segunda-feira, 4 de abril de 2011



MP fiscaliza obras do metrô e da Fonte Nova



Fonte: Bahia Notícias

O Ministério Público da Bahia (MP-BA), com apoio do Crea e outros seis órgãos municipais e estaduais, começam nesta terça-feira (5) a Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) nas obras do metrô e da Arena Fonte Nova.
O propósito da fiscalização é verificar se as ações atendem às exigências da Fifa e, principalmente, se o andamento dos trabalhos está de acordo com o cronograma previsto para a Copa 2014.

Os resultados da FPI serão apresentados no próximo dia 12, durante a realização do Seminário Acompanhamento das Ações para Realização da Copa 2014.
MINISTÉRIO DA DEFESA


Resenha Diária do Jornal:
VALOR ECONÔMICO
 ORÇAMENTO Raymundo Costa e Ribamar Oliveira | De Brasília
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, define até o fim desta semana o corte de R$ 4,3 bilhões no Orçamento de investimento e custeio do Exército, Marinha e Aeronáutica. Jobim já decidiu manter os investimentos previstos na lei orçamentária deste ano para os projetos de construção do submarino nuclear, do avião cargueiro KC-390 e de 50 helicópteros EC 725, a serem destinados para as três Forças Armadas. Em contrapartida, vai cortar a compra de 12 helicópteros russos para a Força Aérea Brasileira (FAB), conforme previa a peça aprovada do Orçamento Geral da União.

Na definição entre o que manter ou cortar, Jobim levou em conta a manutenção de projetos importantes, como o de desenvolvimento de uma indústria nacional de material bélico, e daqueles considerados estratégicos para dotar o país de uma força armada, que permita ao Brasil buscar um espaço internacional comparável à sua crescente estatura econômica, sobretudo após descoberta de um mar de petróleo sob a camada do pré-sal, em 2007.

Um exemplo do primeiro caso é a fabricação do helicóptero EC-725 Super Cougar pela Helibras, numa parceria com a Eurocopter, líder mundial do setor. "A Helibras não está produzindo sozinha. As turbinas estão sendo produzidas pela Turbonet, uma empresa com sede no Rio de Janeiro. A aviônica é parte da Aeroeletrônica, que está em Porto Alegre, por exemplo", diz Jobim. "Essas empresas são montadoras, há uma enorme capilaridade de fornecedores. Se parar agora, atinge todo um ciclo. Então não faço. Tem que segurar o andamento dessa indústria, que é de alta tecnologia."

O ministro da Defesa disse ao Valor que nem mesmo o ritmo inicial de execução desses investimentos - submarino, KC-390 e os helicópteros EC-725 - será reduzido. O orçamento do ministério previa R$ 1,85 bilhão para o submarino, que está sendo desenvolvido pela Marinha em parceria com a França. Para o projeto KC 390, feito pela Embraer, o orçamento reserva R$ 100,6 milhões.

"Estamos em fase de construção do estaleiro e da base de Itaguaí (RJ)", disse Jobim, em relação ao submarino. "Na Nuclep, estamos construindo a parte do reator do submarino. Temos 30 engenheiros na França."
O KC-390 é um cargueiro com capacidade de transportar 21 toneladas com grande potencial de mercado - a Embraer já dispõe de pelo menos 60 intenções de compra. O protótipo fica pronto em 2016. Em 2018, estará no mercado.
 Esse prazo é considerado fundamental, porque em 2018 se encerra o ciclo de vida de 1.500 aviões Hércules no mundo.

"O KC-390 não só substitui o Hércules, como será capaz de pousar em uma pista de 1.300 metros", diz Jobim. O cargueiro foi desenhado a partir de especificações da FAB, que precisava de uma aeronave para pousar nas pistas curtas da Amazônia. A aeronave tem asa alta, como o russo Antonov, e é bojudo, assemelhando-se a um sapo.

"Fizemos economia nas compras de equipamentos, e não nos investimentos que envolvem a indústria nacional", explicou o ministro. Outro projeto preservado foi o da fabricação do blindado Guarani, de seis rodas, que está sendo feito pela Fiat Iveco.

O blindado Guarani será uma espécie de sucessor do Urutu. O carro terá 18 toneladas, motor diesel eletrônico, tração 6x6, capacidade anfíbia, podendo transportar até 11 militares e deslocar-se a uma velocidade de até 100 km/h. O motor e 60% dos componentes serão de produção nacional. O objetivo é diminuir os custos de produção e manutenção do blindado sobre rodas.
De acordo com Jobim, cada um desses projetos envolve a compra de equipamentos de indústrias nacionais e uma paralisação dos investimentos teria repercussão negativa em cadeia. Por essa razão, o ministério fez um grande esforço para manter cada um deles em andamento.

O corte da
O que a Defesa conseguiu foi manter o volume do corte, mas defini-los de acordo com as prioridades das Forças Armadas e da Estratégia Nacional de Defesa, entre as quais está o desenvolvimento industrial e tecnológico do país. Jobim não quis revelar quais compras foram adiadas e nem onde o corte foi realizado.

"Ainda estamos concluindo o ajuste", disse o ministro. É certo, no entanto, que foi cancelada a compra de 12 helicópteros da Rússia para a FAB. Aliás, o governo brasileiro tem se queixado da falta de cumprimento de cláusulas contratuais por parte dos russos.
O adiamento da compra do primeiro lote de 34 caças para a FAB não foi considerado no corte, pois, segundo explicou Jobim, o impacto financeiro dessa despesa não ocorreria este ano. "Mesmo que a decisão sobre a compra saia ainda em 2010, vamos levar de 10 a 12 meses apenas para negociar e fechar o contrato", afirmou. Esse foi o prazo ocorrido em outras grandes contratações da Defesa, depois de definida a licitação.

O orçamento do Ministério da Defesa para este ano previa gastos totais de R$ 15,1 bilhões. Desse total, R$ 4,8 bilhões são de despesas obrigatórias, que não podem sofrer cortes. A chamada "base contingenciável", que reúne as despesas discricionárias, é, portanto, de R$ 10,3 bilhões. Com o corte de R$ 4,3 bilhões, essas despesas foram reduzidas para R$ 6 bilhões.

Sem dar detalhes sobre os cortes feitos no ministério, Jobim disse que a orientação foi destinar os recursos para o custeio básico, e mais um pouco para que as coisas continuem no ponto em que estão, o que é chamado de manutenção operativa.
 Nesse sentido, o ministro não cortou os recursos necessários para a manutenção dos equipamentos existentes.
verba para o desenvolvimento do KC-390, por exemplo, chegou a ser anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, quando foi anunciado o aperto fiscal de 2010.

