sábado, 5 de maio de 2012

Ferrovia de Integração Oeste-Leste

A Valec para a Bahia até agora é uma grande mentira
Capitulo 02/05

Conhecendo os estudos e projetos da CEPRAM e do Ministério dos Transportes correspondentes a Ferrovia Oeste/Leste, o governo da Bahia através da Secretaria da Indústria,Comércio e Mineração publicou a Revista " Bahia Oportunidades" editada junho/julho de 2010, em que em um de seus mais importantes assuntos focou de forma magnifica a "Bahia nos Trilhos" em que o objeto era a Ferrovia Oeste/Leste, a qual ampliaria os horizontes do Estado no caminho do desenvolvimento, pois dinamizaria o escoamento da produção, fortalecendo em muito a exportação.

E a obra considerada como prioritária, estava incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

E entre os municipios de maior influência da Ferrovia Oeste/Leste, no trecho da Bahia de 1.116 km relaciono os seguintes:

Barreiras - Correntina - Jaborandi - Luís Eduardo Magalhães - São Desidério - Bom Jesus da Lapa -Carinhanha - Coribe - Guanambi - Malhada - Palmas de Monte Alto - Riacho de Santana - Santa Maria da Vitoria- Santana - São Félix do Coribe - Serra do Ramalho- Aracatu - Brumado - Caetité - Dom Basílio -Ibiassucê - Ituaçu - Lagoa Real - Livramento de Nossa Senhora - Pindaí - Rio do Antônio - Barra da Estiva - Contendas do Sincorá - Iramaia - Jequié - Manoel Vitorino - Maracás - Mirante - Tanhaçu - Aiquara - Aurelino Leal - Barra do Rocha - Gongogi - Ibirapitanga-Ilhéus - Ipirá - Itabuna - Itacaré - Itagi - Itagibá - Jitaúna - Ubaitaba - Ubatã e Uruçuca.

E o governo do Estado fez estudos que apontavam os principais investimentos para esses 32 municípios e os próximos, conquanto fosse óbvio que os setores mais beneficiados seriam de produção de grãos, de serviços e de mineração que contariam com estruturas de transportes mais eficientes a menor custo, além de ser uma área territorial que aumentaria a oferta de empregos.

O entusiasmo do governador Wagner(legítimo representante dos anseios do povo) e de seus secretários era passado aos empresários já radicados na região e aos que demonstraram interesse em investir nos mencionados municípios, além e sem dúvida a toda a sociedade da região que contava com o tempo passando rápido para o inicio e a consumação da grande obra.

Aguarde o Capitulo 03/05.

Ferrovia de Integração Oeste-Leste

A VALEC para a Bahia até agora é uma grande mentira.

Leia os dados constantes do site da Valec.
Ferrovia Oeste-Leste
Trechos
Carga Potencial
Esquema de Implantação


Esquema de implantação da EF 334 – Ferrovia de Integração Oeste-Leste - FIOL

A Ferrovia de Integração Oeste-Leste está dividida em três trechos e terá sua implantação em duas etapas:

1ª Etapa:

• Ilhéus/Caetité (BA)

São 537 km, cuja construção deverá ser concluída em julho de 2012.

• Caetité/Barreiras/São Desidério (BA)

São 485 km, cuja construção deverá ser concluída em julho de 2013.


2ª Etapa

• Barreiras/São Desidério (BA)/Figueirópolis (TO)

São 505 km, cujo prazo de conclusão ainda está em estudo.

Com uma extensão total de 1.527 km a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, quando concluída, irá interligar o futuro porto de Ilhéus com a Ferrovia Norte-Sul em Figueirópolis, no Tocantins.

Os investimentos para a construção da ferrovia serão da ordem de R$ 7,25 bilhões .

Evolução do projeto:



•Fevereiro/2010 – Finalização pela VALEC do Projeto Básico de Engenharia

• 22 de março/2010 – Concessão pelo IBAMA da Licença Prévia, que permitiu à Valec fazer o lançamento dos editais de licitação para a construção da ferrovia.

• 23 de agosto/2010 – realização da Concorrência para escolha das construtoras.

•30 de novembro/2010 - Concessão pelo IBAMA da LI – Licença de Instalação.

•10 de dezembro/2010 – Assinatura das Ordens de Serviço para o início das obras.

•Início previsto para a montagem dos canteiros de obra nos lotes de 1 a 4: 18 de dezembro de 2010.

Os primeiros 4 lotes da FIOL ( trecho Ilhéus-Caetité - BA), já com licenciamento ambiental, que entrarão em obras já no início de 2011:



Nº Lote Extensão - km

Custo de Construção - R$

Construtora
Trecho 01
124,99 KM
574,5 milhões
Consórcio SPA/DELTA/VONVAP



Trecho 02
117,90 KM
650,4 milhões
Consórcio Galvão/OAS



Trecho 03
115,36 KM
403,2 milhões
Consórcio TORC/IVAI/CAVAN



Trecho 04
178,28 KM
739,8 milhões
Consórcio Andrade Gutierrez/Barbosa Mello/SERVENG

Quanta mentira. Quais as medidas tomadas de fato pelo Ministério dos Transportes e pela Presidenta Dilma?
Mentiras :
A mentira tem pernas curtas e existe a partir de quem mente e é uma doença capaz de colocar as claras a personalidade e caráter de quem a pratica.

Seja que autoridade for devem respeitar a Bahia e a seu grande governador.

Tratem de retomar com a velocidade necessária as obras pois a resposta poderá chegar muito antes do que vocês esperam.


Capitulo 01/05








Cidade

Governador reclama de atrasos na FIOL
Alessandra Nascimento repórter - Tribuna da bahia


O governador da Bahia, Jaques Wagner, reclamou dos atrasos nas obras de construção da Ferrovia da Integração Oeste Leste, Fiol, e a recente demissão de 2,3 mil funcionários.

“Infelizmente após a reunião em Jequié as coisas não andaram no ritmo esperado. Isso não é bom nem para o estado nem para as empresas construtoras”, disse. Ele foi a Brasília nesta semana para tratar de assuntos pertinentes a Fiol e ao Porto Sul. “É preciso entender que muita gente não quer que esses projetos venham para a Bahia.

