sexta-feira, 16 de março de 2012

Aumentam investidas para fornecer caças ao Brasil Agência Estado



O anúncio feito em fevereiro de que a Índia escolheu os caças franceses Rafale para equipar sua Força Aérea, alimentando a possibilidade de que isso reduza o preço do pacote oferecido ao Brasil, favorecendo a sua escolha também pelo governo brasileiro, fez com que reacendessem as investidas dos demais concorrentes ao País.






Depois de a Boeing, fabricante do avião norte-americano F-18, anunciar a abertura de um escritório em Brasília, e da visita de várias autoridades ao país, hoje, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, visitou o ministro da Defesa, Celso Amorim. Ainda hoje, Amorim recebeu também o presidente do Parlamento do Reino da Suécia, Per Westberg, cujo país é fabricante do caça Gripen, outro concorrente. O ministro da Defesa já sinalizou que a intenção do governo é anunciar a escolha do modelo a ser comprado até o meio do ano.






Ao sair da audiência com Amorim, Thomas Shannon, disse que a decisão do governo norte-americano de suspender o contrato de US$ 355 milhões para a aquisição de 20 aviões Super Tucano da Embraer, não está vinculada à concorrência para a compra dos caças do projeto FX. "A decisão de suspensão foi tomada em função de problemas internos da Força Aérea dos Estados Unidos. Não tem nada a ver, não tem qualquer vinculação com a compra do F-18. São questões separadas", declarou, repetindo discurso de outras autoridades norte-americanas feitas desde a suspensão do processo nos Estados Unidos.






"A suspensão não tem nada a ver com a Embraer ou com o Super Tucano, que é um excelente avião e nós temos todo o interesse nele", afirmou o embaixador, ressaltando que o projeto ainda será reaberto.






Já o representante do parlamento sueco, aproveitou o encontro com Amorim, para informar que o caça Gripen NG, que está na disputa do projeto FX no Brasil, poderá ter seu preço ainda mais reduzido, agora que o avião sueco foi selecionado pela Suíça para ser seu futuro caça. Os suíços optaram pela compra com desenvolvimento de projeto, a exemplo do que foi ofertado ao Brasil.






"A intenção é de aproveitar a visita ao Brasil para apresentar as novas oportunidades de parceria com a indústria brasileira que o projeto pode oferecer, inclusive com melhores condições financeiras", disse o representante da Saab
Marcelo Guimarães Filho retorna à presidência do Bahia

Valéria Ibalo -Tribuna da Bahia



Retorna à presidência do Esporte Clube Bahia, o presidente Marcelo Guimarães Filho. O mesmo desembargador que cassou a liminar impetrada pela oposição no ano passado, Gesivaldo Nascimento Britto do Tribunal de Justiça da Bahia, concedeu um efeito suspensivo sobre a decisão do juiz Paulo Albiani, que, em sentença, destituía a diretoria tricolor na última quarta-feira (14).



Marcelo disse que "Agora está tudo de volta ao normal. Vamos tomar pé da situação. Quero saber como estão as coisas dentro do clube".



O vice-presidente jurídico do Tricolor, Ademir Ismerim, conformou a informação via Twitter. "Acabou a agonia liminar do Bahia deferida MGF volta a Presidência. BBMP", escreveu o advogado, que protocolou a ação contra a decisão do juiz Paulo Albiani

Copa do Mundo 2014: Equipe da IMG World está em Salvador para fazer documentário sobre a cidade





Representantes da Secopa-BA acompanharão de 16 a 23 de março o assistente de produção, Richard Milway, e um cameraman da IMG World que estão em Salvador para capturar imagens dos pontos turísticos da cidade, do futebol baiano e da obra da Arena Fonte Nova. A empresa está produzindo para a FIFA programas mensais sobre as sedes brasileiras da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014.

Hoje eles acompanharam o treino do Esporte Clube Vitória, no Barradão. Amanhã (17.03), a equipe estará no Fazendão para filmar o treino do Esporte Clube Bahia. No domingo (18.03), as imagens capturadas serão a do clássico BA x VI, no Barradão. Na próxima semana, eles filmarão a cidade e a obra da Arena Fonte Nova.

Ascom Secopa
16.03.12

quinta-feira, 15 de março de 2012

Lerdeza, falta de postura administrativa e de prestigio ou afinal o que é que acontece com as obras para a Bahia?


A construção da Estação Marítima do Porto de Salvador se não bastasse o atraso, ainda acontece que após a divulgação da empresa vencedora da licitação a Cromo Engenharia, tem uma sua concorrente, a Axxo ingressado na Justiça inconformada com o resultado.