No corte de R$ 4,3 bi, Defesa preserva projetos estratégicos
Energia nuclear deve migrar para países emergentes


Segunda-feira, 4 de Abril de 2011



Crise de confiança na energia nuclear gerou uma rápida alta nas ações das empresas de energia eólica, solar e outras renováveis, embora no fim de março elas tivessem voltado aos níveis pré-tsunami.
Na semana passada, o presidente Barack Obama fez um discurso sobre o futuro energético prometendo usar um "recurso renovável crítico que o resto do mundo não pode igualar: a engenhosidade americana". Obama, como seus compatriotas cientistas, reivindicou um traço arquetipicamente americano (autoconfiança), ao mesmo tempo em que exibiu sinais de outro (autoilusão).
Desde o tsunami japonês que precipitou o desastre nuclear na usina de Fukushima, os países tiraram três tipos diferentes de lições. Alguns decidiram que, diante dos riscos da energia nuclear, o tipo mais poderoso de energia "limpa" é uma aposta errada.
 O Japão sente-se assim, ao menos neste momento. A desativação da geração de energia nuclear implicou desligar elevadores em prédios comerciais e letreiros de neon pelo país, e transferir jogos de beisebol da noite para o dia.
Também a Alemanha parece disposta a reagir ao risco reduzindo sua dependência da energia nuclear. No domingo retrasado, eleitores em Baden-Württemberg impuseram uma derrota à União Democrata Cristã, da premiê Angela Merkel, que governou o Estado sem interrupção desde 1953.
Eles substituíram a UDC pelos Verdes, que nasceram do movimento antinuclear dos anos 80 e que pela primeira vez comandarão um governo estadual. A UDC tentou aderir ao descontentamento pós-Fukushima, porém tarde demais e de modo pouco convincente.
Os países mais dinâmicos do mundo em desenvolvimento têm um modo diferente de encarar a questão. A China não diminuiu o passo. A África do Sul, poucos dias após incidente no Japão, anunciou que aumentará sua produção de energia nuclear. Veysel Eroglu, ministro do Ambiente na Turquia, ironizou os riscos das duas centrais nucleares em construção no país. "Se você dirige um carro, está assumindo um risco", disse ele.
Um argumento mais ponderado em defesa da continuidade desses projetos foi apresentado pelo ex-primeiro-ministro russo Sergei Kiriyenko, que hoje dirige a agência nuclear de seu país. Ele disse ter ficado impressionado com a resistência da usina de Fukushima, em operação há 40 anos. Embora espere que a energia nuclear seja, no futuro, substituída por algo mais seguro, acrescentou: "É evidente que, em termos de conhecimentos e de habilidades especializadas, o desenvolvimento dessa [futura] energia está ligado ao desenvolvimento da energia nuclear".
Obama delineou uma terceira posição. É a mais razoável, ou a mais tímida. Para tentar se reeleger, Obama precisará se submeter a um eleitorado que, repetidas vezes, reivindicou o direito à energia barata. Ele espera canalizar o ceticismo em relação à opção nuclear para a sua própria vantagem e dos EUA, tornando o país um "pioneiro" em combustíveis alternativos. "Vamos ajudar os empresários a inovar em quatro biorefinarias de próxima geração." Essas sugestões são um convite ao cinismo. Empresários podem ser dignos de subsídios governamentais. Porém, é mais provável que os americanos lhes atribuam mais "compadrio" do que "empreendedorismo".
A crise de confiança na energia nuclear gerou uma rápida alta nas ações das empresas de energia eólica, solar e outras renováveis, embora no fim de março elas tivessem voltado aos níveis pré-tsunami.
Há um perigo de complacência quando se fala de combustíveis alternativos. Em anos recentes, a mescla de energia solar e eólica tem sido um interessante suplemento energético (quando subsidiado), enquanto o sol brilha e o vento sopra. Mas o problema do armazenamento dessa energia - indispensável para que as energias renováveis substituam, em vez de complementar, outros combustíveis -, quase não foi abordado.
Além disso, as turbinas eólicas são barulhentas, matam pássaros e são feias. Parte da receita verde para reduzir a dependência alemã em relação à energia nuclear envolve a construção de mais turbinas, e maiores, e colocá-las mais próximas das cidades.
Para complicar as coisas, nos EUA grande parte dos imóveis residenciais nos EUA perderia todo seu valor se a gasolina fosse vendida a preços europeus. Obama reconheceu o fato, ao mencionar no discurso que os custos de transporte são responsáveis pela segunda maior fatia dos gastos de muitas famílias, presumivelmente após o gasto com habitação. A quase inacreditável demanda americana por petróleo - o país importa hoje cerca de 10 milhões de barris por dia - o levou a divergir do resto do Ocidente em termos de política energética. Mesmo se os EUA cortassem a produção de energia nuclear ou de petróleo em águas profundas ou de carvão, seus hábitos de consumo provavelmente o conduziriam a alguma "folie à deux" mercantil com algum exportador de energia, assim como seu apetite por bens de consumo impulsionou seu patológico comércio com a China.
A tragédia em Fukushima reforçou tendências que já vinha se manifestando. Nesse aspecto, seu efeito se assemelha ao da catástrofe de Tchernobil, em 1986, que provocou mais questionamento da energia nuclear no Ocidente do que na União Soviética. A atual incerteza em relação à energia nuclear representa a globalização do "nimbyismo" americano (referência ao acrônimo "not in my backyard" - não no meu quintal). Todo mundo quer se beneficiar da energia nuclear, mas nem todos têm o mesmo apetite para o risco.
Isso terá consequências econômicas e estratégicas. A capacidade de acessar uma grande quantidade de energia barata provavelmente migrará de países democráticos para semidemocráticos e não democráticos - não só porque esses governos são mais capazes de ignorar a oposição pública à energia nuclear, mas também porque a opinião pública tende a ser menos antagônica. Energia barata proporciona a um país um mercado mais rico e uma posição mais dominante no mundo. É improvável que um tsunami no Japão leve os cidadãos do mundo em desenvolvimento a moderar seus anseios por tais status.
Autor(es): Christopher Caldwell
Financial Times.
Valor Econômico - 04/04/2011

Recebido E´mail sobre importante assunto




Assunto: Sobre matéria publicada na coluna Tempo Presente


Para: aborges@grupoatarde.com.br



Prezado Adilson Borges,

A propósito da nota “Ligue, não, Amauri”, publicada dia 28/03/11 em sua coluna “Tempo Presente”, no jornal A Tarde, agradeço-lhe imensamente a oportunidade de informar a seus leitores sobre minha incansável luta diária pela defesa dos interesses do país, da Bahia e do nosso querido povo baiano.