O ex-deputado federal Fábio Feldmann é um dos que boicotam”, desabafou. Ele revela que respeita a opinião de lideranças ambientalistas, apesar de não concordar com as colocações. “Precisamos preservar o meio ambiente e promover o desenvolvimento, gerando condições dignas para o povo”, avisa.

Ele lembrou que a atual gestão da Valec está procurando organizar a casa. “Não tenho interesse em indicar ninguém para o cargo de presidente desta estatal, acho que o atual gestor chegou num momento de crise e está organizando tudo internamente. A Valec tem problemas que estão sendo superados, infelizmente não na velocidade que precisamos”, reclamou. Wagner ressaltou que esteve em Brasília conversando com representantes do Tribunal de Contas da União sobre os questionamentos levantados. “Acompanho o projeto porque ele é de interesse da Bahia e também um compromisso do governo Dilma”, citou.

Após a visita a Jequié, conforme matéria publicada na edição da Tribuna da Bahia do dia 10 de abril de 2012, ficou acertado entre os ministros e empresários reuniões mensais para discutir sobre o andamento das obras de construção da Ferrovia.

Ao que parece, a visita realizada no começo do mês passado, ainda não deslanchou. Na ocasião, foi verificado que apenas 5% das obras foram iniciadas e constatado um atraso de dois anos no cronograma de entrega da Fiol que, anteriormente estava prevista para este ano, talvez seja entregue em 2014.

Entre os problemas da Fiol, ditos pelo presidente da Valec, Jose Eduardo Castello Branco, na visita em Jequié, estavam o trecho de Figueirópolis, que não estava incluso nas obras do PAC e, portanto sem projeto, e os trechos que passavam por cavernas, apontados em relatório pelo Ibama. Ele assegurou, todavia, que buscaria solucionar os problemas levantados nos trechos.

Os atrasos nas obras, entraves com o Ibama e o TCU têm custado aumento nos valores outrora estimados na execução das obras da Fiol. Se entregues em 2012, dentro dos prazos anteriormente apresentados, ela custaria R$ 5,4 bilhões. No entanto, segundo cálculos da Comissão Especial da Fiol, hoje são estimados, com a conclusão de parte dos trechos em 2014, em R$ 7,1 bilhões.

A Fiol, ao longo dos seus 1.527 quilômetros de extensão deve fomentar o desenvolvimento da nova fronteira agrícola brasileira, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Estima-se que já em 2015 sejam escoados 6,7 milhões de toneladas de grãos, além de uma produção, de acordo com cálculos da Valec de 45 milhões de toneladas de minério a partir de 2015.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Estaleiro Enseada do Paraguaçu terá parceria de empresa japonesa


Foto: Carol Garcia / SECOM

Governador assina parceria com o Estaleiro Enseada do Paraguaçu e Kawasa


Parceria entre Estaleiro do Paraguaçu e Kawasaki garante tecnologia naval de ponta para Bahia
Estaleiro Enseada do Paraguaçu passa a contar com parceria de empresa japonesa A Kawasaki Heavy Industries Ltda., empresa japonesa, se associou às baianas Odebrecht, OAS e UTC, no empreendimento de construção e operação do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP), na Ponta do Corujão, município de Maragogipe, no Recôncavo baiano. Com 130 anos de experiência no ramo, a empresa passa a ser dona de 30% do EEP e se compromete a transferir tecnologia e capacitar os trabalhadores locais para atuar na construção de navios, plataformas de exploração e unidades de perfuração de poços de petróleo.
Maior investimento privado em realização na Bahia, com previsão de R$ 2 bilhões até 2014, o EEP vai gerar quatro mil empregos e recolocar o estado no mercado da indústria naval. Para garantir competitividade ao estado na atração do investimento, o Governo da Bahia implementou o Programa Estadual de Incentivos à Indústria de Construção Naval (Pronaval) e aderiu ao Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação.



Consolidação



O governador Jaques Wagner, que comandou o encontro nesta sexta-feira (4) na Governadoria, no Centro Administrativo, onde foi anunciada a parceria, disse que a consolidação do estaleiro é uma luta de muitos anos e que o impacto dos investimentos vão ser sentidos em breve em toda a região do Recôncavo. “Para se ter uma idéia da grandiosidade desse investimento, basta ver que para montar uma indústria automobilística são necessários R$ 900 milhões. Esse terá R$ 2 bilhões, o equivalente a duas indústrias automobilísticas. A demanda de mão de obra também é muito grande e isso vai impactar positivamente no Recôncavo e região, com mais empregos”, enfatizou Wagner.



Pré-sal



O EEP se junta à lista de uma série de estaleiros em implantação no Brasil e que servirão, entre outras coisas, à demanda de equipamentos para exploração do pré-sal pela Petrobras. A participação da Kawasaki garante a utilização de tecnologia de ponta e a transferência desse conhecimento para engenheiros e técnicos brasileiros.



O presidente do EEP, Fernando Barbosa, disse que o parceiro japonês chega com o compromisso de ajudar a construir os equipamentos mais modernos que existem na área. Para isso, os japoneses assinaram contrato de acionistas e de transferência de tecnologia. “Eles vão trazer para nós toda a tecnologia na fabricação, elaboração de projetos, planejamento e treinamento de pessoas.”



A primeira encomenda para o EEP já foi feita. A empresa Sete Brasil assinou carta de compromisso para a compra de seis sondas de perfuração, que vão atender a um contrato entre ela a Petrobras. Outras encomendas devem ser feitas e a previsão dos sócios é de um faturamento anual de R$ 600 milhões.


texto: AGECOM

Sul-africana fala de desafios e legados da Copa de 2010 e compara com Brasil


Fonte: Portal da Copa 2014 do Governo



Pesquisadora lançará livro “Reflexões e Oportunidades – Design, Cidades e a Copa do Mundo”, contando experiência da África do Sul. Ela criou o fórum de discussão e pesquisa sobre as realizações, legado e contexto da Copa do Mundo



Compreender a Copa do Mundo como um investimento nas cidades e não um gasto. Essa é uma das experiências que a sul-africana Zahira Asmal trouxe para Porto Alegre, durante a palestra “O legado da Copa 2010 na África do Sul e as lições para o Brasil”, realizada na manhã desta quinta-feira (03.05).