A " coisa " funciona assim: demora para pensar, para elaborar os planos, os projetos, para licitar e o tempo correndo.
Deus do céu essa gente parece está sempre dizendo: não tenho tempo para nada. como poder resolver tantas necessidades?
Em tudo planejar é preciso.
O sucesso é saber usar o tempo, acabar com a burocracia que leva a corrupção e ao retardamento de decisões importantes.
Salvador necessita de obras para crescer e se transformar numa bela cidade para se viver bem.
Acorda gente, deixe a politica de lado e trabalhe para o povo que os elegeu como seus representantes numa democracia necessitada de ajustamentos para um país melhor.
Com a lentidão da justiça certamente o que já estava com grande atraso, vai sofrer muito mais.
Que diferença de obras que são realizadas na China e Japão por exemplo.
É dose ter de conviver com a postura  do não tenho tempo para nada.
Gente, o tempo é o periodo que existe para realizarmos as coisas, os empreendimentos e as tomadas de posição de nossa própria vida.
Basta de marasmo, inércia ... vou parar por aqui.

Quede o resultado da licitação da Ponte de Ilhéus?

Qual empresa vencedora da licitação - concorrência nº 065/2011 _ DERBA/CEL que tinha abertura prevista para janeiro deste ano?
O objeto dessa licitação era a contratação de empresa especializada em consultoria para elaboração dos projetos finais de engenharia para a Ponte Estaiada de Ilhéus ao Pontal e o seu sistema viário de acesso.
Quais as noticias mais recentes sobre o assunto?

Novo ciclo de desenvolvimento para a Bahia

“Não falta dinheiro para projetos inovadores”. A afirmação é do secretário do Planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, durante a aula inaugural ministrada, nesta quinta-feira (15), na Faculdade de Economia da Universidade Federal da Bahia (Ufba).



Segundo Gabrielli, a Bahia precisa ser criativa para aproveitar os recursos disponíveis e que não carecem de investimento estatal. “Os investimentos privados planejados para o Estado entre 2012 e 2015 já superam os R$ 75 bilhões”, destaca.



O titular da pasta do Planejamento ressalta ainda que é fundamental trazer o capital financeiro para o estado e que os desafios estruturais devem ser vistos como oportunidades para o desenvolvimento. “Precisamos trabalhar considerando as limitações da infraestrutura, a exemplo da questão energética. Sem energia não tem crescimento, desenvolvimento e inclusão social. É um desafio, mas temos alternativas regionais, como a energia eólica e solar”, afirma.



Uma boa notícia para os baianos é que a Bahia anualmente fortalece o seu potencial no segmento de energia renovável. Nos leilões de energia realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre os anos de 2009 e 2011 ficou assegurado a implantação de 57 parques eólicos nos próximos anos, totalizando um investimento de R$ 6,5 bilhões.



Ordenamento

De acordo com o secretário, devido ao volume expressivo de investimentos no entorno da Baía de Todos-os-Santos (BTS) até 2015, as relações entre as cidades do entorno serão reconfiguradas e será necessário elaborar um plano diretor. “Terá início a construção da ponte Salvador-Itaparica, um estaleiro de alto porte em Maragogipe, um terminal de regaseificação, além da expansão da atividade portuária”, diz.



Apenas a implantação do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, que é voltado para a construção e integração de unidades offshore, como plataformas, navios especializados e unidades de perfuração, injetará na economia baiana R$ 2 bilhões.
 A demanda por mão de obra está estimada em 3 mil empregos diretos durante a construção e 5 mil após o início da operação do estaleiro, além de 10 mil indiretos.



Nova estratégia

Com o esgotamento da guerra fiscal como estratégia para a atração de empresas e uma nova divisão internacional do trabalho, centrada na China, os rumos da economia brasileira e baiana foram alterados. Hoje, segundo o assessor chefe da Seplan, Antônio Alberto Valença, que também fez uma apresentação para os estudantes, a estratégia da Bahia aproveita a janela de oportunidades das commodities e expande o mercado interno, tendo em vista o lema repartir para crescer.



De acordo com Valença, a estratégia prevê a redução do custo Bahia com novos investimentos em logística e energia, atração de projetos de mineração, fortalecimento do agronegócio e reestruturação do significado da política de adensamento de cadeias.



Já para sustentar a competitividade da indústria baiana diversas frentes são necessárias, a exemplo do apoio a inovação tecnológica e renovação do capital fixo, capacitação para o trabalho, democratização no acesso ao crédito, bem como a universalização dos serviços sociais (saúde, educação, segurança) como vetores de desenvolvimento.


Vamos lembrar? - Arquipélago é o conjunto de ilhas localizado em certas regiões de mares ou lagos

Pará sua beleza e suas riquezas... O arquipélago fluviomarinho tem 50 mil km2 e seu território é maior que os países da Holanda e Suíça, entre outros, tem 12 municípios e a ilha de Marajó a maior delas dista de Belém, a capital do Pará 30 minutos de avião, aproximadamente Salvador a Ilhéus e em torno de 3 horas náuticas.

Marajó possui o maior rebanho de búfalos do Brasil e os domesticados servem de montarias, inclusive para batalhões de policia montada da PM.

E quem ainda não se deliciou com o queijo de búfala?