Se provoco ciúmes, paciência, pois faço de meu mandato um sacerdócio inteiramente dedicado às minhas bandeiras de luta, à defesa do cidadão e ao desenvolvimento de nosso Estado e de inúmeros municípios baianos.
Não completamos três meses de mandato ainda e, no entanto, já proferi 27 discursos no Plenário da Câmara; já presidi a Sessão por mais de meia dúzia de vezes; já tive aprovado nas Comissões permanentes propostas de duas audiências públicas (uma, inclusive estamos realizando hoje – 29/03); já encaminhei diversos ofícios ao governador do Estado da Bahia; já apresentei uma proposta de Emenda à Constituição; já dei entrada em três Projetos de Lei e três Projetos de Lei Complementar; já encaminhei 11 Indicações a Ministros de Estado; já protocolei 10 Requerimentos de minha autoria; fui Relator de Plenário do Projeto de Lei nº 7824/08 apresentando uma Subemenda propondo a remição de pena por estudo do preso; já me reuni com diversos Ministros de Estado, com líderes partidários e com o presidente Marco Maia.
Sei que procuro estar sempre presente nas Sessões, faço apartes, encaminho votações, debato com os companheiros, manifesto-me com freqüência, procuro ser proativo e participativo, pois acredito que seja essa a postura legislativa que os mais de 63 mil eleitores que me brindaram com seus votos desejam ver em mim. Agora, se incomoda alguns...Entrego-me no julgamento do eleitor.



Obrigado,
Amauri Teixeira

Passarela ligando Pituaçu ao CAB em construção

Na Avenida Paralela, atualmente, existem cinco semáforos em cada sentido e dez passarelas. A décima primeira passarela, que ligará o Estádio de Pituaçu ao Centro Administrativo da Bahia (CAB), começou a ser construída no primeiro semestre de 2010 e faz parte das exigências para a copa do mundo de 2014.
 A conclusão da obra, que está sendo executada pela Conder, está prevista para agosto de 2011.

As passarelas existentes em Salvador são do tipo padrão, com 2,20m de largura. A nova passarela de Pituaçu é do tipo especial, com um eixo central de 6,34m de largura, e será a primeira na cidade com essa estrutura.

Outra novidade são os elevadores para portadores de necessidades especiais que serão instalados nas três rampas laterais, que darão acesso aos pontos de ônibus em cada lado da pista e ao canteiro central.

Impacto sobre o trânsito

A construção da passarela que fará a ligação entre o CAB e Pituaçu, segundo a Transalvador, aumentará em 100% a mobilidade no local em dia de grandes jogos.
Fonte:Salvador Noticias

domingo, 3 de abril de 2011

Futebol : Campeonato baiano

Grupo 3:
Bahia de Feira 1 ( 6 pontos ganhos)  X Bahia 0 ( 7 pontos ganhos)
Atlético de Alagoinhas 3 ( 3 pontos ganhos ) X Vitoria da Conquista 4 ( 7 pontos ganhos)

Classificação : Bahia - Vitoria da Conquista - Bahia de Feira e Atlético de Alagoinhas

Grupo 4:
Vitoria 4 ( 12 pontos ganhos) X Feirense 1 ( 3 pontos ganhos)
Camaçari 1 ( 3 pontos ganhos ) Serrano 0 ( 6 pontos ganhos)

Classificação: Vitoria - Serrano - Feirense e Camaçari

Torneio da Morte:
Colo- Colo 0 X Fluminense de Feira 2
Ipitanga 3 X Juazeiro 2

Classificação: Flu de Feira 10 PG - Ipitanga 6 PG - Juazeiro 4 PG e Colo-Colo 3 PG.

Nos grupos 3 e 4 os dois primeiros classificados de cada grupo disputam as semi-finais e os vencedores as finais e os perdedores o 3º e 4º lugares.
Enquanto isso os dois últimos do Torneio da Morte vão para a 2ª divisão do Campeonato baiano de futebol.

Faltam duas rodadas para o encerramento da fase classificatória.

Rápido comentário do jogo assistido pela TV; Bahia de Feira 1 X Bahia 0

O primeiro tempo o time da casa foi melhor de que o tricolor da capital e ganhou por merecimento; embora o lance do gol do time de Feira foi originado por falha de cobertura da defesa do adversário.
Souza e Robert como dupla de área do EC Bahia, se não for uma grande piada é sinceramente uma provocação a torcida, pois ainda não demonstraram um futebol condizente a uma equipe que vai disputar o Campeonato Brasileiro da série A.
No segundo tempo o Bahia teve uma melhora, mas insuficiente para modificar o placar.
Uma coisa salta aos olhos: o EC Bahia precisa com urgência reforços e salvo um verdadeiro milagre terá condições de ganhar o Campeonato baiano deste ano, haja vista que o Vitoria durante todo o Campeonato tem se mostrado uma equipe de nível melhor, o que me leva acreditar ser o favorito(infelizmente) mais uma vez para ganhar o titulo do ano.


sábado, 2 de abril de 2011

Natação - com dois baianos entre os favoritos


Baianos nadam pelo bicampeonato

Copacabana é o cenário ideal para mais uma vitória baiana nas águas. Dois nadadores baianos dividem o favoritismo na elite masculina da Travessia dos Fortes 2011, que acontece amanhã, a partir das 9h30, na orla do Rio de Janeiro. 

Alan do Carmo, vencedor em 2009, e o sargento do exército, Luis Rogério Arapiraca, atual campeão da prova, devem disputar braçada a braçada o bicampeonato da maior maratona aquática da América Latina: 3.500m no mar, entre os fortes de Copa e do Leme. Em 2010, por um segundo de diferença, a vitória ficou com Arapiraca.

Vice-campeão mundial de maratonas aquáticas em 2009 e terceiro lugar em 2010, Alan do Carmo, 21 anos, tem como maior objetivo esse ano a vaga para as Olimpíadas de Londres, que terá a primeira seletiva no Mundial de Shangai, China, em julho.

Para isso, treina seis horas por dia na água sob o comando do técnico Rogério Arapiraca, coincidentemente, pai e também técnico de seu maior rival na Travessia.
 “A Travessia dos Fortes é a São Silvestre dos mares.

 É a principal prova da modalidade no país, aquela que todos os nadadores querem vencer para poder mostrar o seu valor dentro da natação. E é com este espírito que eu entro no mar toda vez que vou nadá-la” afirma.

Recordista sul-americano dos 800m e 1500m nado livre, o sargento do Exército Luis Rogério Arapiraca, 23 anos, venceu sua primeira maratona aquática na Travessia dos Fortes de 2010, ao superar por apenas um segundo o colega Alan do Carmo.

Treinando forte para a seletiva olímpica de Shangai, em julho, e para os Jogos Panamericanos, onde objetiva voltar com uma medalha, ele admite que ainda encontra dificuldades em nadar no mar: “Não sou muito acostumado com provas de águas abertas, essa é a minha maior dificuldade na Travessia. Mas diante dos últimos resultados estou cada vez mais confiante.
 A experiência ajuda muito”, revela.


Fonte:  TribunadaBahia





 Mudanças decorrentes de investimentos exigem nova visão de planejamento



A Petrobras investiu, em 2010, R$ 73,6 bilhões, o que equivale a R$ 2,1 mil por segundo. Em 2011, a previsão é que o investimento da empresa alcance R$ 93 bilhões. As intervenções, como construção de plataformas e refinarias, e a cadeia produtiva que se forma no seu entorno, provocam forte impacto nos municípios e é preciso planejamento para absorver as mudanças.