Graduada em Macroeconomia Internacional pela Universidade de Cape Town, Zahira é comentarista cultural e pesquisadora. A sul-africana criou o Designing South Africa, fórum de discussão e pesquisa sobre as realizações, legado e contexto da Copa do Mundo na África do Sul. No Brasil por três semanas, está lançando o livro “Reflexões e Oportunidades – Design, Cidades e a Copa do Mundo”.



Para Zahira, a Copa do Mundo serviu para consolidar a transformação do povo sul-africano após o fim do apartheid, regime de segregação racial que teve fim em 1994. Diante da efervescência que viveu o país na preparação para o megaevento, a sul-africana identificou a necessidade de discutir, mensurar e documentar o legado para o desenvolvimento da nação. “Houve um movimento de como designers e governos poderiam trabalhar juntos para mudar o cenário das cidades e qualificar os serviços públicos”, explicou.



Os esforços foram direcionados para realizar e mostrar os resultados, envolvendo as etapas de preparação, a infraestrutura e a mobilização durante o evento e o legado para o país. “Era necessário refletir e ver a Copa como um investimento e não como um gasto”, disse Zahira, destacando como resultado desse processo, além da qualificação da infraestrutura, a elevação da auto-estima da população e a mudança da visão externa sobre a África do Sul, mostrada como um país com capacidade produtiva, cultural e tecnológica.



Oportunidades



Zahira enfatizou também a semelhança dos desafios do país com aqueles enfrentados pelo Brasil na preparação para o evento e no envolvimento da população em torno do projeto. E classificou os dois territórios como “nações mal compreendidas” pelos olhares estrangeiros.



O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, destacou que espera para Porto Alegre ganhos semelhantes aos conquistados pelas cidades sul-africanas. “A Copa deixou um legado de infraestrutura, mobilidade, referência turística e auto-estima da população aos sul-africanos”, avaliou, defendendo a importância de discutir e compreender a riqueza de oportunidades, para os diversos setores da economia e da sociedade, geradas pelo evento para as cidades que sediarão os jogos.



Para o diretor-geral da ESPM, Richard Lucht, é fundamental o esforço de agrupar os porto-alegrenses em torno da ideia de que a Copa é uma oportunidade para todos. “Mais que um evento esportivo, a Copa é a possibilidade para as cidades-sedes legarem para suas populações uma série de benefícios que serão desfrutados por no mínimo meio século”, defendeu Lucht.



A publicação organizada por Zahara reúne artigos feitos por dez jornalistas internacionais e quatro pesquisadores sul-africanos e do Brasil. Os brasileiros que participam são o professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas Oliver Stuenkel e a jornalista Ethel Leon, da revista de design AgitProp.





Elmo Vaz é nomeado presidente da Codevasf



Bahianoticias
O ex-diretor geral da Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (Sucab), Elmo Vaz, foi nomeado para a presidência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
A nomeação foi publicada nesta sexta-feira (4) no Diário Oficial da União. Com isso, Vaz deverá ser empossado oficialmente até a próxima terça (8), como informou o novo presidente. “Estou muito satisfeito e orgulhoso em ter sido indicado pelo governador para mais esse grande desafio”, disse o novo dirigente em entrevista ao site Irecê Repórter. Ele ainda afirmou que vai se dedicar para que haja a revitalização dos rios Jacaré e Verde. “Não assumo esse cargo com vaidade
Política


Leão vai cobrar da União verbas para o metrô 1

Romulo Faro reporter - Tribuna da Bahia


Para o primeiro trecho da Linha 1 (Lapa – Rótula do Abacaxi) do metrô de Salvador entrar em funcionamento transportando passageiros resta apenas o repasse de R$ 45 milhões mensais do governo federal (por cinco meses) para manutenção do sistema enquanto não houver tarifação.

O prefeito João Henrique (PP) não abre mão de inaugurar o transporte que começou a ser construído há 13 anos e virou motivo de desconfiança e de má repercussão para a capital baiana. “Não tem por que não funcionar. O prefeito está determinado e o metrô vai rodar com gente dentro. Está tudo pronto. Não tem explicação para um equipamento milionário ficar entregue ao tempo”, disse à Tribuna o deputado federal João Leão (PP).

Leão, que foi chefe da Casa Civil da Prefeitura nos últimos 15 meses, se desincompatibilizou do cargo para tentar suceder João Henrique, seu correligionário. Ele é considerado o braço direito do prefeito na luta pela conclusão do sistema metroviário. Sem cerimônia, o deputado disse que se o governo federal não repassar o recurso até o final deste mês, o prazo para início do funcionamento do metrô pode ficar comprometido.

Segundo ele, diante das conversas no Ministério das Cidades, a expectativa é boa. Existe a possibilidade (ainda não confirmada) de na próxima terça-feira (8) Leão ter uma reunião com o secretário executivo do Ministério do Planejamento, Maurício Muniz, para tratar dos recursos pendentes.



A única pendência por parte da Prefeitura, que, inclusive já está sendo resolvida, segundo o parlamentar, é a instalação das catracas nas bilheterias das estações do metrô. Apesar de não haver tarifação nos cinco primeiros meses de funcionamento, o sistema registrará o número de passageiros para controle e planejamento da Prefeitura.



Uma novidade anunciada por João Leão é a expectativa de João Henrique (que deverá ter continuidade por parte do próximo prefeito) de manter o primeiro trecho da Linha 1 em funcionamento em fase experimental por um ano e, enquanto isso, retomar as obras do segundo trecho, que ligará a Rótula à Estação Pirajá, num percurso de mais seis quilômetros.



“Quando acabar a fase de teste do primeiro tramo e o metrô já estiver a todo vapor, o tramo 2 estará encaminhado em fase final”, afirmou Leão.



O deputado progressista reafirmou que são necessários R$ 546 milhões para conclusão da segunda etapa da Linha 1. O dinheiro também virá do governo federal, através do PAC - Mobilidade Grandes Cidades. Para tanto, ressalta Leão, a Prefeitura aguarda autorização do Tribunal de Contas da União (TCU) para a obra poder prosseguir.