O inverno amazônico abrange o período de janeiro a maior com a incidência de fortes chuvas.

Quer saber mais ? Faça uma pesquisa e saiba mais sobre a beleza e riquezas de nosso país.

Lula faz ou não falta a Dilma?

Para analistas, Lula faz falta a Dilma


SÃO PAULO. Sem poder contar com a experiência do ex-presidente Lula, fora de cena devido ao tratamento contra o câncer, a presidente Dilma Rousseff sofre para afinar a relação com sua base no Congresso, avaliam cientistas políticos. Segundo eles, é cedo para prever se a mudança dos líderes na Câmara e no Senado dará resultado.

- Acho que o Lula faz falta. Poderia dar algumas sugestões. Tudo indica que volta e meia ela vai a São Paulo fora de agenda para conversar com ele - diz David Fleischer, professor emérito da Universidade de Brasília (UnB).

Fleischer acha que ela "mexeu com uma caixa de marimbondo" ao trocar Romero Jucá (PMDBRO) por Eduardo Braga (PMDB-AM), na lideranças no Senado, e tirar poder do grupo de Renan Calheiros (PMDB-AL) e José Sarney (PMDB-AM).

Maria do Socorro Braga, professora de ciência política da Universidade Federal de São Carlos, diz que falta experiência a Dilma nas negociações.

- Lula trata mais pessoalmente. Tem traquejo para a comunicação, e essa comunicação talvez falte à presidente.

Para o cientista político Amaury de Souza, Dilma está testando uma nova forma de relação com o Congresso e parece disposta a reduzir o tamanho da base.

- Ela está procurando dentro dos partidos uma base mais sólida, mais confiável e está vendo se encontra isso nos grupos dissidentes (das próprias legendas).
Secretário Ney Campello inspeciona obra da Arena Fonte Nova



O Secretário Estadual da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, Ney Campello, realizou ontem (14.03), juntamente com o Coordenador Executivo de Projetos da Secopa, Paulo Marcos, e a Coordenadora de Infraestrutura e Operações da Secopa, Adriana Diniz, uma visita a obra da Arena Fonte Nova.



Durante a visita, o Secretário constatou a evolução da edificação da obra que já está concluída em 54%. “A evolução da obra nos surpreende positivamente a cada dia, ao mesmo tempo temos a convicção que o prazo de entrega do equipamento será mantido. A obra sem dúvida está entre as duas primeiras do País” , declarou.



Participaram também da vistoria o diretor de engenharia da Arena Fonte Nova, José Luiz Góes, o diretor de marketing da Arena Fonte Nova, Lino Cardoso, entre outros representantes.

Via Expressa, seu projeto e a pergunta: o que falta ser construido?

VIA EXPRESSA BAÍA DE TODOS OS SANTOS


Extensão - 4.297 m

Percurso - Porto de Salvador / Br-324

Trajeto - Água de Meninos, Ladeira do Canto da Cruz, Estrada da Rainha, Largo dois Leões, Av. Heitor Dias, Rótula do Abacaxi, Ladeira do Cabula e Acesso Norte (Br-324).

Faixas – 10 faixas de tráfego, sendo 6 para tráfego urbano e 4 exclusivas para veículos de carga.

Túneis (03) - 370m

Elevados (14) - 4.142 m

Pista de Rolamento - 23.225 m

Passarelas – (4)

Ciclovia - 3.200 m

Passeio - 35.500 m²

O que falta ser construído e quando será finalizada a obra?

NOTÍCIAS - Infraestrutura

Obras da Via Expressa devem receber mais recursos



O secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, pediu ao diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Jorge Fraxe, a liberação de mais recursos para as obras da Via Expressa, em Salvador. São R$ 20 milhões para as desapropriações necessárias ao andamento da Via e R$ 18 milhões para a construção de quatro passarelas no percurso. Além desses valores, a reunião, realizada quarta-feira (14), em Brasília, tratou da aprovação do termo aditivo do convênio, no valor de R$ 50 milhões.



O diretor-geral do Dnit afirmou que a Via Expressa é um dos compromissos do órgão com a Bahia e que, até o final deste mês, encaminhará ao Governo do Estado uma definição sobre o aporte de recursos.



Costa confirmou ainda as demandas para a recuperação do pavimento da Rodovia Jorge Amado, entre os municípios de Ilhéus e Itabuna, e a duplicação da BR-101, no sul da Bahia. De acordo com o secretário, a audiência proporcionará ganhos efetivos ao estado. “Temos o compromisso do diretor-geral do Dnit. A expectativa é que os recursos saiam em breve”.



A reunião contou também com a presença do secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Cícero Monteiro, do presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder), Milton Villas-Boas, e do diretor-geral do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), Saulo Pontes.



AGECOM

quarta-feira, 14 de março de 2012

Cadê a licitação do Metrô ? Salvador precisa de mobilidade urbana, e já.