Esse alerta foi dado pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que, na manhã de hoje (1º) ministrou a palestra Planejamento e Desenvolvimento Econômico e a Questão Energética, durante o 45º Fórum Nacional de Secretários Estaduais do Planejamento, que acontece no Hotel Othon, em Salvador (BA).

No início da tarde, foi eleita a nova diretoria do Conselho Nacional de Secretários Estaduais do Planejamento (Conseplan). O secretário da Bahia, Zezéu Ribeiro, foi eleito presidente do órgão e uma das primeiras propostas foi à institucionalização da entidade. “É unânime esta necessidade e com o apoio do Ministério do Planejamento e com a articulação com os órgãos de pesquisa, vamos construir um projeto de Brasil”, disse Zezéu.



Planejamento



Inicialmente, Gabrielli recordou que o poder público, por muito tempo, se preocupou muito mais com a estabilização da economia de curto prazo e, por isso, hoje, precisa confrontar com o rápido crescimento, que provoca mudanças na forma de planejar.

Esse crescimento acelerado, enfatizou o presidente da Petrobras, gera um conjunto de novas demandas. “O desafio é que temos novas necessidades que se estabelecem e não temos instrumentos para responder”, alerta. São necessidades de infraestrutura, como mobilidade urbana, hospitais, escolas, coleta de lixo, hotéis, etc, que exigem planejamento urbano.

Contudo, Gabrielli avalia que as cidades sozinhas não estão preparadas para responder a todas as demandas surgidas a partir do impacto da implantação de grandes empreendimentos. Por isso, diz, a importância das Secretarias do Planejamento dos governos estaduais estarem atentas às mudanças para absorverem o novo panorama.

E as alterações, acrescentou Gabrielli, vêm também de novas realidades, como a redução acelerada do processo de migração rural-urbana, retorno do homem para o campo e, ainda, a migração internacional de retorno para o Brasil. “Como será a reabsorção dessas pessoas?”, indaga Gabrielli, acrescentando entre os desafios do planejamento o rápido envelhecimento da população aliado à sua longevidade.



Energia


Sem energia não tem crescimento, não tem desenvolvimento”, decreta Jose Sérgio Gabrielli. E a energia, pontua, gera desafios e gera oportunidades.

Para exemplificar, Gabrielli citou que a Petrobras produz dois milhões de barris por dia, sendo a maior concentração no Rio de Janeiro (250 mil barris). Na Bahia são 45 mil barris diários. Em dez anos, anunciou, a produção deve dobrar.

Porém, ao contrário do que ocorre hoje, quando a extração de petróleo é baseada na Lei de Concessões (lei nº 9.478), ela passará a ser legalmente amparada pela Lei do Pré-sal.

“Vai haver impacto nas economias locais com o aumento do fluxo de dinheiro relacionado ao petróleo. Isso pode trazer grandes benesses ou ser um grande desastre”, observa Gabrielli. Para ele, o sucesso está atrelado ao planejamento para absorver esse impacto, estimulando, por exemplo, a formação de uma cadeia produtiva.

Hoje, por exemplo, o elo direto da Petrobras é formado por seis mil empresas. Se contabilizado todo o elo produtivo formado a partir da multinacional, esse quantitativo pula para 255 mil.


Articulação


Qualificar os Planos Plurianuais (PPA’s), criando uma afinidade entre os documentos estaduais e o federal, bem como articular uma agenda federativa com temas de interesses comuns foram alguns dos desafios pontuados durante o primeiro dia do 45º Fórum Nacional de Secretários de Planejamento.

Para o subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Olavo Lonetto, o Conseplan seria o espaço adequado para eleger o conteúdo da agenda federativa plena.

 Porém, enfatizou, é preciso que todos trabalhem juntos na busca da qualificação da gestão. “Devemos atuar juntos na qualificação da gestão dos municípios, no sentido de apoio, pois nossas estratégias nacionais e estaduais dependem da capacidade de implementação dos municípios”, observou Lonetto.

Quanto à qualificação dos PPA’s, a posição defendida pela secretária de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Maria Lúcia Falcón, é a de que se busque um consenso no modelo de elaboração dos PPA´s e o Conseplan seria o espaço adequado para esta institucionalização.

Falcón lembrou que, apesar da Constituição Federal determinar a obrigatoriedade da elaboração dos PPA´s, que são um planejamento de médio prazo, a Carta Magna não define o conteúdo do documento. “O Fórum é um espaço único para que possibilidades sejam expostas, debatidas, mas que se encontre diretrizes em que a participação popular passe a ser um dialogo permanente, desde a elaboração até a avaliação e prestação de contas à sociedade”, defende a secretária.

Outro ponto importante debatido no encontro foi à nova Lei de Finanças que tramita no Congresso Nacional. De acordo com o secretário adjunto de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Bruno César Grossi, entre as novas propostas para a Lei está a alteração dos prazos de encaminhamento e devolução das peças orçamentárias.

“O PPA e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) teriam como prazo de envio 15 de maio e, também para ambos, o prazo de devolução seria o encerramento da sessão legislativa. Já para a Lei Orçamentária Anual (LOA), o prazo de envio é previsto para diferentes datas: 31 de agosto (União), 15 de setembro (Estados e Distrito Federal) e 30 de setembro (Municípios); o prazo de devolução para as três esferas seria 15 de dezembro”, pontuou.




Fonte:SEPLAN




Energia vetor de importância básica para o crescimento


Tenho feito comentários sobre Energia, focando os sistemas produtores tais como termelétricas, hidrelétricas, Eólica, Biocombustiveis, Nuclear e Solar. Entretanto aproveito o momento para levar aos meus leitores o belo comentário de Rodolfo Landim com o titulo de:

A escolha de Sofia

Opinião Econômica
Rodolfo Landim
Engenheiro civil e de petróleo, é conselheiro da Smith lnternational e da Wellstream

Vivemos hoje em um mundo onde a cada dia aumenta a consciência dos povos sobre o ambiente e onde são debatidas ações globais para a redução dos impactos causados pela presença humana no planeta.

Assim, inúmeros estudos têm sido elaborados sobre a poluição dos mananciais de água potável, a destruição de florestas e a redução da biodiversidade. Mas talvez a ameaça vista isoladamente com mais apreensão esteja ligada ao processo de aquecimento global, em que boa parte da responsabilidade é atribuída aos gases de efeito estufa.

O principal vilão é considerado o grande volume de C02 (gás carbônico) que resulta do consumo de enormes quantidades de lenha e combustíveis fósseis (carvão, derivados de petróleo e gás natural) em processos industriais e na geração de energia em todo o mundo.

Ocorre que será necessário modificar drasticamente a matriz energética atual para que a humanidade continue a ter níveis de conforto crescentes, consumindo mais energia e ao mesmo tempo atendendo à redução dos níveis de emissão de C02 conforme estabelecido no Protocolo de Kioto.