Estão previstos no orçamento da União para este ano ainda, segundo Leão, recursos da ordem de R$ 50 milhões para o Executivo municipal realizar os estudos necessários para implantação da Linha 3 do metrô. O futuro trecho ligará a Estação Pirajá ao bairro de Cajazeiras, o mais populoso da capital baiana.



Já a Linha 2, que ligará Salvador a Lauro de Freitas, ao longo da Avenida Paralela num percurso de 22 quilômetros, terá o período de consulta pública lançado ainda neste mês, segundo o governo do estado. O governador Jaques Wagner (PT) anunciou uma audiência pública para o próximo dia 15.

Guia Turístico Chapada Diamantina será lançado nesta sexta-feira

 Fonte: Bahia.com.br



Nesta sexta-feira, dia 04 de maio, os apaixonados por uma das regiões mais belas do país irão conhecer, em primeira mão, a 5ª Edição do Guia Chapada Diamantina. O coquetel de lançamento ocorrerá no Hotel Canto das Águas, na cidade de Lençóis, a partir das 20 horas.



Entre os convidados estão empresários e profissionais do setor, prefeitos e demais gestores públicos. O Secretário Estadual de Turismo, Domingos Leonelli, é a principal presença confirmada. “Esta é uma publicação que só faz enriquecer e contribuir para a promoção de um dos destinos turísticos mais importantes da Bahia”, afirmou.



Segundo os responsáveis pela publicação, o novo Guia Chapada Diamantina segue o padrão das edições anteriores e traz informações essenciais para uma viagem, dando dicas de como organizar, da melhor forma possível, roteiros para visitar a região, além de indicar 80 opções de restaurantes e 130 opções hospedagens, que foram separadas de acordo com a faixa de preço.



O guia ainda traz uma matéria detalhada sobre o Vale do Pati, santuário ecológico da região; dicas de como passear e ao mesmo tempo preservar a natureza; e informações sobre a fauna, flora, geologia, história e cultura.



A versão online está disponível no site: http://www.guiachapadadiamantina.com.br/

quinta-feira, 3 de maio de 2012

NOTÍCIAS - Governo -


Governador participa da assinatura de parceria do Estaleiro do Paraguaçu com sócio internacional
Texto:AGECOM


Nesta sexta-feira (4), às 12h, na Governadoria (Centro Administrativo da Bahia - CAB), o governador Jaques Wagner participa da assinatura de parceria tecnológica entre o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, formado pelas empresas Odebrecht, OAS e UTC, e um novo parceiro tecnológico internacional, que será anunciado na solenidade. O convênio garantirá transferência tecnológica para o desenvolvimento da indústria naval brasileira e a capacitação de mão de obra local.



O Estaleiro do Paraguaçu, localizado no município de Maragojipe, no Recôncavo, a 142 quilômetros de Salvador, terá investimentos de R$ 2 bilhões, maior aporte privado realizado na Bahia nos últimos dez anos. Quando concluído, em 2014, terá capacidade para fabricação de diferentes tipos de embarcações, como plataformas, navios especializados e unidades de perfuração.



As obras, atualmente na fase de terraplanagem, deverão ser finalizadas em 2014. A previsão é gerar três mil empregos diretos durante a construção e cinco mil após início da operação do estaleiro, além de dez mil indiretos.

Valec trava Fiol. Estado cobra solução

Política  
Adriano Villela REPÓRTER - Publicado na Tribuna da Bahia



Se não há ninguém com condições de administrar na Valec Engenharia, Construções e Ferrovia, a Bahia tem quadros para indicar, tanto de gestores em atuação no estado como de nomes que trabalham fora do estado.

A cobrança é do secretário baiano da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, em resposta aos problemas na obra da Ferrovia Oeste Leste, cuja responsabilidade é do Ministério dos Transportes, por meio da Valec.

Em de 9 abril, como noticiou a Tribuna, uma visita ao canteiro de uma missão dos governos federal e estadual constatou que apenas 5% da obra foi executada em cerca de um ano de início da construção. Correia acusou ontem a existência de “descaso” em obras do interesse da Bahia.

“Essa cobrança é a mesma que a gente faz da Chesf, e está dando resultado”. Na ocasião da visita, o presidente da Valec, José Eduardo Castello Branco, disse que o projeto básico será modificado, alegando ainda ser o documento atual de autoria da gestão anterior. Correia descarta uma eventual proposta de estadualização da obra da ferrovia.

“A Valec está estruturada para isso”, frisa. “Mas os problemas com o Tribunal de Contas da União e o Ibama têm que ser encarados de frente. Tem que dar resposta aos órgãos. Não pode ficar quatro meses para responder”. A reportagem não conseguiu contatar a direção da empresa no final da tarde de ontem.
Entre os principais problemas mostrados na visita técnica estão descobertos mais dois trechos cujo projeto inicial atravessa regiões de caverna, dificuldades na obtenção do licenciamento ambiental e falta do projeto básico no trecho em Tocantins, que sequer foram incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Na visão do secretário baiano, se não houver técnicos para fornecer as explicações requeridas, deve-se contratar profissionais especializados neste trabalho
.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Pataxós ganham direito a terras de reserva no sul da BA

Agência Estado



Depois de décadas de disputa, os índios pataxós obtiveram nesta quarta o reconhecimento do direito às terras na reserva Caramuru-Catarina Paraguassu, no sul da Bahia. O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu que são nulos todos os títulos de propriedades concedidos a fazendeiros e agricultores sobre glebas localizadas dentro da reserva, que tem uma área de 54 mil hectares.



A região tem registrado frequentes conflitos por causa da posse das terras. No final de abril, por exemplo, um índio levou um tiro na perna. Apesar de o processo sobre a área pataxó não constar da pauta de julgamentos do STF prevista para esta quarta, a ministra Cármen Lúcia pediu que a ação fosse julgada diante da urgência e gravidade. "Trata-se de um caso insólito, excepcional. A situação é de extrema conflituosidade", afirmou o presidente do tribunal, Carlos Ayres Britto. Para esta quarta estava marcado originalmente o julgamento de uma ação que discute a adoção de sistemas de cotas no âmbito do Programa Universidade para Todos (Prouni). Na semana passada, o Supremo concluiu que é constitucional a política de cotas adotada pela Universidade de Brasília (UnB) para preenchimento de vagas na instituição. O sistema da UnB é baseado em critérios étnicos.