NOTÍCIAS - Saúde

Hospitais Ana Nery e Roberto Santos oferecem novos serviços à população


Os hospitais Ana Nery e o Roberto Santos passam a oferecer novos serviços à população baiana, em especial à que reside em Salvador. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, inauguraram nesta quarta-feira (14) a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) cirúrgica e a Unidade de Hemodinâmica do Hospital Geral Roberto Santos, no bairro do Cabula. De acordo com a diretora Delvone Almeida, a UTI começará a funcionar em, no máximo, duas semanas.


De lá, a comitiva seguiu para a inauguração do setor de bioimagem do Hospital Ana Nery, um serviço avançado de ressonância magnética. Segundo Solla, o Ana Nery tem hoje o que há de melhor em equipamentos na área de diagnóstico por imagem em cardiologia.


AGECOM

Economia - Industria e Comércio

 Veracel em Eunápolis será duplicada Investimentos deve ficar em torno de R$ 4 bilhões

Os jornais publicam hoje a autorização do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) para a Veracel duplicar sua fábrica em Eunápolis. É mais uma expressiva injeção de dinheiro na economia baiana: algo em torno de R$ 4 bilhões. O secretário James Correia (Indústria e Comércio) festeja: - Esperamos dois anos por essa liberação, mas valeu. A Bahia ganha uma nova cara. A celulose, o produto da Veracel, é o top de linha das exportações baianas.

Fonte: Jornal A Tarde

Economia

Suzano Papel e Celulose comemora 20 anos


A Unidade Mucuri da Suzano Papel e Celulose comemorou ontem 20 anos. O projeto iniciou-se em parceria com a Companhia Vale do Rio Doce na década de 80 e, ao longo dos anos, tornou-se a maior unidade integrada produtora de celulose e papel da companhia, transformando a região onde está instalada em um dos polos de desenvolvimento econômico mais importantes do Estado da Bahia.

Inicialmente aldeia dos índios Aimorés, Mucuri tornou-se vila de pescadores e foi elevada à categoria de município em 1931. Antes da implantação da fábrica, a cidade tinha entre dois e três mil habitantes, com incipiente infraestrutura urbana e de serviços e economia baseada no pequeno comércio, na pesca e no turismo de veraneio.
Com a chegada da fábrica, o perfil econômico da região mudou radicalmente. Atualmente, Mucuri e os municípios próximos apresentam melhoria nas condições materiais e na qualidade de vida da população local.

No início dos anos de 1980, a Suzano já era uma das principais empresas do setor de papel e celulose do Brasil, contando com um grande parque industrial em São Paulo que, no entanto, era insuficiente para atender à demanda crescente.

A parceria com a Vale representou, assim, a união de desejos e de oportunidades entre as duas empresas. Em outubro de 1985 surgiu o projeto da Bahia Sul Celulose: 45% de participação da Vale e 55% da Suzano e tiveram início os trabalhos para sua implantação.

O local escolhido para a fábrica foi o município de Mucuri, então uma vila cercada de fazendas.

Publicação: Tribuna da Bahia

http://www.comunicacao.ba.gov.br/

terça-feira, 13 de março de 2012




Codeba publica vencedora da licitação

A Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) publica hoje (29/02), no Diário Oficial da União, o resultado da licitação para contratação da empresa responsável pela execução das obras destinadas à implantação do Terminal Marítimo de Passageiros e Receptivo Turístico do Porto Salvador. A vencedora foi a Chroma Construções Ltda., que apresentou a proposta com o menor valor global de R$ 30.218.499,70. O processo se encontra em fase recursal, conforme estabelece a Lei 8.666/93.



Os recursos para a construção do novo Terminal estão previstos no PAC da Copa, sendo que o valor estimado era de R$ 32.150.026,30. “O resultado do processo licitatório representa uma economia para a administração pública de mais de dois milhões de reais”, ressalta o diretor presidente da Codeba, José Muniz Rebouças. O prazo para execução da obra será de 12 (doze) meses corridos, contados a partir da data estabelecida na Ordem de Serviço, prevista para ser assinada até o final deste mês.



“Na Copa das Confederações e na Copa do Mundo, respectivamente, nos anos de 2013 e 2014, o Porto de Salvador terá o novo Terminal Marítimo de Passageiros e Receptivo Turístico”, afirma José Rebouças. “A futura estação de passageiros é um tributo à cidade do Salvador e aos turistas, sendo um impacto positivo no processo de revitalização do bairro do Comércio e, ainda, representa uma contribuição para a consolidação da Bahia como um dos mais importantes pólos turísticos do País”, acrescentou.



Autor/Fonte: Assessoria de Comunicação

NOTÍCIAS - Sugestão de Pauta

Ministro inaugura novos serviços nos hospitais Ana Nery e Roberto Santos



O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugura, nesta quarta-feira (14), em Salvador, os novos serviços de UTI cirúrgica e Hemodinâmica do Hospital Roberto Santos, às 16h, e de bioimagem e ecocardiografia do Hospital Ana Nery, às 17h. O secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, participa das solenidades.