Parece que somos e ainda seremos dependentes da utilização de derivados de petróleo em meios de transporte por muitos anos.

No caso da geração de energia elétrica, a mudança também não é fácil. Já existe um enorme parque gerador baseado em combustíveis fósseis nos países que são grandes consumidores de energia, cuja lógica de implantação buscou não só os menores custos de geração, mas também as disponibilidades locais de combustíveis, conceito ligado à segurança estratégica da nação.

Assim, Estados Unidos e  China, que possuem a primeira e a terceira maiores reservas de carvão, são muito dependentes desse combustível, que responde por quase metade da geração da energia elétrica no primeiro e cerca de dois terços no segundo.

A Rússia, que detém a segunda maior reserva do mundo, só não tem a maior parte de sua eletricidade baseada em carvão porque também possui as maiores reservas de gás natural do planeta, combustível no qual é mais centrado seu parque de geração.

Uma alternativa para solucionar o problema seria o uso mais intensivo de energias renováveis, dentre as quais estão as hidrelétricas, hoje responsáveis por 17% da energia elétrica consumida no mundo.

Mas seu potencial de expansão é limitado e são poucos os países como o Brasil, que têm a privilegiada posição de ter mais de 80% de sua geração de origem hídrica e ainda possuir um enorme potencial dessa natureza a desenvolver.

.Fala-se muito de outras energias renováveis, dentre as quais são destacadas a eólica, a solar e os biocombustíveis. Infelizmente, elas não parecem ser soluções abrangentes. A primeira, apesar de seu alto custo de implantação vir sendo reduzido, tem um potencial de geração pouco significativo em relação ao consumo mundial.

O uso de energia solar só faz sentido para pequenos consumos em locais não atendidos por redes de transmissão, pois, além de cara, tem a desvantagem de consumir grande quantidade de energia na produção dos painéis fotovolaicos.

Já os biocombustíveis têm um potencial importante, mas não podemos esquecer que,para produzi-los em grande escala, será necessária a ocupação de vastas áreas agricultáveis do planeta, o que impactaria ainda mais o preço das commodities agrícolas e o consumo de água.

A principal alternativa para a geração de energia elétrica em grande escala e sem a emissão de gases de efeito estufa, apesar de cara, é a nuclear. Essa importante fonte responde hoje com cerca de 13% da energia elétrica gerada no planeta.

No entanto, o recente acidente ocorrido em Fukushima, no Japão, colocou o mundo novamente em dúvida quanto a eficácia dos sistemas de segurança das Usinas Nucleares.

Cada vez mais a sociedade questiona se o risco das aterrorizantes consequencias de um acidente nuclear não é um preço muito alto pelo uso dessa fonte de energia.

Não existe solução ampla sem grandes custos, riscos ou efeitos colaterais.
O difícil é escolher o menos ruim.

Japão pretende desmontar Usina

Noticia publicada no Jornal A tarde

O premiê japones Naoto Kan afirmou  que a central de Fukushima  deve ser desmantelada, ao mesmo tempo que aumenta a pressão internacional para a ampliação do perimetro de isolamento, após os altos níveis de radiação detectados a 40 km do local.
A operadora e proprietária da Central nuclear(empresa privada) considera que será inevitável desmantelar os quatro primeiros reatores da Usina, após as dificeis oeperação de resfriamento que podem durar meses.

Oficinas preparatórias para audiência pública discutem implantação do aeroporto em Vitória da Conquista

Sexta-feira, 1 de Abril de 2011
Vitoria da Conquista é o terceiro municipio da Bahia em população.

O objetivo das oficinas é permitir que a comunidade tenha conhecimento do que será feito e os benefícios que o novo aeroporto poderá oferecer a população.

Dias 6 e 7 de abril, a partir das 9h, acontecem oficinas preparatórias com a comunidade para as discussões dos relatórios do Estudo de Impactos Ambientais (EIA) do Aeroporto de Vitória da Conquista. As oficinas ocorrerão no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima e na comunidade de Pé de Galinha, localizada a 2 km do local onde será construído o novo aeroporto.

O objetivo das oficinas é permitir que a comunidade tenha conhecimento do que será feito e os benefícios que o novo aeroporto poderá oferecer a população. O evento contará com a presença dos representantes da população local, do Derba, do Instituto de Meio Ambiente – Ima, do prefeito da cidade, Guilherme Menezes e entidades representativas. Estima-se que cerca de 400 pessoas estarão presentes.

O novo aeroporto é um projeto do governo do Estado, via Secretaria Estadual de Infraestrutura – Seinfra, e será implantado pelo Derba - Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia, em uma área localizada à margem da BR-116.

A expectativa, é que a pista tenha aproximadamente 2,3 km de extensão, possibilitando o pouso e decolagem de aviões de grande porte. O plano diretor e projetos básicos, com exceção do terminal, já foram concluídos e apresentados. Os estudos preliminares para implantação do equipamento foram elaborados pela Concremat. Os investimentos previstos para a obra estão estimados em R$ 86 milhões.

Segundo o secretário estadual de Infraestrutura, Otto Alencar, iniciativas como essa devem ser adotadas para que os devidos esclarecimentos sejam prestados às comunidades envolvidas diretamente com o processo de construção do novo aeroporto de Vitória da Conquista. "O Ima coordena, dentro do processo de licenciamento de construção do aeroporto de Conquista, a realização das oficinas. Nós executamos o projeto e vamos começar os trabalhos como meio de divulgação e conscientização dos impactos ambientais dentro da comunidade conquistense, assim esperamos que, se a população tiver dúvidas, esclareçam e, quem tiver sugestões, aproveite o momento de compartilhar conosco", pontuou.



Outras intervenções

Recentemente, o Derba ampliou o terminal de passageiros do atual aeroporto, proporcionando mais conforto e segurança aos usuários. Os serviços executados foram a ampliação do saguão para 140 m², contando com uma sala de embarque climatizada, com 100m², sala de desembarque com 65 m², sanitários, check-in para atender quatro empresas e espaço para instalação das empresas de apoio. A área total do referido terminal passou de 300 m² para 660 m².

Por estar localizado na malha urbana, o atual aeroporto não possui condições de se desenvolver. O novo aeroporto estará apto para atender a demanda, o que favorece o turismo e os negócios, além de significar investimentos relevantes na área de infraestrutura, acolhendo as necessidades exigidas para a copa do mundo de 2014 que será realizada no Brasil.



Ascom DERBA 01/04/2011

Foto: Google



Caos viário chega às capitais do Nordeste



Sedes da Copa do Mundo de futebol de 2014, Salvador, Recife e Fortaleza enfrenta sérios problemas de mobilidade, resultado do crescimento da frota de veículos e baixo investimento em infraestrutura viária e transporte público

Depois de quase uma década morando na Pituba, bairro da orla de Salvador, a professora Ilse Pinto mudou-se recentemente para a Saúde, na região central da capital baiana, bem perto do mundialmente famoso Pelourinho. Apesar do apreço pelo centro histórico, a mudança de endereço foi motivada pela proximidade com o trabalho. Doutora em engenharia de transportes, a professora sucumbiu ironicamente ao caótico trânsito de Salvador. Ao lado de Fortaleza e Recife, a cidade mostra uma face ainda pouco conhecida do Nordeste, região onde a economia cresce acima da média nacional.