No julgamento sobre as terras pataxós, o STF atendeu a um pedido da Fundação Nacional do Índio (Funai). Apenas o ministro Marco Aurélio Mello ficou vencido. Os ministros basearam-se em decisões anteriores sobre posse de terras indígenas, entre as quais a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima. O tribunal concluiu que são nulos atos que tenham por objeto terras habitadas por indígenas porque essas áreas pertencem à União e não podem ser negociadas.



O presidente do STF afirmou que a terra para o índio "é uma alma" e não simplesmente um bem material. Decano do STF, o ministro Celso de Mello disse que a Constituição Federal garante as terras aos índios. Segundo ele, no caso desses povos, isso não significa um direito de propriedade comum. "Trata-se de proteção ao habitat de um povo", declarou.



O julgamento começou em setembro de 2008. Na ocasião, o então relator, Eros Grau, votou a favor do pedido da Funai. Baseado em perícias, o ministro afirmou que a reserva "abrange toda a área habitada, utilizada para sustento do índio, necessária à preservação de sua identidade cultural". Mas após o voto de Grau o julgamento tinha sido interrompido por um pedido de vista e foi retomado hoje. Na ação, a fundação sustentou que fazendeiros e agricultores ocupavam de forma irregular terras habitadas tradicionalmente pelos pataxós. A área envolvida na disputa abrange três municípios e abriga aproximadamente 3,2 mil índios.

Você tem obrigação de ler e ficar sabendo

Resenha Diária produzida pela ASCOM/MD
 2 de maio de 2012
OPINIÃO

Raposa Serra do Sol, três anos depois

Paulo César Quartiero  - Folha de Boa Vista -RR

Recordemos a luta da grande maioria dos roraimenses contra essa desocupação, que foi imposta ao País por pressões espúrias de um movimento internacional de caráter político e ideológico, que não tem qualquer compromisso com os interesses maiores do Brasil. Pressões estas reconhecidas por autoridades, como o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diante de toda a bancada federal do Estado, que em 2005 lhe foi pedir uma solução equânime para a demarcação da reserva, a qual contemplasse os direitos dos indígenas e dos não índios.

Primeiro, um exército de agentes federais e da Força Nacional foi mobilizado para expulsar à força as pessoas, que aguardavam o pronunciamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a demarcação. O julgamento se referia a uma ação federativa entre o Estado de Roraima e a União, para que uma decisão declaratória confirmasse a legalidade da demarcação contínua da área. Os habitantes da região não eram parte no processo e, consequentemente, nem puderam se defender.

Vale registrar que a demarcação contínua, à qual se opunha a maioria dos próprios indígenas da região, recebeu pareceres contrários de seis instâncias representativas dos três poderes da República:

1) Comissão Externa da Câmara dos Deputados; 2) Comissão Temporária Externa do Senado Federal;3) Forças Armadas; 4) Agência Brasileira de Inteligência (ABIN); 5) Justiça Federal de Roraima; 6)Governo de Roraima.

No entanto, a decisão do STF de ratificar a demarcação contínua veio com a surpresa de se fazer a desocupação imediata. Tal decisão passou por cima, inclusive, da determinação do próprio Governo Federal, de que só após a indenização prévia e justa, com o devido reassentamento, seria feita a retirada dos ditos intrusos, entre eles, famílias que habitavam a região há décadas e, em alguns casos,mais de um século.

Os roraimenses foram condenados sem direito à defesa, num grave erro do Judiciário brasileiro.

Os embargos apostos à decisão do STF, demonstrando o evidente equívoco perpetrado, até hoje não foram julgados, mesmo passados três anos.

Em decorrência, as milhares de pessoas retiradas não foram indenizadas nem reassentadas e,quando foram, isto não ocorreu de forma adequada. Hoje, a maioria vive como párias, de atividades humilhantes de parca subsistência, com as famílias destruídas, clamando em vão por justiça.

O Estado de Roraima, após a demarcação da TIRSS, nunca mais reencontrou o rumo. A produção, já insuficiente, caiu à metade. As pessoas, mesmo as mais empreendedoras, têm um compreensível receio de investir em atividades produtivas e, com isto, grande parte da população é dependente das verbas públicas, em um processo que nos mantém condenados ao subdesenvolvimente à vergonha.

Os índios, alegadamente, beneficiários da decisão, estão abandonados. Com a retirada das atividades produtivas da área demarcada, muitos deles tiveram que abandoná-la e sobrevivem como favelados em Boa Vista. Os que prometeram apoio - ONGs governo, CIMI, entre outros -, simplesmente sumiram após a conclusão da demarcação.

As promessas de respeito aos direitos dos “habitantes originais da terra” e do resgate de dívidas históricas e sociais resultaram em desesperança, miséria, fome, doenças, mortes e a inviabilização socioeconômica do estado de Roraima. Esta, por sua vez, fragiliza a presença brasileira e a defesa da fronteira norte, colocando em risco a própria integridade territorial do País.

As questões pertinentes são: Por que aceitamos tais imposições externas, de forma tão dócil e submissa, pelo menos, no que tange às autoridades maiores do País?
 E até quando as toleraremos?

Não se pode entender o que ocorreu naquelas distantes terras brasileiras, no ano de 2009, sem levar em conta o processo externo de contenção do desenvolvimento do Brasil. Processo, este, que tem feito um eficiente uso das questões indígenas e ambientais, para dificultar e até impedir as decisões soberanas do País sobre a ordenação da ocupação física do seu próprio território e o uso dos recursos
naturais indispensáveis ao seu desenvolvimento e consolidação como nação livre, próspera e soberana.

Processo que equivale a uma verdadeira estratégia de “guerra irregular” contra o País e que, graças à nossa complacência, produz efeitos práticos muito mais eficientes que uma invasão militar convencional, criando autênticas “áreas de exclusão de desenvolvimento”.

Por tudo isso, é que a questão Raposa Serra do Sol é de interesse nacional e se tornou um símbolo que toca no âmago dos vetores que decidirão o futuro da nacionalidade. Para isso, Roraima e seus habitantes foram lançados em holocausto, depois de uma resistência obstinada de mais de dez anos, que levou as entidades estrangeiras, patrocinadoras do crime da Raposa, ao paroxismo de mobilizar todos os seus recursos e agentes de influência, para derrotar o interesse nacional.