O Ana Nery, referência no atendimento nas áreas de Cardiologia (Clínica e Cirúrgica), Nefrologia (Hemodiálise e Transplante), e Cirurgia Vascular, diponibilizará o Serviço de Ressonância Magnética de 1,5 Tesla e uma nova máquina de ecocardiografia com perfil avançado para análise cardiovascular. O novo equipamento possibilitará não só diagnósticos mais acurados como também avaliação pré, intra e pós-operatória de cirurgia cardíaca, inclusive fornecendo informações preciosas para o cirurgião cardíaco através de imagens tridimensionais.



No Roberto Santos, serão entregues a UTI Cirúrgica e a unidade de Hemodinâmica. Durante a visita, o ministro anuncia medidas para aprimorar a gestão do hospital, que faz parte dos 11 prontos-socorros do país considerados prioritários. O ‘S.O.S Emergências’ prevê a qualificação e a ampliação do acesso aos serviços de urgência e emergência no Sistema Único de Saúde (SUS).

agecom

segunda-feira, 12 de março de 2012

Cabral Mineração vai investir US$ 2,2 bi em exploração de minério de ferro

NOTÍCIAS - Mineração





O governo da Bahia e a empresa Cabral Mineração assinaram, nesta segunda-feira (12), Protocolo de Intenções para a exploração de minério de ferro na região de Brumado, com investimentos estimados no valor de US$ 2,2 bilhões.
 O projeto inclui a construção de uma unidade no município de Livramento de Nossa Senhora para fabricar concentrado de ferro com capacidade de produção de 15 milhões de t/ano.
 O mercado chinês será o principal consumidor do produto fabricado no Brasil, utilizado em empresas siderúrgicas para a produção de aço.



A Cabral Mineração é uma subsidiária da empresa australiana Cabral Resources e esse é o primeiro investimento da multinacional fora do seu país de origem. Segundo Bruno Ribeiro, diretor da empresa no Brasil, a escolha do País foi uma combinação de vários fatores. “Levamos em consideração a geologia, o interesse do governo brasileiro, que apoia os investimentos em mineração, e o risco soberano baixo.
O Brasil é um país forte e aqui sabemos que nosso negócio está seguro”, afirma Ribeiro.



A unidade, que deve gerar aproximadamente 850 empregos diretos, deve começar a produzir até o final de 2015. A mineradora está prestes a iniciar a fase de sondagens, quando a empresa dimensiona com maior precisão a reserva de minério existente. “Cada protocolo assinado é uma nova aposta na promoção de empregos e no desenvolvimento de uma tecnologia moderna que intensifique o desenvolvimento do Estado”, afirmou o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia.



Quinto produtor brasileiro de bens minerais, a Bahia figura como o principal alvo de requerimentos de pesquisa no País.
 O Estado possui mais de 350 mineradoras, que geram um volume de quase 13 mil postos de trabalho, dos quais 11,4 mil estão no interior, especialmente na região do semiárido, onde a oferta de emprego é mais escassa.



Outros investimentos



Em Caetité, município no sudoeste do Estado, a Bahia Mineração (Bamin) descobriu uma mina com potencial produtivo de 398 milhões de toneladas de minério de ferro.
A empresa é responsável pelo maior investimento individual no Estado: US$ 2,5 bilhões nos próximos três anos. A empresa estima que a produção inicial do projeto, chamado Pedra de Ferro, será de 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, com início das operações a partir de 2014.



A Mirabela Mineração do Brasil, que explora níquel em Itagibá desde 2009, conta com 950 funcionários.
 A mina Santa Rita, onde a empresa opera, é a segunda maior de níquel a céu aberto no mundo e tem reservas de 159 milhões de toneladas.
 Esse volume deverá manter a empresa no local pelos próximos 23 anos. Antes da descoberta do níquel na região, a pecuária e o cacau eram as principais atividades econômicas de Itagibá e o município passava por situação financeira difícil.
A chegada da mineradora aqueceu a economia local, gerando empregos diretos e indiretos.

AGECOM

Política

Gabrielli promete dar novo fôlego às ações do governo

Osvaldo Lyra EDITOR DE POLÍTICA
Tribuna da Bahia
Empossado na última sexta-feira como secretário de Planejamento do Estado (Seplan), José Sérgio Gabrielli (PT) sinaliza que usará a experiência como ex-comandante da Petrobras para dar novo fôlego às ações do governo. Ele promete fazer pequenos ajustes nas prioridades da pasta, a exemplo do foco nas ações de curto prazo e na orientação sobre como o governo se antecipar e reduzir os impactos diante da crise internacional.