Sedes da Copa do Mundo de futebol de 2014, as três principais capitais da região vivem hoje um sério problema de mobilidade, resultado do crescimento exponencial de suas frotas nos últimos anos, associado ao baixo investimento em infraestrutura viária e em transporte coletivo. Cada vez maiores e mais frequentes, os congestionamentos já não ocorrem apenas nos chamados horários de pico, situação que levou as prefeituras locais a se debruçarem sobre o tema, que já começou a ser explorado politicamente.

Nos três casos, a instalação de corredores exclusivos de ônibus nas principais avenidas, combinada com a abertura de mais vias, é a opção preferida para desafogar o trânsito. Todos os projetos, no entanto, ainda não saíram do papel.


À frente dos planos de mobilidade da Prefeitura do Recife, o urbanista Milton Botler é um defensor declarado da restrição ao uso do automóvel particular em benefício do transporte de massas. Segundo ele, o projeto pensado para a capital pernambucana dá prioridade à construção dos corredores, de preferência os chamados BRTs (Bus Rapid Transit), sistema de circulação rápida de ônibus por faixas exclusivas. Abertura de vias para carros só quando for indispensável: "Não faz sentido abrir espaço para colocar carro em vez de corredor exclusivo. É preciso enfrentar os interesses", avalia.

Além do excesso de carros, as características geográficas da cidade surgem como atenuante para os congestionamentos. Cortada por seis rios, a capital pernambucana é famosa pela quantidade de pontes, que acabam gerando um estrangulamento importante do tráfego. "A largura das pistas nas pontes é quase sempre insuficiente", explica o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Cesar Cavalcanti, especialista em transportes.

O tamanho da cidade é outro agravante. Segunda menor capital do país em área, Recife tem hoje uma frota superior a 500 mil veículos. Se considerada a região metropolitana, o número salta para 1 milhão. "A cidade está encharcada de carro", relata o taxista Ademilson Freitas, há seis anos na profissão. Sua principal queixa mira as falhas na fiscalização do trânsito, especialmente no que se refere ao controle das cargas e descargas. Segundo Botler, a prefeitura já autorizou o aumento do efetivo da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU).

O projeto recifense também prevê a conclusão do Sistema Estrutural Integrado da região metropolitana, paralisado há décadas e que contempla a construção de duas vias radiais e uma perimetral, além da modernização das existentes. Outra ideia é a construção de edifícios-garagem no entorno dos corredores, com o objetivo de estimular as pessoas a estacionar os carros e utilizar o transporte coletivo para chegar ao centro da cidade, onde a circulação de automóveis é cada vez mais complicada.

Iniciado em 2009, o Plano Diretor de Transporte de Fortaleza também dá preferência ao transporte coletivo nas principais avenidas. De acordo com o presidente da Autarquia Municipal de Trânsito, Fernando Bezerra, a ideia é interligar os sete terminais de integração da capital cearense aos corredores de ônibus, que também serão mais acessíveis aos pedestres. As faixas exclusivas terão um sistema de semáforos centralizado, que dará preferência à circulação dos ônibus.

Um dos maiores problemas do trânsito de Fortaleza é a herança de um desenho urbanístico "labiríntico", segundo explicou o professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) Antonio Paulo Cavalcante, mestre em Engenharia de Transportes. Ele sustenta que a estrutura viária atual está desarticulada com a ocupação da cidade. A má distribuição das vias pelo território da capital cearense também agrava o quadro. Segundo o especialista, cerca de 40% das viagens "casa-trabalho-casa", seja de carro, ônibus ou moto, ocorre em apenas 7% das ruas de Fortaleza, o que acaba gerando enormes concentrações de veículos.

De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a frota brasileira cresceu 54% entre 2006 e 2010, atingindo no fim do ano passado a marca de 64,8 milhões de veículos, entre carros de passeio, motos, ônibus, caminhões e congêneres.
No Nordeste, o salto foi de 80% no mesmo intervalo de comparação, sendo 79% na Bahia, 78% no Ceará e 69%, em Pernambuco.
Como ocorre em todo o Brasil, o crescimento mais agudo se deu nos municípios do interior. Ainda assim, as três maiores capitais do Nordeste experimentaram uma alta entre 45% e 50% em suas frotas, com o agravante de que essas cidades recebem diariamente um grande fluxo de veículos vindos dos municípios da região metropolitana.

É esse o motivo, por exemplo, que faz da Avenida Paralela uma das vias mais problemáticas de Salvador. Principal ligação entre a capital baiana e cidades vizinhas como Lauro de Freitas e Camaçari, a avenida é um teste diário de paciência para os motoristas baianos. "Às vezes a gente leva uma hora e meia para andar menos de 15 quilômetros", conta o taxista Hilton Lopes da Conceição. Trabalhando no táxi desde 1973, ele garante que o trânsito da cidade vive hoje o seu pior momento.

Com uma frota de 660 mil veículos, Salvador também sofre com suas peculiaridades geográficas. De acordo com a professora Ilse, o relevo montanhoso da cidade dificulta a construção de grandes vias, o que acaba gerando um crescimento desordenado. Como no Recife, a fiscalização é considerada precária: "A gestão do trânsito não dispõe de centro de controle, não há informações", revela.

A Prefeitura de Salvador pretende enfrentar o problema com a instalação de 42 quilômetros de BRTs, além da expansão do metrô da cidade e da modernização do chamado "trem de subúrbio". Coordenador de Projetos de Transporte da prefeitura, Francisco Ulisses Rocha lembra que o plano prevê ainda a abertura de mais 40 quilômetros de vias e a duplicação de outros 38 quilômetros.

A expectativa é que todas as obras estejam concluídas até a Copa do Mundo de futebol de 2014, a um custo total de R$ 3 bilhões. Assim como no Recife, uma boa parte dos recursos deverá vir do governo federal, por meio do braço para mobilidade do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).



Autor(es): Murillo Camarotto
Do Recife e de Salvador.
Valor Econômico - 01/04/2011.







INFORME - Matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo



Informamos que as declarações publicadas na matéria no Caderno de Esportes, do Jornal Folha de São Paulo, hoje (31.03), com relação à definição da Sede que fará a Abertura da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, não são oficiais.



Segue informação oficial divulgada pela FIFA:



“Em razão de informações divulgadas pela imprensa nesta quinta-feira (31/3), a FIFA e o Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 esclarecem que o calendário de jogos do torneio ainda está em processo de estudos e será finalizado pelas equipes de competições posteriormente. A proposta definitiva será apresentada no dia 29 de julho, na 1ª reunião do Comitê Organizador da Copa do Mundo da FIFA, e será anunciada oficialmente após esta reunião”.