O Estado é um laboratório, onde se pode constatar os resultados quando a aplicação de política neocolonial predomina, e se vislumbrar o que acontecerá no país se os brasileiros permitirem que ela continue prevalecendo aos interesses nacionais.

Roraima ainda se mantém na luta, com mais de 90% de suas áreas engessadas em reservas de todo tipo e seus sonhos de desenvolvimento e bem-estar postergados.Que o despertar da consciência nacional, representada na luta do povo setentrião de Roraima, não se perca e o seu sacrifício constante não seja esquecido.

* Deputado federal

Bem que tudo poderia ser assim...

DIRETO DA FONTE

Sonia Racy - Estado de São Paulo

Milagre?

Informação oficial: a primeira etapa da obra que o Exército está fazendo no terminal 3 do aeroporto de Guarulhos – para o consórcio Invepar – custou 30% menos do que o projetado. E terminou antes do previsto.

Gato e rato

Michel Temer tem dado sustos em sua segurança pessoal. A última? Um perdido de três horas nos guarda-costas ao sair, na surdina, de sua casa –“tomando rumo ignorado” no sábado retrasado.
No dia anterior, o vice foi a evento da OAB no Jockey, que não tinha passado pelo esquema de segurança da GSI .



Basta de Blá-Blá - Blá o governo federal tem que deixar de conversar e realmente fazer

Leia o que diz Bahia noticias:


Atraso nas obras da Fiol leva a demissão de 2,3 mil homens.


O atraso na construção da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) levou à demissão de 2,3 mil homens, segundo a coluna Tempo Presente do jornal A Tarde desta quarta-feira (2). De acordo com a publicação, a Andrade Gutierrez ficou apenas com 200 dos 2,5 mil trabalhadores iniciais ao perceber que as obras não engrenavam, como prometeu o governo. Ainda segundo informações da coluna, o superintendente do Ibama na Bahia, Célio Costa Pinto, afirmou que o órgão concedeu a licença de instalação correspondente a mais de 500 km, mas teve que suspendê-la porque a Valec, estatal responsável pela construção de ferrovias, não conseguiu seguir o Plano Básico Ambiental.
 O fato desagradou bastante o secretário estadual de Indústria e Comércio, James Correia. “Se a Valec não tem capacidade de coordenar a Fiol, admita. A Fiol é a maior que ela tem, a única ferrovia que já nasce superavitária. E não dá para imaginar que tudo fique emperrado por incompetência. Está na hora de a Bahia brigar pela presidência da Valec”, protestou. A coluna destaca ainda que, após um ano e meio de iniciadas, as obras da Fiol estão somente 5% prontas
Em 24 de abril passado foi publicado no Portal da Copa matéria sobre as obras da Arena da Fonte Nova com o seguinte titulo e informações:
Obras na arena chegam a 59% e instalação da cobertura é antecipada
Consórcio divulga números atualizados das obras do estádio baiano, que alcança 95% da montagem da superestrutur
O avanço físico da construção da Arena Fonte Nova, em Salvador, já é superior a 59%, segundo divulgou o consórcio construtor nesta quarta-feira (25.04). A instalação da cobertura, que estava prevista para maio, foi antecipada para abril e três módulos da estrutura metálica, no setor leste da arena, já foram colocados. Toda a estrutura metálica e cabos de aço da cobertura estão na capital baiana, o que representa um avanço significativo para esta etapa da obra.
O estádio busca ser incluído na Copa das Confederações de 2013 e receberá nesta quinta-feira (26.04) uma visita técnica de representantes da FIFA e do Comitê Organizador Local (COL) para a vistoria do andamento das obras. Ao todo, três mil operários trabalham em dois turnos no empreendimento. A montagem da superestrutura da arena passa dos 95% de execução.

Consórcio Arena Fonte Nova
Consórcio Arena Fonte Nova#
Atualmente, estão sendo executados os serviços de montagem da superestrutura da arena, com a colocação de pilares, vigas e lajes. Também já foram iniciadas as instalações elétricas nos primeiros pavimentos. A obra avança ainda na construção dos acessos às rampas laterais e na fundação do edifício garagem. Este mês também já foram iniciadas as instalações elétricas nos primeiros pavimentos. Ao todo, serão utilizados na obra 45 mil m³ de concreto, sendo 14 mil m³ em peças de pré-moldados e 31 mil m³ em peças moldadas no próprio canteiro de obras.
»Demolição: 100% concluída.
»Reciclagem: 100% concluída.
»Terraplanagem: 100% concluída.
»Fundações: 100% concluído.
»Superestrutura (pilares,vigas, lajes e arquibancadas): mais de 95% concluído.
Próximas etapas
»Julho / 2012 – início da fase de acabamento;
»Outubro / 2012 - previsão de início da instalação dos assentos;
»Outubro / 2012 – previsão de início da instalação do campo de futebol.
Projeto
Serão 50 mil assentos cobertos, distribuídos em três níveis de arquibancadas, além de 70 camarotes, restaurante panorâmico, com vista para a arena e para o Dique do Tororó, e cerca de duas mil vagas de estacionamento. Sua estrutura abrigará também sala de imprensa, quiosques, elevadores, sanitários e espaço cultural. A área total do terreno, que tem aproximadamente 116 mil m², possui 90 mil m² dedicados à arena multiuso, além da área de hospitalidade e do edifício garagem

terça-feira, 1 de maio de 2012

A vida social atual, a educação e a posição da mulher na escolaridade

A economia registra que em 2010, 32,7% da população recebiam até 1 (um) salário minimo de rendimento de trabalho e que as pessoas de carteira assinadas eram 63,9% dos empregados e que a sociedade praticava uniões consensuais em torno de 36,4% e que por questões da mulher ter melhorado em muito sua capacidade em escolaridade provocou uma queda na fecundidade na última década em torno de 20,1%.

Tudo isso levou ao país a uma considerável melhora nos percentuais de nível de instrução, muito embora ainda hoje esse nível ainda seja baixo haja vista que 50,1% são sem instrução ou com fundamentos incompletos.