Gabrielli também pretende focalizar sua gestão para uma maior abertura com os segmentos empresariais, diversificando as fontes de financiamento com o setor privado. Na esfera política, Gabrielli diz acreditar que o deputado Nelson Pelegrino (PT) seja o novo prefeito de Salvador e descarta qualquer conversa sobre 2014.
Tribuna da Bahia - Há muita expectativa com a sua posse à frente da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan). Qual será sua linha de atuação?
José Sérgio Gabrielli - Eu venho integrar um time que está jogando, que está composto e que tem uma ação tática e estratégias já definidas. Aqui na Seplan, o que a gente vai fazer é um programa de continuidade com alguns ajustes, muito ligados ao perfil do gestor. Basicamente, alguns programas já definidos pelo secretário Zezéu Ribeiro serão mantidos, como programas de modernização e da gestão do PPA. As prioridades do PPA, a ação importante das políticas sociais, a dimensão espacial do desenvolvimento serão mantidas. Quais os ajustes que eu imagino que sejam necessários para a Seplan? Primeiro, dar um enfoque maior para produção em curto prazo da Seplan, ou seja, fazer da Seplan um organismo que possa antecipar problemas em curto prazo e orientar a ação do governo para diminuir os riscos diante da crise internacional. Segundo, acho que a gestão dos projetos existentes pode ser melhorada, tanto do ponto de vista do processo de gestão de projetos, visando uma maior integração entre a Seplan e as demais secretarias, como do ponto de vista de desenvolvimento de sistemas que controlem mais sistematicamente as ações do governo. Acho que nós temos possibilidade de expandir enormemente a questão da relação entre a ação nos territórios do Estado, do governo e dos movimentos sociais com a institucionalidade desses territórios, com a criação dos consórcios municipais e os consórcios públicos que permitam uma atuação conjunta com uma institucionalidade nova entre os municípios.
Tribuna - A qual projeto pretende dar prioridade?
Gabrielli - Eu acho que tem duas características importantes do desenvolvimento do Estado da Bahia. Uma característica do desenvolvimento da Bahia recente é que ele é muito puxado para o mercado interno. Você tem um processo de transferência de renda, de aumento do salário mínimo, de aumento do emprego formal, expansão da atividade do pequeno produtor, expansão do acesso das populações mais pobres aos serviços públicos. Isso criou um caldo de cultura que faz com que o desenvolvimento econômico nas cidades médias e pequenas seja crescente. Você observa o dinamismo das feiras, do pequeno comércio, você observa na descentralização do pequeno investimento, com a criação dos shopping centers, em função comercial nas cidades médias, portanto você começa a concluir que há um desenvolvimento descentralizado e importante no Estado. Vamos ver que isso faça com que as limitações da infraestrutura dessas cidades desapareçam mais rapidamente porque elas ficaram estagnadas por muito tempo. Mas isso não é o suficiente. Existem alguns projetos estruturantes maiores que permitem uma integração maior do Estado. A Ferrovia Oeste Leste, O Porto Sul, o Polo em Camaçari, a cadeia produtiva naval a partir do estaleiro criado em Maragojipe, o complexo de celulose e no Sul da Bahia, a possibilidade de você fazer programas de recuperação de aproveitamento hídrico na área do Raso da Catarina, redefinição das relações logísticas da Baía de Todos os Santos a partir da ponte e o setor viário Oeste. Com isso você tem um conjunto de ações no Estado, que são ações estruturantes que vão fazer dessa segunda década do Estado da Bahia um período de grandes transformações, ajudando a destravar o desenvolvimento do Estado.
Tribuna - O que o senhor acha que será o maior desafio dentro do governo?
Gabrielli - O primeiro desafio é o da mudança da cultura e a integração entre as ações do governo. Acredito que você pode melhorar muito a integração entre as ações dos órgãos do governo. Na medida em que você melhora essa integração você pode eliminar as superposições e aumentar a eficiência, pode vir a ter mais impacto final sobre o que destina essas políticas. O segundo desafio importante me parece que é a recuperação do profissionalismo do funcionalismo público, da renovação do funcionalismo público. Nós temos hoje um período longo sem concursos e sem renovação da força de trabalho no Estado, e é necessário que a gente comece a reprofissionalizar em termos de funcionários públicos. O terceiro elemento que eu acho é o momento de você diversificar fontes de financiamento. Você pode buscar novas captações de fonte de financiamento não só diretamente no Estado, mas principalmente fazendo a ponte entre o empreendedor e o financiador.
Tribuna - O senhor acredita que o empresariado deva ser chamado a ajudar a Bahia?
