vai promover o desenvolvimento de estudos e pesquisas científicas na área do parque.

“O que projetamos é um parque multiuso com foco principal no lazer, no esporte e nas atividades de educação ambiental”, afirmou o secretário do Meio Ambiente do Estado, Eugênio Spengler. De acordo com o secretário, a requalificação gradual permite a reestruturação física e a valorização dos recursos naturais, mantendo o parque aberto à comunidade com o menor impacto possível durante as obras.
Agecom

Governo dá início à requalificação da orla atlântica de Salvador

Veja abaixo ilustações da nova orla no trecho Amaralina/Jardim de Alah






O governador Jaques Wagner assina, nesta terça-feira (4), às 8h30, no Jardim dos Namorados, ordem de serviço autorizando a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado, por intermédio da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), a iniciar a requalificação da orla atlântica de Salvador, corredor turístico Amaralina/Jardim de Alah.

A obra, no valor de R$ 6,8 milhões, tem recursos dos Governo Federal e Estadual e prevê, dentre outras ações, a requalificação urbana do trecho do Quartel de Amaralina até a Praça João Amaral; os acessos às praias da Pituba, complementação dos trechos de calçadão na orla da Pituba; recuperação dos trechos do Jardim dos Namorados e do Jardim de Alah, com ampliação da ponte do Rio Camurujipe, aumentando uma faixa no sentido Itapuã - Centro; requalificação de calçadões; requalificação e implantação de trechos de ciclovia.

A requalificação da orla atlântica foi iniciada em 2012 com a recuperação da passarela do Costa Azul, cujos serviços estão em andamento. Os recursos são de um convênio entre a Secretaria Estadual do Turismo e o Ministério do Turismo.
AGECOM

Água - II (fonte de saúde e vida)

O Brasil tem uma das maiores reservas de água doce do mundo. Os quilômetros de águas superficiais que brotam em seu território é equivalente a 50% dos recursos da América do Sul e 11% dos recursos mundiais.

 Na Bahia os rios recortam o litoral e o interior, atravessam regiões diferenciadas como caatinga, mangues, mata nativa e vegetação de restinga e seguem ao encontro do mar.

 As extensões das bacias na Bahia são:

01-  do rio São Francisco 3.163 km;

02-  do rio Jequitinhonha  920km;

03-  do rio de Contas 620 km;

04-  do rio Paraguassú 614 km;

05-  do rio Pardo 565 km;

06-  do rio Vaza Barris 450km;

07-  do rio Itapicuru 350km.


A bacia do Rio São Francisco

O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra em Minas Gerais é considerada a 3ª bacia do país, corta a Bahia de sul a norte, atravessando regiões com condições das mais diversas, inclusive parte dele está no semi-árido. Suas águas são conhecidas nos estados  da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

 O rio São Francisco e sua região hidrográfica abrange 521 municipios dos cinco estados focados anteriormente e devido sua extensão a região é dividida em alto- médio – sub-médio e baixo São Francisco; tem várias quedas d´água e a Cachoeira de Paulo Afonso, onde foi construída a Usina, que é uma das maiores  do Nordeste , de fato um grande empreendimento.

 Visando solução para combate a Seca está sendo feita a transposição do São Francisco e no projeto consta de dois imensos canais que ligará esse rio a bacias menores e açudes.

 Em 08/05/2013 foi publicado no DOU o edital de estudo de viabilidade para  para elaboração do ante-projeto do sul eixo da transposição denominado de canal do sertão baiano.

 Volto em outro capitulo comentando sobre os outros seis rios que banham o solo da Bahia e de Salvador que tem também seis rios,sendo o Joanes e Ipitanga os principais que ajudam abastecer Salvador.

 Os outros quatro rios em salvador são:
Camurugipe – Pedra – Cobre e Jaguaribe.

 Segundo a Cetrel 150 L é o gasto médio de cada brasileiro de água todos os dias, dado que preocupa, pois é preciso economizar...embora saibamos que a água é saúde e vida.

 É preciso que se reutilize a água da chuva, é preciso que o Programa Água Para Todos implantado em 2007 pelo governo da Bahia tenha um crescimento maior, pois a Bahia o 5º estado em extensão possui 265 dos 417 municipios na região semiárida o que equivale a 68,7% de seu território com população estimada em 6,7 milhões de pessopas em torno de 48% da Bahia (IBGE 2010).

 Outros capítulos virão é só aguardar.

 Fontes: Cetrel –A Tarde – Atlas Geográfico – IBGE.

Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus já realiza neurocirurgias

 

O Serviço de Neurocirurgia já é uma realidade no Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ). Na última semana de maio, mais precisamente no dia 28, a equipe de neurocirurgia do hospital realizou as duas primeiras cirurgias. Os procedimentos foram feitos pelos neurocirurgiões Pedro Salustiano e Ademar Ferreira da Silva.
Um dos pacientes, Valter Souza Braga, 30 anos, de São Roque do Paraguaçu, vítima de acidente de carro, passou por uma drenagem de hematoma intracraniana, procedimento que durou cerca de duas horas. “O paciente encontra-se em período pós-operatório, lúcido, orientado, sem queixa e com alta prevista para hoje (3)”, explicou Salustiano.
O segundo paciente foi Sebastião Nunes Canedo, 62 anos, morador de Santo Antônio de Jesus, com compressão medular por hérnia de disco entre as vértebras C3 e C4, passou por cirurgia de microdiscectomia cervical com artrose anterior. De acordo com o neurocirurgião, o paciente estava preso em um leito, não conseguindo mexer braços e pernas.
“A cirurgia demorou três horas e foi feita com o auxílio do microscópico cirúrgico Zeiss, com recurso de gravação em tempo real. O paciente está na UTI, em recuperação pós-operatória, e já se nota uma melhora na força dos membros superiores e do membro inferior direito”, disse o neurocirurgião, acrescentando que agora ele deve passar por um longo período de fisioterapia, que será cumprido em internação domiciliar. 
AGECOM

domingo, 2 de junho de 2013

Água

Água  fonte da saúde e da vida e o ser humano e suas necessidades do precioso liquido.

Toda água que entra no corpo sai e a necessidade tem estreita relação com a idade.
Água é um dos mais importantes elementos necessários para nosso existir com qualidade de vida. Daí a higienização é fator preponderante para uma boa saúde. A higienização corporal é os cuidados de ter nosso corpo limpo e a água é fundamental que juntamente com o sabão remove os microorganismos e outros seres vivos como vermes que podem penetrar no corpo causando doenças. Lavar sempre as mãos, tomar banhos é essencial e deve ser processado dos pés a cabeça, que além da limpeza relaxa o corpo apresentando agradável bem estar.
O corpo humano como um todo é composto com 70 a 75% de água e vetor de fonte de saúde e vida e é sempre bom ter o hábito de beber sempre esse precioso liquido. A falta de água no organismo provoca uma à série de contratempos no organismo como, por exemplo, intestino que não funciona bem, tecidos como pele, cabelo e unhas que ficam menos viçosos, principalmente os últimos que ficam enfraquecidos e quebram com facilidade.
Para manter a hidratação do nosso corpo são precisos no mínimo de oito (8) copos grandes que equivalem a mais ou menos dois (2) litros; embora o aconselhável seja 3 litros/dia.
Quer reduzir o stress beba água... quer ajudar regular a pressão beba água, quer ajudar os rins beba água...enfim a água é fonte de saúde e vida.
O nosso organismo tem na composição dos órgãos abaixo uma grande parcela de água: pulmões 80% constituído por água; Rins 80%%; Sangue variando de 79 a 95%: coração 77%, Fígado 86%, Gordura corporal 14%; tecido ósseo 22%.
O Cérebro quando não existe água suficiente para seu funcionamento recorre ao intestino para repor a quantidade em falta. Fantástica forma de funcionamento do organismo.
E o tecido Adiposo? Está localizado principalmente embaixo da pele, na chamada hipoderme, o tecido que modela a superfície do corpo e ajuda no isolamento térmico do organismo. O tecido Adiposo corresponde de 20 a 25% do peso corporal das mulheres e entre 15 e 20% nos homens, Sua função principal: reserva energética do organismo.
O estomago do Homem não consegue ingerir de uma só vez mais do que 1 litro de água. O negócio é intercalar e para o bem da saúde beber água. À proporção que se envelhece o consumo de água se reduz.
Massa muscular: De 70% a 75% do peso corporal nos adultos é constituído por massa muscular, sendo esta constituída por 73% de água.
§  Tecido adiposo: A percentagem de tecido adiposo no nosso organismo vai dos 10% aos 40.
§   O resto da água necessária à vida chega através dos alimentos (39%). Vegetais existem para ser bebidos e não comidos. Eles contém uma porcentagem enorme de água: alface (95%), tomate (94%), melancia (92%), couve-flor (92%), melão (90%), abacaxi (87%), goiaba (86%) e banana (74%).
Os percentuais sofrem variações de acordo com a fonte.
 Fontes:redehumaniseSUS/FBN/Wikipédia/Misturaviva e outras.