A escolaridade da mulheres é mais alta que a dos homens, talvez em decorrência dos hábitos culturais de que o homem tem que trabalhar mais cedo e as mulheres trabalhadoras tem 52% com 11 anos ou mais de estudos isso considerando pesquisas realizadas com abrangência aos anos de 2003 e de 60% em 2008.

As mulheres são maioria com 56% das matriculas hoje nos cursos de graduação e pós-graduação em todo país;
As mulheres com 62% de ocupação dos cargos administrativos em empresas privadas; muito embora em cargos de gerente geral e presidente dessas organizações tem apenas 16% .

A vida da população brasileira de uma forma geral melhorou, muito embora ainda haja uma grande desigualdade quando o assunto em pauta foca as regiões brasileiras, pois os percentuais de domicílios por exemplo com micro computadores no Sudeste é de 48% e no Nordeste de 22,1% e o desnível cresce de forma muito acentuada quando a comparação é com o Norte do país.

A Educação é um dos vetores de maior importância para o desenvolvimento e o progresso de qualquer nação e pelo que pode se observar as mulheres estão colaborando de forma decisiva para a melhoria do índice educacional do país e nos últimos anos as mulheres tiveram ganho real de 13,5% no rendimento de trabalho enquanto os homens apenas 4,1%

Em breve voltarei sobre o assunto com outros dados e detalhes.

Dados IBGE 2010.

Portos e seus futuros investimentos

Portos bilionários


Plano de concessão à iniciativa privada será anunciado em breve pelo governo. Terminais terão investimentos de R$ 31 bi
Danilo Fariello

O PORTO do Rio vai receber R$ 1 bilhão, principalmente para expansão de dois terminais de contêineres e um de veículos. No Estado, recursos somam R$ 7,5 bilhões

O governo federal está prestes a promover uma nova abertura dos portos brasileiros. O marco regulatório abrirá espaço para concessões e licitações de terminais, que receberão R$ 31 bilhões em investimentos privados, segundo previsão da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O objetivo é aumentar a eficiência e a rentabilidade das operações portuárias no litoral brasileiro, resolvendo um dos principais gargalos ao crescimento sustentado. Do total, o Rio receberá uma fatia
substancial nos próximos cinco anos: R$ 7,5 bilhões.

O Plano Nacional de Política Portuária (PNLP), cuja preparação foi revelada pelo GLOBO em março, está pronto, dependendo apenas de aprovação do Palácio do Planalto para ser anunciado. O foco dessa mudança estrutural é o comércio exterior, uma vez que mais de 95% das exportações brasileiras em volume utilizam navios como meio de transporte. A via marítima foi a escolhida como porta de saída para 521 mil toneladas de produtos e US$ 215 bilhões em 2011.

No programa, está prevista também a aplicação de R$ 6 bilhões em investimentos federais até 2014. A esse valor, serão somadas as quantias de outorga para renovar concessões de 98 terminais em operação desde antes de 1993, cujos contratos já começaram a vencer neste ano. Por esses terminais, passam 32% da carga brasileira. A expectativa é de que os leilões ocorram ainda este ano.

Terminais públicos perto da saturação

O governo entende que os 36 portos públicos estão próximos da saturação, sendo que alguns estão já saturados. Na visão do Palácio do Planalto, os mais de R$ 3,5 bilhões do Plano Nacional de Dragagem previsto no PAC e no PAC2 não têm sido acompanhados de melhorias necessárias na infraestrutura nos portos.

Assim como ocorreu com aeroportos, o PNLP prevê, a curto prazo, pelo menos três concessões de portos à iniciativa privada, com regras já definidas, além de outras no longo prazo.

- Temos uma minuta de resolução pronta com um novo marco regulatório de concessões, que está sob avaliação da Casa Civil. Na hora que o governo decidir que vai fazer concessões, estaremos prontos para isso - diz Pedro Brito, que é diretor da Antaq e ex-ministro da Secretaria Especial dos Portos (SEP).

Rio e Santos fora da lista

A escolha das primeiras concessões depende dessa decisão do Planalto. O mais provável é que o novo porto de Manaus, que desperta o interesse de potenciais investidores, entre nessa lista. A Antaq já tem o edital do leilão pronto. Outros portos novos a serem concedidos seriam no Espírito Santo e no sul da Bahia, atendendo pedidos dos governos desses estados. Também deve entrar nesse primeiro
grupo o porto de Imbituba (SC), único já administrado por iniciativa privada no país, mas cuja concessão vence este ano, segundo a Antaq. Os maiores portos, como Rio e Santos, estão fora da lista dos que podem ir a leilão no futuro. - Temos de ser práticos. Por que fazer a concessão do Porto de Santos ou do
Rio, se eu tenho uma necessidade hoje de ter um terminal maior de contêineres em Manaus, que posso licitar e tenho interessados? - disse uma fonte do governo.

Além das concessões, os portos administrados pelo governo federal devem passar por um choque de gestão para se tornarem autossustentáveis financeiramente. O PNLP vai impor metas rígidas de retorno para os 18 portos de médio e grande portes administrados pelas sete Companhias de Docas regionais, que são empresas estatais.

Mudança mais drástica, porém, será determinada aos 16 portos cuja gestão é delegada a estados e municípios. Os administradores desses portos são indicados pelos governos regionais e, por isso, costumam atuar com independência em relação ao governo federal, o que estimula uma concorrência prejudicial para o projeto de desenvolvimento nacional.

Na semana passada, o ministro Leônidas Cristino, da SEP, convocou os presidentes desses portos delegados e anunciou um acompanhamento mais próximo no planejamento e uma cobrança periódica de resultados. Entre os portos delegados, há alguns estratégicos para a logística do país, como Paranaguá (PR), Rio Grande (RS) e Itajaí (SC). Nesses 16 portos, a gestão agora será compartilhada entre os governos regionais e o federal.

No Rio, do total de R$ 7,5 bilhões previstos, quase R$ 2,9 bilhões referem-se a investimentos da empresa LLX, controlada por Eike Batista, no porto de Açu, em São João da Barra. Em Itaguaí, são R$3,2 bilhões previstos, sendo R$ 1,5 bilhão para o arrendamento de um terminal de granéis sólidos especializado em minério de ferro na chamada Área do Meio. Já está em construção em Itaguaí o terminal Porto Sudeste, orçado em R$ 1,2 bilhão. O restante refere-se a uma instalação para escoar minério de ferro da CSN, com investimentos estimados em R$ 460 milhões.