Gabrielli - Eu não tenho dúvida. Com o aquecimento do mercado interno que nós tivemos, as oportunidades que se abrem para empresas pequenas, médias e grandes nesse Estado são enormes. A possibilidade de articular projetos especiais, projetos inovadores é muito grande. O espírito empreendedor do empresariado baiano se perdeu um pouco nos últimos anos. Estimular a retomada dessa ação empreendedora significa que o empresariado pode assumir riscos e vai ganhar, é muito importante. O Estado pode atuar na ponta dos investimentos públicos, fazendo com que os investimentos públicos aumentem o impacto sobre a sociedade. Por exemplo, nós vamos falar sobre a Ferrovia Oeste Leste, que via ter estações ferroviárias. O que vai acontecer no entorno das estações ferroviárias? Não é o Estado que vai fazer as ações no entorno das estações ferroviárias, o comércio no entorno das estações ferroviárias, as pousadas, os restaurantes. Mas o Estado pode estimular isso. Você tem a rede de comunicação do Estado que é amplamente representada no Estado. Evidente que você não vai fazer com que essa rede de comunicação vá trabalhar para viabilizar a expansão na ponta, mas você pode criar mecanismos para que essa ponta seja feita pelo setor privado articulando recursos privados que possam financiar esse tipo de coisa. A atividade de intermediação, de articulação, de estruturação, de ajuda na formulação de projetos me parece que é uma atividade que pode ser feita e que pode dar um impacto grande no desenvolvimento da Bahia.
Tribuna - O perfil que o senhor vai tentar dar a partir de agora para a secretaria é mais gerencial? O senhor assumiria o perfil de gerente do governo, sendo o interlocutor entre as secretarias?
Gabrielli - Não diria que seja um perfil gerencial. Eu acho que a função do planejamento, necessariamente, é sistêmica, cuja principal função é articular as ações do Estado. Ela não tem função executora, mas as ações serão feitas pelas secretarias finalísticas. Sua principal função é articular a ação do Estado, dentro de um planejamento de longo prazo, uma ação de curto prazo. Ela não vai ser a gerente das outras secretarias, mas tornar apenas mais visível e identificar potenciais, sombreamentos e superposições que possam existir.
Tribuna - O senhor acredita que Salvador está preparada para a Copa de 2014?
Gabrielli - Eu acho que o governo está preparando todas as condições para ter essa Copa. Está preparando tanto os equipamentos para a Copa, como os instrumentos de mobilidade que são fundamentais para atender o público que vai se deslocar, está investindo nas questões de segurança e, portanto, nós estamos com um conjunto de ações que vão levar a ter condições e viabilizar a Copa de 2014. Porém, o mais importante do que a Copa são os investimentos que a cidade vai ganhar. Todos esses investimentos vão ter um impacto muito grande, que vão impactar na cidade a vida urbana com um evento de curto prazo. Você não pode pensar apenas na Copa. Você vai ter que pensar nos efeitos sobre o conjunto da ação da cidade. A arena, as vias de mobilidade vão existir independente da Copa. Você pode até não ter todo o sistema pronto na Copa, mas você tem que pensar mais amplamente, além da Copa. Acho que é uma oportunidade enorme, e o governo está se preparando.
Tribuna – Como resolver o problema da mobilidade? O governo pode ajudar mais nesse quesito?
Gabrielli - A mobilidade é uma questão muito complexa, onde o metrô e um transporte de massa são um componente. É claro que uma cidade como Salvador não pode ficar com um transporte só baseado em ônibus e em carro individual. O volume de carros é enorme, sendo mais de 700 mil veículos na cidade de Salvador. Os engarrafamentos são dramáticos, a cidade não cresceu as vias de transportes. Agora, pensando em longo prazo, você tem que pensar no desenho urbano. É localização das atividades econômicas na cidade que vai descentralizar. No desenho urbano, você tem que pensar sobre as vias entre diferentes centros de atividades que existam no Estado. Esse conjunto de atividades envolve, portanto, a discussão sobre o metrô, que precisa se tratar a complexidade de um equipamento urbano que é intermunicipal, estadual e privado. Essa complexidade que cria várias dificuldades para implementação do metrô. Ao mesmo tempo, você tem algumas soluções paliativas que podem ser feitas. A gestão, a engenharia do trânsito, a criação de alguns viadutos podem desafogar áreas críticas da cidade. O que está faltando é uma ação da prefeitura, isso não é competência do governo do Estado.
Tribuna - Mas o governo pode chamar a prefeitura para essa responsabilidade?
Gabrielli - Está na Constituição brasileira... Chamar, pode chamar politicamente, mas em termos institucionais não há como. O governo do Estado está fazendo isso na medida em que está completamente envolvido na mobilidade do metrô, na construção da Via Expressa, na montagem de vias de acesso até o aeroporto, na criação do projeto da Ponte Salvador–Itaparica. Com isso, você está criando uma série de projetos que permitem você ter uma visão de desafogamento, do que apenas a discussão do metrô. O metrô é um problema, tem que ter prioridade e foco nele, mas estou chamando a atenção que ele não é a solução de tudo, mas a solução parcial.
Tribuna - O senhor acredita que o metrô pode ser acelerado?