Continuamos no pleito, não só para sediar a Abertura da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, em Salvador, como também a Abertura ou a final da Copa das Confederações em 2013.







Assessoria de Comunicação Secopa

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Governo chinês se oferece para financiar 85% do trem-bala


IG  Brasilia- Danilo Fariello
Após indicação de adiamento do edital, adiantada pelo iG ontem, grupo de empresários abre proposta chinesa de empréstimo para obra

Um dia após o governo federal indicar um novo adiamento do leilão do trem-bala, conforme antecipou o iG, a Associação Paulista das Empresários de Obras Públicas (Apeop) resolveu trazer à tona uma proposta do governo chinês de financiar até 85% do valor real do empreendimento, independentemente de ele superar a quantia prevista, de R$ 33 bilhões.
Atualmente, o projeto, o maior do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prevê garantias de até R$ 20 bilhões do BNDES para o financiamento da obra.

Segundo Luciano Amadio, presidente da Apeop, a China Communications Construction Company (CCCC), empresa privada com receita anual de dezenas de bilhões de dólares que tem interesse em fornecer a tecnologia ao Brasil, entregou ao BNDES e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) carta em que assegura a possibilidade de o governo chinês fazer esse empréstimo, desde que com garantias do BNDES. A proposta prevê, obviamente, uso da tecnologia da CCCC.

A Apeop é um grupo de 19 empresas que querem participar do consórcio do Trem de Alta Velocidade (TAV). Para eles, porém, o valor real da obra não é de R$ 33 bilhões, mas 60% mais, de R$ 53 bilhões, por isso a necessidade fundamental de mais fontes de financiamento, com volume ligado ao custo real do empreendimento. "Com o novo adiamento, surge a possibilidade de se retomar essa discussão", diz Amadio.
Ele lembra que, neste mês, a presidenta Dilma Rousseff parte em viagem oficial para a China, com missão empresarial. Essa visita poderia aumentar a pressão chinesa sobre o edital.

No fim do ano passado, porém, a ANTT retirou do edital de concessão do trem-bala uma previsão que justamente dava vantagens ao país que oferecesse maior apoio em crédito à obra. Naquela época, não apenas o valor da tarifa, mas também o quanto a empresa detentora de tecnologia trazia de financiamento de seu país, pesavam sobre o resultado do leilão.

Por pressão de diversos concorrentes, que viam na cláusula uma vantagem aos construtores chineses, a previsão foi retirada do edital. Dessa forma, o edital passou a considerar o vencedor do leilão aquele que apresentasse a menor tarifa na viagem entre Rio e São Paulo, com valor máximo de R$ 0,49 por quilômetro.

Para Amadio, porém, o potencial de empréstimo chinês não deve ser ignorado pelo governo brasileiro. "Se usarmos esses recursos será possível atender melhor à demanda de crédito outros projetos de infraestrutura no país." Em sua tese, portanto, sobraria mais dinheiro do BNDES para outras obras

Dez empresas manifestam interesse em Projeto de Mobilidade Urbana






Fonte: Agecom Bahia

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado (Sedur) publicou, nesta quinta-feira (31), no Diário Oficial do Estado (DOE), a lista com o nome das dez empresas que participaram do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para apresentar estudos preliminares de viabilidade técnica, avaliação ambiental, econômico-financeira e jurídica, voltados à estruturação de projeto de transporte público metropolitano entre Salvador e Lauro de Freitas.

As empresas terão prazo de 30 dias corridos para apresentação dos projetos preliminares e 60 dias corridos para os projetos, estudos, levantamentos ou investigações. O PMI foi publicado na edição DOE de sábado e domingo passados (26 e 27) pela Sedur, convidando as empresas interessadas a encaminhar, até quarta-feira (30), documento manifestando interesse em realizar os trabalhos propostos.

A expectativa é que as empresas apontem a melhor solução para a mobilidade urbana dos dois municípios - Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ou Bus Rapid Transit (BRT). Uma das exigências é a integração com o metrô.
Empresas

Consórcio Odebrecht Transport S/A /Setps - Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Salvador

Consórcio Geohidro Consultoria Sociedade Simples Ltda/Iberinsa do Brasil Engenharia Ltda

Consórcio Camargo Corrêa Infraestrutura S/A/ Construtora Andrade Gutierrez S/A

ATP Engenharia Ltda.

Hisa Engenharia Ltda.

Metropasse - Associação Baiana de Transportes Metropolitanos
Construtora Queiroz Galvão S/A

Vetec Engenharia Ltda.

Pvarq - Prado Valladares Arquitetos Ltda
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Invepar - Investimentos e Participações em Infraestrutura









Rafale mantem estratégia na disputa pelo programa FX-2

Resenha Diária produzida pela ASCOM/MD sexta-feira, 1 de abril de 2011
Valor Econômico
César Felicio
De Belo Horizonte
AVIAÇÃO



Um dos três concorrentes na bilionária licitação para a renovação das unidades de combate da força aérea brasileira, que está adiada por tempo indeterminado, o consórcio Rafale procura ganhar adesões na classe empresarial. Hoje, o consórcio promove um seminário com potenciais fornecedores na Federação da Indústria de Minas Gerais (Fiemg). A "joint-venture" das empresas francesas Dassault, Thales e Snecma já promoveu um encontro empresarial no início de fevereiro em São José dos Campos (SP), que concentra 80% da indústria aeronáutica do país e ainda deve promover seminários no Rio de Janeiro e em Porto Alegre.

"O diferencial da nossa proposta é a transferência total de tecnologia e estamos agora procurando ampliar os leques de parceiros brasileiros para isso. Já firmamos acordo com 42 empresas que serão nossas fornecedoras caso sejamos escolhidos e é importante montarmos uma rede em vários Estados", disse o coronel da Aviação do Exército francês Jean Marc Merialdo, diretor do consórcio no Brasil e representante da Dassault no conselho de acionistas da Embraer.

A renovação na FAB poderá envolver a troca de 100 aviões e investimentos da ordem de R$ 10 bilhões a até R$ 25 bilhões em trinta anos. O consórcio Rafale foi selecionado durante o governo Lula para participar da disputa que ainda envolve a sueca Saab Grippen e a americana Boeing. Até o fim de 2010, quando o processo foi suspenso a pedido da então presidente eleita Dilma Rousseff, o Rafale era o favorito no meio político, embora a Aeronáutica visse com mais simpatia a proposta da Boeing, já que o caça F-18 Super Hornet é considerado tecnicamente o melhor produto.