Petrobras terá terminal exclusivo

Para o porto do Rio está previsto quase R$ 1 bilhão, principalmente na expansão de dois terminais de contêineres e um de veículos. Nos próximos dias, o Tribunal de Contas da União (TCU) deve aprovar a licitação de um novo terminal de uso exclusivo da Petrobras, no valor de R$ 115 milhões.

Fora da conta dos R$ 7,5 bilhões ainda existem os projetos de novos terminais da Gerdau e da Ferrous Resources, empresa australiana que extrairá minério de Minas Gerais e deverá usar o porto de Itaguaí para escoar a sua produção.

Além desses investimentos em cargas, há o terminal de passageiros que deverá ser ampliado no Píer Mauá. A estimativa é de que serão gastos R$ 45,6 milhões pela Antaq apenas no arrendamento para melhorar a recepção de turistas na Copa do Mundo
MDefesa/O GLOBO

Fifa avalia positivamente andamento das obras da Arena Fonte Nova


Fifa deve anunciar as sedes da Copa das Confederações até junho deste ano



Engenheiros, técnicos e consultores internacionais da Fifa e do Comitê Organizador Local (COL) fizeram uma avaliação positiva das obras da Arena Fonte Nova após a vistoria realizada na manhã desta quinta-feira (26) no local. A delegação, composta por oito membros, fez um sobrevoo de helicóptero por Salvador e uma visita guiada ao estádio. O resultado da observação será consolidado em um relatório, que será enviado para as autoridades da Fifa, avaliando a possibilidade de Salvador sediar jogos da Copa das Confederações, em 2013. A previsão é de que a Arena Fonte Nova seja concluída em dezembro deste ano.


Durante a tarde, o grupo se reuniu, no Gran Hotel Stella Maris, com o governador Jaques Wagner, secretários estaduais e municipais e representantes da Fonte Nova Negócios e Participações. No encontro, a delegação do COL assistiu a uma apresentação técnica do andamento da obra.


“Constatamos que os trabalhos continuam e a obra já está chegando a seu último nível. Agora, vamos fazer um relatório para Fifa relatando tudo que vimos aqui. São eles que vão definir se Salvador também será sede da Copa das Confederações”, afirmou o diretor do escritório da Fifa no Brasil, Fulvio Danilas.



Avanços



O diretor executivo operacional do COL, Ricardo Trade, afirmou “estar impressionado” com os avanços na construção do estádio que sediará os jogos da Copa de 2014. De acordo com Trade, na visita à Arena foram avaliados o cumprimento do cronograma das obras, as etapas construtivas e as formas que estão sendo feitas para antecipar as fases seguintes.

“Tudo isso nos deu uma ideia muito boa de que estão no caminho certo. O progresso da Fonte Nova e o empenho do Governo do Estado são passos importantes no caminho para que se chegue a uma decisão favorável a Salvador”, enfatizou Trade. A previsão é que até o final de junho a direção da Fifa divulgue a entrada ou não de Salvador na Copa das Confederações.



Estádio é o primeiro a instalar a estrutura metálica da cobertura



O que mais impressionou os engenheiros e técnicos da Fifa durante a vistoria foi a antecipação da estrutura metálica da cobertura do estádio, tornando a Arena Fonte Nova o primeiro estádio brasileiro a realizar a instalação da estrutura, prevista inicialmente para maio, mas começou este mês. No total, 59% das obras da arena já foram concluídas.


Atualmente, estão sendo executados também os serviços de montagem da superestrutura da arena, com a colocação de pilares, vigas e lajes, e colocadas as vigas jacarés (que apoiam as arquibancadas), e em fase avançada a instalação das arquibancadas. A montagem da superestrutura já passa dos 95% de execução.


Para o governador Jaques Wagner, todos os esforços a fim de avançar nas obras do estádio, cumprindo o cronograma da Fifa, possibilitam que a capital baiana se torne uma das sedes da Copa das Confederações de 2013. “Com essa visita técnica, demos mais um passo para o evento. Não há definição, mas estamos na expectativa. Mostramos tecnicamente a evolução da obra e queremos provar que Salvador reúne as condições técnicas de estar na Copa das Confederações”.



Fonte: SECOM/ARENA FONTE NOVA



A Constituição não é cumprida... e nada acontece. É dificil acreditar em seriedade e nas leis vigentes.

País arca com 4 mil salários acima do teto
Adriano Villela REPÓRTER
Publicado na Tribuna da Bahia



Dos 6.818 servidores do Congresso Nacional, 1.588 ganham acima de R$ 26,7 mil mensais, o teto do funcionalismo segundo a Constituição Federal.

Aproximadamente 23% dos servidores da Casa extrapolam o limite constitucional. A informação é da revista Congresso em Foco, com base em dados do site de mesmo nome.

Segundo levantamento do veículo, cerca de 4 mil servidores, nos três poderes, ganharam supersalários.

O Congresso em Foco informa que entre julho de 2010 e junho de 2011, 15 servidores do legislativo acumularam ganhos entre R$ 360 mil e R$ 764 mil.

A relação é liderada pela funcionária Sarah Abrão, que acumulou uma renda de R$ 764.962, correspondente a uma renda mensal de R$ 57.515,9, já incluindo na conta 13º e 1/3 de férias, isto é, os benefícios do cidadão comum.

Outro integrante da lista é o ex-diretor geral do Senado, Agaciel Maia, envolvido no escândalo dos atos secretos. Ele perdeu o cargo, mas permanece como servidor, condição que lhe conferiu um ganho mensal médio de R$ 27.066.


“A questão do controle do teto passa por uma rigorosa fiscalização e por uma vontade política de se controlar e por um sistema remuneratório realista”, disse o procurador do Tribunal de Contas da União Marinus Marsico, em entrevista ao site.

 Após levantamentos próprios, do TCU e da mídia, o Congresso em Foco encontrou ainda 10.69 supersalários no Executivo e 1.331 no Judiciário