Gabrielli - Eu acho que ele tem que sair até a Copa parcialmente. Você tem hoje duas linhas que estão quase completas e você tem que fazer uma outra para fazer o anel do metrô e começar a funcionar com ele parcialmente de tal maneira que ele possa vir a crescer imediatamente pós a Copa. Não é possível ter a Copa sem um transporte de massa.
Tribuna - Como o senhor, como cidadão, avalia a gestão do prefeito João Henrique?
Gabrielli - Estou há nove anos fora da cidade, só vinha aos fins de semana, mas morando mesmo estou há um mês. Qual a sensação que eu tenho como cidadão? Acho que nós temos um problema na orla, não só em termos de ocupação permanente, mas de ocupação da praia mesmo. Precisa ter um modelo de ocupação da praia. Acho que parte da Cidade Baixa pode ter um reforço extraordinário, principalmente na região da Ribeira, na região mais da Costa da Baía de Todos os Santos. Acho que nós temos possibilidade de fazer uma intervenção forte na limpeza da cidade. Sendo uma cidade turística, precisa de uma intervenção forte na sinalização. Se ela é uma cidade turística, o turista precisa saber como se movimentar sozinho. Você tem todo um segmento informal que pode ter estímulos de relocação e movimentação importantes. A cidade de Salvador está vivendo uma expansão em um miolo que precisa de um reordenamento urbano adequado, ou seja, a cidade tem uma série de problemas que exige uma atuação mais ativa.
Tribuna - O governo vai dar sua contribuição nesse processo?
Gabrielli - Na verdade, o governo não pode substituir a prefeitura. Esses temas que eu falei são ligados à gestão municipal. Eu falei como cidadão. Como secretário, evidente que a Secretaria de Planejamento e as outras secretarias, o governo tem que ter uma política do Estado como um todo. Mesmo que Salvador seja muito importante, e é - não pode ser o único lugar em que o governo vai atuar -, mas é preciso dar atenção ao Estado como um todo. Os elementos que eu mencionei dependem de uma atuação fortemente do governo municipal.
Tribuna - O senhor tem intenção de trazer recursos do mercado internacional para Salvador?
Gabrielli - Uma das áreas que eu quero reforçar é essa de captações. Eu acho que nós podemos acessar o mercado internacional, se não para novas fontes para financiar atividades do governo, mas com certeza para viabilizar novas áreas de fornecimento de recursos para projetos que sejam complementares aos investimentos públicos da maneira que a gente possa potencializar os impactos desses investimentos nas comunidades. Isso não é só para Salvador, mas para o Estado todo. Nós temos que pensar, ser criativos, encontrar novas fontes, viabilizar junção entre os empreendedores e os financiadores.
Tribuna - A intenção é mais profissionalizar a máquina do governo?
Gabrielli - Acho que a expressão não é exatamente profissionalizar. Claro que profissionalizar é importante, mas o elemento central é de controle, monitoramento e melhorar a eficiência na atuação do governo
Tribuna - Como fica a relação entre o ex-secretário Zezéu Ribeiro e o senhor? Ficou algum tipo de mágoa?
Gabrielli - Não. Zezéu é meu amigo entre 40 anos e 50 anos. Fomos vizinhos na adolescência nos cursos de ginásio. Acho que não tem nenhuma mágoa entre nós. O que eu tenho procurado enfatizar é que vou continuar o que ele estava fazendo com alguns ajustes normais.
Tribuna - Acha que o PT terá êxito na sucessão municipal? Como observa o fato de o pré-candidato Nelson Pelegrino demorar em pontuar melhor nas pesquisas?
Gabrielli - Eu acho que não é que haja dificuldades para o Nelson Pelegrino, apenas a campanha ainda não começou. A campanha ainda não está na rua. Objetivamente, apesar de a eleição ser agora em 2012, ainda não se tem uma campanha maciça nas ruas. Hoje o que há é negociação de bastidores e movimentação entre os formadores de opinião e entre os participantes da vida política mais ativa. Acho que ainda tem muita coisa pra rolar e acho que Nelson será, provavelmente, prefeito de Salvador.
Tribuna - A oposição unida ameaça o projeto do PT de ganhar a Prefeitura de Salvador?
Gabrielli - O grau de alianças ainda está indeterminado. Nós temos prazos ainda e vamos esperar para ver o que acontece. Nós temos candidatos e candidatas e a oposição está dividida, sem dúvida, mas qual a composição que vai ocorrer me parece que não está clara ainda.
Tribuna - O senhor acredita que sua saída da Petrobras poderia ser construída de outra forma? Houve traumas?
Gabrielli - Eu acho que ela aconteceu sem trauma, mas evidentemente que fez perturbações na vida porque evidente que movimentos na água existem. Mas não tem traumas nem na minha saída aqui da Petrobras nem na minha chegada ao governo.
Tribuna – O senhor é tido como grande aposta para a sucessão do governador Jaques Wagner. O senhor vai se preparar ou acredita que uma candidatura será resultado de seu trabalho?
Gabrielli - Eu acho que está muito longe 2014. Não estou preocupado com 2014. Estou dedicado inteiramente a trabalhar em 2012, fazer com que a Seplan atue de forma sistêmica e atue de forma integrada e com trabalho intenso junto a outras secretarias, e meu objetivo é centralmente participar da equipe do governador.
Colaboraram Fernanda Chagas e Lilian Machado.