Segundo Merialdo, Minas Gerais entrou no foco da Dassault porque o governo estadual tenta estimular a formação de dois polos aeronáuticos. Um é o de Itajubá, onde está instalada a fábrica de helicópteros Helibrás, controlada pela francesa EADS e com participação acionária do governo estadual. O outro, ainda em fase embrionária, é o de Confins, local de uma base aérea e do aeroporto internacional metropolitano. Segundo Merialdo, a rede de fornecedores e prestadores de serviço só poderá ser instalada em locais com alto nível de oferta de mão de obra especializada. "Este projeto irá ocupar pelo menos mil engenheiros por um período longo de tempo."

O caça Rafale está sendo usado na intervenção internacional na guerra civil da Líbia. "Os jatos franceses foram os primeiros a furar o bloqueio da defesa anti-aérea líbia, que era bastante eficiente", disse Merialdo, afirmando ser absolutamente cético sobre a influência que o uso do Rafale em combate poderá ter na decisão da presidente Dilma. "Será possível imaginar que alguém realmente acredita que esta será uma variável importante?", indagou o executivo.

Wagner e Solla participaram da inauguração de UPA 24h em Bom Jesus da Lapa

NOTÍCIAS - Saúde


Uma Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA), com capacidade para receber até 150 pessoas por dia, foi inaugurada na tarde desta sexta-feira (1º) na cidade de Bom Jesus da Lapa. O governador Jaques Wagner e o secretário da Saúde, Jorge Solla, participaram da cerimônia de entrega da unidade à população.

A nova UPA 24h atende casos de baixa e média complexidade e funciona como posto de primeiros socorros, onde o paciente é atendido, tem o quadro clínico estabilizado, e, se houver necesssidade, é encaminhado a um hospital. Com investimento de R$ 1,4 milhão, a UPA de Bom Jesus da Lapa faz parte da Política Nacional de Atenção às Urgências do Sistema Único de Saúde.

"Em muitos países ricos, se o cidadão não tiver plano de saúde e cair doente, ele fica na rua. O SUS atende a todos, empregados ou não. Basta ser brasileiro, para ter direito, da vacina ao transplante", disse o governador Jaques Wagner, que também ressaltou a importância das UPAs como serviço de saúde intermediário entre a atenção básica e o hospital. "Com o atendimento das UPAs, todo o sistema de alta complexidade oferecido pelos hospitais é desafogado, oferecendo novas vagas para cirurgias e outros tipos de procedimentos mais complexos."

O secretário Jorge Solla disse que esta é a terceira UPA em funcionamento no estado, já existe uma em Caetité e outra em Vera Cruz. Outras 50 unidades já foram aprovadas pelo Ministério da Saúde e ficarão prontas nos próximos quatro anos. "O governo do estado iniciou esse trabalho há três anos com a elaboração de um planejamento para a implantação dessas 53 UPAs na Bahia. Nós mapeamos o estado, definimos os municípios prioritários, negociamos com as prefeituras e apresentamos ao Ministério da Saúde. Também fazemos o acompanhamento da execução dos projetos", informou Solla.

Fonte: AGECOM

NOTÍCIAS - Sugestão de Pauta



Bom Jesus da Lapa ganha Unidade de Pronto Atendimento

Cerca de 60 mil habitantes do município de Bom Jesus da Lapa serão beneficiados com uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que será inaugurada, nesta sexta-feira (1º), às 14h, pelo governador Jaques Wagner e o secretário da Saúde, Jorge Solla.

 A UPA é do tipo I e tem a capacidade de atendimento de até 150 pacientes por dia e, para sua construção, foi investido R$1,4 milhão.

As UPAs integram a Política Nacional de Atenção às Urgências do Ministério da Saúde e oferecem atendimento de emergência de baixa e média complexidade 24 horas. Elas são responsáveis por estabilizar o quadro clínico dos pacientes, definir um diagnóstico e analisar a necessidade de encaminhá-los ou não a uma unidade hospitalar.

Nas unidades, a população poderá resolver problemas como pressão alta, febre, cortes, queimaduras, alguns traumas e receber o primeiro atendimento para infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outras enfermidades. Também oferecem serviço de raio-X, laboratório para exames, aparelho de eletrocardiograma e atendimento pediátrico. Quando o paciente chega à unidade, os médicos prestam socorro, controlam o problema, detalham o diagnóstico, e analisam se é necessário encaminhá-lo a um hospital ou mantê-lo em observação por até 24h.

Fonte: AGECOM

Mobilidade Urbana em Salvador

Conforme a Sedur, onze empresas e consórcio manifestaram interesses em elaborar os estudos técnicos sobre o meio de transporte a ser adotado na cidade de Salvador e uma das empresas não cumpriu os requisitos legais.
Nessa fase as empresas apresentaram documentos que comprovam as condições da participação de futura licitação, mas só em 1 de Junho próximo serão entregues os estudos técnicos, financeiros e jurídicos e ambientais sobre os modelos BRT e VLT para que se escolha o mais adequado para nossa capital. Depois de todo esse tempo gasto é que serão definidas as datas para as licitações e inicio das obras propriamente ditas.
Efetivamente estamos atrasados nas obras que devem ser realizadas em cumprimento as exigências da FIFA para que Salvador seja uma sub-sede dos jogos da Copa de 2014.

E como comento o que representa positividade é que lembro que há dois dias Salvador completou 462 anos de fundação e nascido lá muitas são as memórias afetivas de lugares que marcaram grande parte de minha vida e é com alegria que tomei conhecimento das várias ações que acontecerão a partir de agora na bela, fascinantes e inconfundível metrópole, primeira capital do país nos idos de colonia portuguesa.

E como Wagner Governador, Mário Negromonte Ministro das Cidades, Marcelo Nilo presidente da Assembleia Legislativa e o Prefeito João Henrique unidos buscam requalificar amplamente o Sistema Viário da Cidade, de sua Orla é por essa razão que aproveito a oportunidade para lembrar que a bela Salvador, precisa de mais urgência em todas essas ações construtivas.

Não temos tempo a perder... as obras precisam sair do papel e se tornar realidade no menor espaço de tempo possível.

E em falando em atrasos faço duas perguntas:
Cadê as obras do Parque Aquático a nível de satisfazer as exigências para competições internacionais?

Quede as obras de um Mega Ginásio Desportivo com quadra de dimensões Olímpicas onde possa ser praticado modalidades  tais como Futsal - Volei - Handebol e Basquete, com arquibancadas  com capacidade entre 8 a 10 mil espectadores?

Em verdade as noticias na imprensa não são confortáveis e otimistas, muito pelo contrário são preocupantes, haja vista as propaladas intervenções construtivas em Cajazeiras (Ginásio de Esportes) e Piscina Olímpica ( á margem da Avenida Bonocô) ainda basicamente estão no papel, muito embora se saiba que mesmos prontos esses equipamentos não seriam compatíveis e condizentes a terceira metrópole do país.

Esperamos que a união das forças politicas por mim referidas neste comentário sejam de fato um grande ok para a população de Salvador.

Precisamos de maneira unida transformar em curto espaço de tempo essas necessidades em realidades para o uso de toda a população.

Modelos de transportes de massa . Fotos Google - Escrito em 31.03.2011